O voto evangélico garantiu a eleição de Jair Bolsonaro, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Jairo Bolsonaro (63 anos) é o primeiro presidente cristão, com discurso evangélico pentecostal, a chegar ao Palácio do Planalto pelo voto popular. Os presidentes Café filho – que era Presbiteriano - e Ernesto Geisel - que era Luterano - chegaram à Presidência da República por via indireta. No primeiro discurso que deu após ser eleito presidente do Brasil, no dia 28 de outubro de 2018, Bolsonaro citou Deus várias vezes

O Brasil feliz de novo? artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “O melhor governo é aquele que menos governa” Henry Thoreau (no livro “Desobediência Civil”, de 1849)   “A felicidade é como a pluma Que o vento vai levando pelo ar Voa tão leve Mas tem a vida breve Precisa que haja vento sem parar” Vinicius de Moraes   [EcoDebate] No primeiro turno da campanha eleitoral de 2018, praticamente todos os candidatos associaram alto crescimento econômico com felicidade. Jair Bolsonaro enalteceu o alto crescimento da época do “milagre econômico”, nos anos

Primeiro Turno, artigo de Montserrat Martins

    [EcoDebate] Nós, que reclamamos tanto, temos o poder de decidir os rumos do país nas urnas. Nenhum povo fala tão mal, dos outros e de si mesmo, do que o brasileiro. Pois é hora de assumirmos a responsabilidade por nossas escolhas – e aceitar as escolhas dos outros faz parte desse processo. O Congresso Nacional – Deputados e Senadores – são eleitos no primeiro turno, cuja importância é fundamental, portanto. Toda

Ingovernabilidade à vista, artigo Gaudêncio Torquato

    [EcoDebate] “Nenhum homem pode banhar-se duas vezes no mesmo rio, pois na segunda vez o rio já não é o mesmo, tampouco o homem”. Nada mais adequado de que o conhecido pensamento de Heráclito de Éfeso (535 a.C. a 475 a.C) para lembrar ao candidato do PT à presidência da República, Fernando Haddad, de que os bons tempos do primeiro mandato do presidente Lula (2002-2006) não voltarão. As águas do

Os sobreviventes, artigo de Montserrat Martins

    [EcoDebate] Os brasileiros não são, em sua maioria, corruptos nem fascistas, mas tratarão a si mesmos por esses adjetivos por um bom tempo, como parte da guerra política instalada no país. Como diz um meme satírico no facebook, “vamos precisar de 3 Copas do Mundo e 2 Olimpíadas para refazer as amizades perdidas nessa eleição”. As acusações fazem parte de uma guerra psicológica induzidas por fabricantes de memes para redes sociais,

Expectativas mágicas, artigo de Montserrat Martins

    [EcoDebate] O que há por trás da “guerra civil moral” nas redes sociais, em que as pessoas acusam os candidatos dos outros e promovem os seus? O grande paradoxo das defesas apaixonadas que os eleitores fazem, é que esperam um “produto” que, caso eleito, talvez não seja o que imaginam. O candidato militar tem condições de restaurar as condições de vida que tínhamos nos governos militares? Ou o candidato lulista,

Os três tipos de campanha, artigo de Gaudêncio Torquato

    [EcoDebate] A partir de 31 de agosto, estaremos submetidos, durante 35 dias, a uma bateria de mensagens de cunho eleitoral, que se desdobrarão em três vértices: a) a glorificação de candidatos, com ênfase no potencial do “EU” e slogans de arremate: eu fiz, eu faço, eu farei; b) a demonização do ELE, que tentará desconstruir adversários, tendo como linha de argumentação o despreparo, a ameaça ideológica/retrocesso que ele representa; c)

Está aberta a temporada do ‘eu vou fazer’, artigo de Montserrat Martins

  Está aberta a temporada do “eu vou fazer”, que é a propaganda política na TV.     [EcoDebate] O povo gosta de promessas contundentes, por isso se fala assim. As pessoas estão cansadas do “empurration” dos órgãos públicos empurrando as responsabilidades uns para os outros, querem que alguém diga “eu vou resolver”. Esse personalismo no entanto pode atrapalhar boas ideias, problemas que precisariam ser enfrentados por todos os governantes. Quando alguém se intitula “dono”

O maior inimigo da democracia brasileira é a própria democracia, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “A democracia é apenas a substituição de alguns corruptos por muitos incompetentes” Bernard Shaw   “O grande problema do nosso sistema democrático é que permite fazer coisas nada democráticas democraticamente” José Saramago     [EcoDebate] O Brasil vive, atualmente, o seu mais longo e profundo período democrático, dos mais de 500 anos de história. O processo de redemocratização teve início com a eleição indireta de Tancredo Neves (PMDB), vencendo Paulo Maluf na reunião do colégio eleitoral, em 15

Governo Temer acabou antes do fim! artigo de Adrimauro Gemaque

    [EcoDebate] Michel Temer (MDB), tido hoje como o presidente mais impopular da história pós-redemocratização, bateu novamente seu próprio recorde negativo. Pesquisa publicada pelo Datafolha, divulgada no último domingo (10/06), apresentou números da avaliação de seu governo. O percentual daqueles que consideraram a sua administração ruim ou péssima chegou a 82% contra os 70% do mês de abril, em pesquisa realizada pelo mesmo instituto. Veja abaixo o gráfico da pesquisa de

Os 200 anos do nascimento de Karl Marx e o futuro da luta de classes, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Os proletários nada têm a perder, a não ser os seus grilhões” Karl Marx (05/05/1818-14/03/1883)     [EcoDebate] Karl Marx disse no manifesto comunista que a história da humanidade era a história da luta de classe. Sob o capitalismo, a luta entre os trabalhadores e a burguesia, chegou ao seu ponto mais crítico e agudo, pois os ricos capitalistas tendiam a ficar cada vez mais ricos e os pobres trabalhadores dominados e explorados

O Frankenstein de Mary Shelley na Sapucaí, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  Imagem: Twitter - @luizzffilipe   [EcoDebate] A Escola de Samba Beija-flor de Nilópolis trouxe para a Sapucaí, no carnaval 2018, uma justa homenagem ao livro “Frankenstein, ou o moderno Prometeu”, de Mary Shelley, que foi publicado originalmente no dia 01 de janeiro de 1818 e que, portanto, acabou de completar 200 anos. O samba-enredo, comandado por Neguinho da Beija-flor e acompanhado pelo público na Avenida, teve como título “Monstro é aquele que não

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