Povos Ciganos na luta pelos seus Direitos: basta de preconceito, perseguição étnica e racismo institucional em Minas Gerais, por Alenice Baeta e Gilvander Moreira

Povos Ciganos na luta pelos seus Direitos: basta de preconceito, perseguição étnica e racismo institucional em Minas Gerais Alenice Baeta1 e Gilvander Moreira2 Imagem 1 - Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) debate a violação dos Direitos dos Povos Ciganos, no dia 30/10/2019 na ALMG, em Belo Horizonte. Foto: Willian Dias/ALMG. Fonte: https://www.almg.gov.br/sala_imprensa/fotos/index.html?idAlb=16848&albPos=18 No dia 30 de outubro de 2019 aconteceu na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG)

No Brasil, o racismo é ‘coisa rara’? O posicionamento presidencial e os reflexos de uma abolição inconclusa, artigo de Sheila de Carvalho

    [EcoDebate] O atual Presidente da República, Jair Bolsonaro, em entrevista para uma rede de televisão nacional, alegou que “o racismo no Brasil é coisa rara”, e que “isso já encheu o saco”. A enfática afirmação presidencial nos obriga a olhar o que foi e o que é ser negro no Brasil. E todos os dados e pesquisas aqui apontam que o racismo não somente existe na sociedade brasileira, como é

O filme Chico Rei e a luta pela superação do racismo e da escravidão, artigo de Gilvander Moreira

  Chico Rei e a luta pela superação do racismo e da escravidão Por Gilvander Moreira1 “Feliz Ano Novo”, diziam pessoas, em uma padaria, enquanto compravam o pão de cada dia. Em Brasília, com o maior aparato militar de segurança e repressão da história, Jair Bolsonaro tomava posse como presidente do Brasil. Em 8 de dezembro de 1967, o papa Paulo VI propôs a criação do Dia Mundial da Paz a ser celebrado

TRAGAM OS BERIMBAUS! O que significa o assassinato de um Mestre da Capoeira? Breve história da Arte e da Resistência Negra, por Alenice Baeta e frei Gilvander Moreira

TRAGAM OS BERIMBAUS! O que significa o assassinato de um Mestre da Capoeira? Breve história da Arte e da Resistência Negra Por Alenice Baeta1 e frei Gilvander Moreira2 Mestre Moa. Fonte: https://nossapolitica.net/2018/10/mestre-moa-triste-fim-capoeira Romualdo Rosário da Costa, de 63 anos, o Mestre de Capoeira “Moa do Katendê”, conhecido em nível nacional e internacional, inclusive, também era compositor, percussionista, artesão, educador e fundador do bloco carnavalesco Afoxé Badauê em maio de 1978. Ele foi brutalmente assassinado

Povos Ciganos: Percursos, Resistências e Direitos de um povo milenar, por Alenice Baeta, Gilvander Moreira e Thales Viote

Povos Ciganos: Percursos, Resistências e Direitos de um povo milenar: o cerco está se fechando sobre os ciganos? Por Alenice Baeta1, Gilvander Moreira2 e Thales Viote3 Este Artigo busca em linhas gerais traçar alguns momentos históricos marcantes de perseguição e resistência do povo tradicional cigano, em específico, visando subsidiar a compreensão do atual contexto que envolve a luta dessa categoria étnica, as suas relações espaciais, sócio-políticas e seus direitos constituídos. Desafios

Cotas foram revolução silenciosa no Brasil e que beneficiam toda a sociedade, afirma especialista

  ABr A chance de ter um diploma de graduação aumentou quase quatro vezes para a população negra nas últimas décadas no Brasil. Depois de mais de 15 anos desde as primeiras experiências de ações afirmativas no ensino superior, o percentual de pretos e pardos que concluíram a graduação cresceu de 2,2%, em 2000, para 9,3% em 2017. Apesar do crescimento, os negros ainda não alcançaram o índice de brancos diplomados. Entre a

Somos todos iguais? IBGE mostra as cores da desigualdade

  IBGE Editoria: Revista Retratos Subeditoria: Revista Retratos As estatísticas de cor ou raça produzidas pelo IBGE mostram que o Brasil ainda está muito longe de se tornar uma democracia racial. Em média, os brancos têm os maiores salários, sofrem menos com o desemprego e são maioria entre os que frequentam o ensino superior, por exemplo. Já os indicadores socioeconômicos da população preta e parda, assim como os dos indígenas, costumam ser bem mais

Pesquisa indica que vítimas de racismo têm maior chance de sofrer transtornos mentais

  Fiocruz Bahia A saúde mental de mulheres brasileiras pode ser prejudicada ao sofrer preconceito por causa da cor da pele, tanto na dimensão pessoal quanto em grupo, aumentando em até 70% a chance de sofrer transtornos mentais comuns (TMC). Essa foi a conclusão de um estudo feito pelo pesquisador e coordenador do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs) da Fiocruz Bahia, Maurício Barreto, em conjunto com pesquisadores do Instituto

Racismo ambiental, o que é e como se construiu? artigo de Elissandro Santana

    O racismo é uma construção secular no Brasil e possui tentáculos que são assustadores em pleno século XXI. O racismo ambiental é um deles e, por ser um monstro que nos aterroriza e nos assombra, precisa ser dissecado, estudado, pois é necessário vencer esse demônio cristalizado na arquitetura mental-social brasileira, institucionalizado sem que muitos tomem consciência. Feito o introito, é oportuno externar que retomarei o debate que elaborei em parceria com

A cada 23 minutos, um jovem negro é morto no Brasil; ONU lança campanha Vidas Negras para alertar sobre violência

  ABr A cada 23 minutos, um jovem negro é morto no Brasil. A cada dia, são 66 vidas perdidas, totalizando 4.290 óbitos por ano. Segundo o Mapa da Violência, um rapaz negro tem até 12 vezes mais chance de ser assassinado em relação a um branco. Em comum nesses homicídios, está a presença do racismo, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Essa é a premissa da campanha Vidas Negras, lançada

A Ku Klux Klan velada do Brasil, artigo de Liliane Rocha

    [EcoDebate] De ontem para hoje vi uma série de pessoas impactadas com a reportagem de um programa de televisão que abordou a questão do crescimento e fortalecimento de grupos racistas nos EUA. Realmente o que assistimos é assustador. No entanto, será que no Brasil a realidade é diferente? Ou melhor, será que no Brasil, não há ódio interracial? Vejamos alguns dados que demonstram a nossa realidade. Apesar de termos uma expressiva

RJ: Crimes de intolerância podem ser denunciados pelo Disque Combate ao Preconceito

    Denúncias de preconceito ou de intolerância contam com um novo instrumento lançado pela Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Políticas para Mulheres e Idosos do Rio de Janeiro (SEDHMI). É o serviço Disque Combate ao Preconceito, que atende pelo número (21) 2334 9551. O público poderá denunciar atos preconceituosos como xenofobia, LGBTfobia, racismo, intolerância religiosa, entre outros. O secretário Átila Nunes informou na sexta-feira (18) à Agência Brasil que decidiu

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