Cidades carentes de habitações saudáveis são as mais impactadas por doenças que se alimentam da desigualdade social, como a tuberculose

    Sem moradia, não há saúde Por Katia Machado - EPSJV/Fiocruz Ainda que ratificado na Declaração Universal dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), da qual o Brasil é signatário, e garantido na Constituição Federal, .o direito à moradia não é uma realidade para a maioria dos brasileiros. Legalmente, ele está definido no artigo da Carta de 1988 que trata dos direitos sociais, junto com a educação, a saúde e a

Viver em bairros mais verdes é associado a um declínio cognitivo mais lento em idosos

    Um estudo mostra uma relação entre o espaço verde da vizinhança e a capacidade mental após o seguimento de 6.500 pessoas no Reino Unido por 10 anos Barcelona Institute for Global Health (ISGlobal)* O contato com áreas verdes é conhecido por ter efeitos benéficos para a saúde mental. Um novo estudo do Instituto de Barcelona para a Saúde Global (ISGlobal), um centro apoiado pela Fundação "la Caixa", sugere que ele também pode

Em 2010, Brasil tinha 8,3 milhões de pessoas morando em áreas com risco potencial de enchentes e deslizamentos de terra

    O IBGE lançou a publicação População em áreas de risco no Brasil, em cooperação com Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN). As áreas de riscos de movimentos de massa, inundações e enxurradas monitoradas por este órgão foram associadas, de forma inédita, às informações do Censo 2010. A metodologia foi desenvolvida para ser replicada com os dados do Censo 2020. Em 2010, a população em áreas de risco

Sistemas urbanos flexíveis, Parte 2/2 (Final), artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] MASSARA (2005) continua refletindo sobre flexibilidade e espaço urbano. Assinala que os sistemas urbanos orientam a distribuição e a localização das mais importantes centralidades urbanas em relação às infraestruturas de geração de energia e articulação de fluxos, às estruturas para lazer e turismo e reequilíbrio ambiental. É uma proposta de convergência entre sistemas urbanos flexíveis e espaços urbanos. A metápolis apreende a região da Catalunha a partir de uma leitura que

Sistemas urbanos flexíveis, Parte 1/2, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] MASSARA (2005) aborda a questão dos sistemas urbanos flexíveis, que são organizações produtivas espacialmente descentralizadas, que operam a partir de centros dispersos de controle, muito condicionados por fluxos de diversas naturezas e escalas. Em diferentes partes do mundo, se percebe que a condição urbana de muitas cidades está diretamente subjugadas a sistemas urbanos dessa natureza, ocasionando um prejuízo para a qualidade de vida da população e uma perda da qualidade

O que uma cobra gigante pode nos ensinar sobre nossas cidades?

    Caros Colegas, Dois anos atrás, me deparei com uma projeção das Nações Unidas que ainda me assombra: até o final deste século, teremos cerca de 11 bilhões de pessoas na Terra, das quais 9 bilhões estarão nas cidades. Para a maioria de nós e nossos filhos e netos, a vida urbana está rapidamente se tornando a "nova normalidade". O ar que respiramos, a água que bebemos, a vida que desfrutamos e nossas

Urbanização induz mudanças no tamanho do corpo em comunidades urbanas aquáticas e terrestres

  Abstract O tamanho do corpo está intrinsecamente ligado à taxa metabólica e aos traços da história de vida, e é um determinante crucial das redes alimentares e da dinâmica da comunidade 1 , 2 . O aumento das temperaturas associadas ao efeito urbano-ilha de calor resulta em aumento dos custos metabólicos e espera-se que direcione os deslocamentos para tamanhos corporais menores 3 . Ambientes urbanos são, no entanto, também caracterizados por uma fragmentação substancial do habitat 4, que favorece espécies

O acidente com Edifício Wilton Paes de Almeida, Largo do Paissandu/SP, poderia ser evitado? artigo de Valdirene da Rocha Pires

    [EcoDebate] Muito se tem falado (na mídia e nas redes sociais), sobre o incêndio que levou ao desabamento do Edifício Wilton Paes de Almeida, localizado no Largo do Paissandu, em São Paulo. O incidente que deixou, segundo informações dos noticiários, 146 famílias desabrigadas e pessoas ainda desaparecidas, marcou o dia 1º de maio, data em que se comemora o dia do trabalho no Brasil. Entre os diversos tipos de comentários e

Todos querem morar bem, artigo de Roberto Malvezzi (Gogó)

    [EcoDebate] Ninguém quer morar nas encostas de morros, à beira de esgotos, no meio dos ratos e baratas, rodeados de mal cheiro por todos os lados. As pessoas só habitam esses lugares por falta de alternativa. Ninguém quer morar em espeluncas, em prédios deteriorados, sujeitos a incêndios e desabamentos a todo o instante. Mas, morar bem precisa de dinheiro. Os muito ricos fazem suas mansões e escolhem o lugar, muitas vezes em

Ação humana, em terrenos urbanos com declives e encostas, é a maior causa de deslizamentos

    Agência FAPESP De acordo com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), as alterações no meio ambiente provocadas pela ação humana, em terrenos urbanos com declives e encostas, foram as principais causas que provocaram deslizamentos no município de Campos do Jordão em 2000. A conclusão é de um trabalho realizado por pesquisadores do Cemaden, publicado na Natural Hazards and Earth System Sciences. Os autores são Rodolfo Mendes, Márcio Roberto Andrade, Javier

Pesquisadores do IPT indicam ‘infraestrutura verde’ como complementação ao manejo das águas urbanas

  Propostas vão desde a utilização de água da chuva em casas e edifícios até a descontaminação de solos, inspiradas no funcionamento dos ecossistemas na natureza     Comemorado anualmente em 22 de março, o Dia Mundial da Água tem como tema de reflexão no ano de 2018 ‘A natureza para a água’, proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU) para incentivar estratégias baseadas na natureza para manejo e preservação do ciclo da água.

Recuperação de mananciais passa por soluções para a falta de moradias nos centros urbanos

  ABr Com os crescentes riscos à segurança hídrica das metrópoles brasileiras, a preservação e recuperação dos mananciais se torna um tema cada vez mais importante. A discussão envolve outras questões de difícil solução, como a falta de moradias nos centros urbanos. “Não há solução que não passe pelo problema na habitação. Quando a gente fala disso, não é possível se resolver uma coisa sem resolver a outra. Há um déficit gigantesco

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