A cada 23 minutos, um jovem negro é morto no Brasil; ONU lança campanha Vidas Negras para alertar sobre violência

  ABr A cada 23 minutos, um jovem negro é morto no Brasil. A cada dia, são 66 vidas perdidas, totalizando 4.290 óbitos por ano. Segundo o Mapa da Violência, um rapaz negro tem até 12 vezes mais chance de ser assassinado em relação a um branco. Em comum nesses homicídios, está a presença do racismo, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Essa é a premissa da campanha Vidas Negras, lançada

A Ku Klux Klan velada do Brasil, artigo de Liliane Rocha

    [EcoDebate] De ontem para hoje vi uma série de pessoas impactadas com a reportagem de um programa de televisão que abordou a questão do crescimento e fortalecimento de grupos racistas nos EUA. Realmente o que assistimos é assustador. No entanto, será que no Brasil a realidade é diferente? Ou melhor, será que no Brasil, não há ódio interracial? Vejamos alguns dados que demonstram a nossa realidade. Apesar de termos uma expressiva

RJ: Crimes de intolerância podem ser denunciados pelo Disque Combate ao Preconceito

    Denúncias de preconceito ou de intolerância contam com um novo instrumento lançado pela Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Políticas para Mulheres e Idosos do Rio de Janeiro (SEDHMI). É o serviço Disque Combate ao Preconceito, que atende pelo número (21) 2334 9551. O público poderá denunciar atos preconceituosos como xenofobia, LGBTfobia, racismo, intolerância religiosa, entre outros. O secretário Átila Nunes informou na sexta-feira (18) à Agência Brasil que decidiu

O discurso do ódio alimenta a barbárie, artigo de Reinaldo Dias

    [EcoDebate] As maiores atrocidades ocorridas na história da humanidade ocorreram fomentadas pelo discurso do ódio. Em um passado recente, na segunda guerra mundial, o regime nazista alemão promoveu o extermínio de 6 milhões de judeus e outros grupos considerados inferiores ou que foram perseguidos por motivos políticos, ideológicos ou comportamentais. Esse massacre está fartamente documentado e surpreende o seu recrudescimento no mundo atual. A emergência de grupos supremacistas brancos, xenófobos, racistas

Estudo analisa a desigualdade ‘racial’ nas eleições brasileiras

  Por José Tadeu Arantes | Agência FAPESP Em 2014, enquanto a parcela autoclassificada como “negra” somava mais de 53% da população, os “negros” constituíram menos de 25% dos políticos eleitos     Mesmo em sistemas eleitorais competitivos e relativamente inclusivos, nos quais a clivagem do eleitorado no que se refere a “raça” não é tão forte, a democracia formal pode conviver com desigualdades persistentes em termos de representação política, privilegiando candidatos “brancos” em detrimento

Raça, gênero e classe: Triplos obstáculos sociais marcam a trajetória das mulheres negras

  Raça, gênero e classe são os obstáculos que as mulheres negras enfrentam no Brasil desde a época da abolição Por Carolina Marins Santos, Rádio USP http://jornal.usp.br/wp-content/uploads/MULHERES-NEGRAS-1.mp3   O dia 13 de maio marca os 129 anos de assinatura da Lei Áurea, conhecida por ter libertado os escravos após 388 anos. Entretanto, a data não costuma ser considerada motivo de comemoração, afinal, a situação dos negros nesse período foi bastante conturbada. A libertação não veio

Racismo Ambiental: Conceito se mostra extremamente atual diante do massacre sofrido pelos índios Gamela

  Racismo Ambiental Por Maíra Mathias - EPSJV/Fiocruz Dakota do Norte, Estados Unidos, 2016: uma empresa petrolífera está em vias de terminar a construção de um oleoduto com quase dois mil quilômetros de extensão. O traçado original é abandonado para evitar que a tubulação passe próxima de Bismarck, capital do estado, já que moradores e autoridades locais temem pela contaminação dos mananciais de água que abastecem a cidade. A solução encontrada? Desviar a

Racismo: Para mais de 50% dos jovens, há preconceito velado e dificuldade em tratar sobre o assunto

    O racismo é um dos tópicos mais discutidos na atualidade, principalmente, por questões envolvendo a exclusão social e conflitos étnicos ao redor do mundo. Contudo, o tema está sendo debatido de forma correta ou essa abordagem já não é mais necessária? Para entender a visão dos jovens sobre o assunto, o Nube – Núcleo Brasileiro de Estágios realizou uma pesquisa com o seguinte enfoque: “Qual sua opinião sobre a discussão

No Brasil, o racismo de um país que não se reconhece racista

    Segundo os professores presentes no “Diálogos na USP”, o Brasil tem vergonha de assumir o racismo, mas ainda homenageia pessoas que mataram negros com nomes de ruas e avenidas Por Redação, Rádio USP Acompanhe a entrevista do jornalista Marcello Rollemberg com a professora Rosane Borges, colaboradora do Celac (Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação da USP), e com o professor Dennis de Oliveira, chefe do Departamento de Jornalismo e Editoração

Homens negros têm 23,5% mais chances de serem assassinados do que os brancos no Rio de Janeiro

    Ipea: negros têm mais chances de serem assassinados no Rio do que brancos Mesmo desconsiderando todos os fatores econômicos e sociais, os homens negros têm 23,5% mais chances de serem assassinados do que os brancos no Rio de Janeiro. A estimativa é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que apresentou sexta-feira (18) estudo inédito feito a partir de uma análise metodológica inovadora, com base nos dados do Censo 2010 e

Cotas sociais não promovem inclusão racial, artigo de Paulo Inácio Prado

  No Brasil o racismo e o sexismo moldam de tal forma nossa visão de mundo que podemos cair em armadilhas até quando buscamos soluções. Uma arapuca fácil de cair é confundirmos inclusão social com inclusão racial.*A renda média de negros é de cerca de metade da renda dos brancos no Brasil[1], um país em que 75% dos presos são negros e 72% dos que têm nível superior são brancos[2]. Esses

Racismo ambiental no Brasil, por Elissandro dos Santos Santana, Denys Henrique Rodrigues Câmara e Joceneide Cunha dos Santos

Racismo ambiental no Brasil Por Elissandro dos Santos Santana[1], Denys Henrique Rodrigues Câmara[2] e Joceneide Cunha dos Santos[3].    [EcoDebate] Sabiam que para homens e mulheres negros sempre reservaram os rincões mais inóspitos no Brasil? Que eles foram trazidos forçados, maltratados, humilhados através do Atlântico, oriundos de várias partes do imenso Continente Africano, e jogados nas senzalas da maldição? Muitos, inconformados, fugiram e formaram os Quilombos (embriões de luta pela liberdade). Tais

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