Amazônia: Área desmatada registrada pelo PRODES 2016 indica uma taxa de aumento de 27% em relação a 2015

  INPE apresenta dados consolidados do PRODES 2016 A consolidação da medida da área de desmatamento na Amazônia do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (PRODES), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), foi finalizada com o cálculo de 7.893 km2 de corte raso no período de agosto de 2015 a julho de 2016. A área desmatada registrada pelo PRODES 2016 indica uma taxa de aumento de 27% em

INPE estima 7.989 km2 de desmatamento por corte raso na Amazônia em 2016, um aumento de 29% em relação a 2015

  INPE A estimativa da taxa de desmatamento na Amazônia do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (PRODES), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), foi finalizada e aponta a taxa de 7.989 km2 de corte raso no período de agosto de 2015 a julho de 2016. A taxa de desmatamento estimada pelo PRODES 2016 indica um aumento de 29% em relação a 2015, ano em que foram medidos

Desmatamento na Amazônia sobe 24% em 2015, mostram dados do Prodes/Inpe

    O desmatamento na Amazônia Legal aumentou 24% de agosto de 2014 a julho de 2015, em relação ao período anterior, de agosto de 2013 a julho de 2014. Essa é a maior taxa nos últimos quatro anos. Os dados consolidados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes) de 2015 foram divulgados hoje (5) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e apontam a derrubada de

Alertas do DETER/INPE estimam 2.013 km² de corte raso na Amazônia entre maio e julho

  Nos meses de maio, junho e julho, os alertas de alteração na cobertura florestal por corte raso ou degradação na Amazônia somaram 2.993 km². Deste total, estima-se que 2.013 km² são de áreas de desmatamento por corte raso e 884 km² correspondem à degradação florestal, além de 56 km2 de desmatamentos não confirmados, conforme registro do DETER, o Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real do Instituto Nacional de

Com tempo quente e seco, Brasil tem 65% a mais de queimadas em 2016, alerta Inpe

  Tempo quente e seco pode agravar a situação se as ações de fiscalização não forem intensificadas. Focos de incêndio já triplicaram no Acre, onde a estiagem pode levar o rio ao nível mais baixo da história.     O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, registrou, até 5 de agosto, mais de 53 mil focos de queimadas e incêndios florestais no país,

Sistema de alta tecnologia é usado para o monitoramento de focos incêndio e queimadas no País

  O Brasil conta com um sistema autoral e de alta tecnologia para o monitoramento de focos incêndio e queimadas. O acompanhamento é feito a partir de metodologia desenvolvida pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que é responsável por realizar levantamentos de dados relacionados ao uso do fogo em áreas de vegetação no País.   “Acredito que nenhum outro país tenha algo tão efetivo quanto temos no Brasil. No momento, trabalhamos com

Alertas do DETER/INPE estimam 618 km² de corte raso na Amazônia entre fevereiro e abril

  Durante o trimestre de fevereiro, março e abril de 2016, os alertas de alteração na cobertura florestal por corte raso e/ou degradação na Amazônia somaram 1.092 km². Deste total, estima-se que 618 km² são de áreas de desmatamento por corte raso e 441 km² correspondem à degradação florestal, além de 33 km2 de desmatamentos não confirmados, conforme registro do DETER, o Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real do

Inpe registra aumento de 52% nas queimadas e incêndios florestais em 2016

    Ação do homem e clima mais quente e seco explicam os números acima da média histórica. Mato Grosso apresenta situação mais crítica, o que indica novos desmatamentos e descontrole da fiscalização O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCTI) já registrou 16.417 focos de queimadas e incêndios florestais no Brasil em 2016, o que representa um aumento de 52% em relação ao mesmo período do ano passado. A ação do homem e

Alertas do DETER/INPE estimam 226 km2 de corte raso na Amazônia entre novembro e janeiro

  Nos últimos meses de novembro, dezembro e janeiro, os alertas de alteração na cobertura florestal por corte raso e/ou degradação na Amazônia somaram 391 Km². Deste total, estima-se que 226 km² são de áreas de desmatamento por corte raso e 155 km² correspondem à degradação florestal, além de 10 km² de desmatamentos não confirmados, conforme registro do DETER, o Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real do Instituto Nacional de

Alertas do DETER/INPE estimam 1.824 km2 de corte raso na Amazônia entre maio e julho

  Durante o trimestre de maio, junho e julho, os alertas de alteração na cobertura florestal por corte raso e degradação na Amazônia somaram 2.356 km². Deste total, estima-se que 1.824 km² são de áreas de desmatamento por corte raso e 469 km² correspondem à degradação florestal, além de 63 km2 de desmatamentos não confirmados, conforme registro do DETER, o Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real do Instituto Nacional

INPE: Taxa de desmatamento consolidada de 2014 teve edução de 15% em relação ao período anterior

  O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), concluiu o mapeamento e o cálculo da taxa de desmatamento na Amazônia Legal para o período agosto de 2013 a julho de 2014, atividades realizadas no âmbito do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (PRODES). O resultado final do estudo computou uma taxa de 5.012 km2/ano. Este valor confirma a segunda menor taxa

INPE/DETER estima 362 km2 de corte raso na Amazônia entre fevereiro e abril de 2015

  Durante o trimestre de fevereiro, março e abril, os alertas de alteração na cobertura florestal por corte raso e degradação na Amazônia somaram 550 km². Deste total, estima-se que 362 km² são de áreas de desmatamento por corte raso e 180 km² correspondem à degradação florestal, conforme registro do DETER, o Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). As distribuições das áreas de Alertas

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