Segundo dados do INPE, o desmatamento na Amazônia cresce 85% em 2019

IHU Segundo dados do Inpe, área desmatada chegou a 9.165,6 quilômetros quadrados no ano passado. Esse foi a maior devastação no bioma registrada nos últimos cinco anos. O artigo foi publicado por Deutsche Welle, 14-01-2020. O desmatamento na Amazônia cresceu 85,3% no ano passado em comparação com 2018, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (14/01) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Segundo o Sistema de Detecção do Desmatamento na Amazônia Legal em

A área de vegetação nativa suprimida no Bioma Cerrado no ano de 2019 foi de 6.484 km²

INPE O Ministério da Ciência, Tecnologia,Inovações e Comunicações (MCTIC) e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgam os dados de desmatamento no bioma Cerrado para o ano de 2019, que totalizou 6.484 km2, correspondente ao período de agosto de 2018 a julho de 2019. Esse valor é o menor valor anual para a série, desde o seu início em 2000, e representa uma redução de 2,26% em relação ao ano de

Estimativa de desmatamento por corte raso para a Amazônia Legal em 2019 é de 9.762 km², quase 30% maior que 2018

  O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgou ontem (18/11) a estimativa da taxa de desmatamento para os nove estados da Amazônia Legal Brasileira. O valor estimado é de 9.762 km² para o período de agosto de 2018 a julho de 2019. Esse valor representa um aumento de 29,54% em relação a taxa de desmatamento apurada pelo PRODES 2018 que foi de 7.536 km². Esta taxa é fruto dos dados gerados

Brasil mata e desmata, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “A floresta precede os povos. E o deserto os segue” François-René Chateaubriand (1768-1848)     [EcoDebate] O Brasil é o país que mais mata e desmata no Planeta. As forças retrógradas da nação brasileira persistem e insistem no delito do ecocídio e nos homicídios contra os defensores do meio ambiente, agravando o holocausto biológico. O Brasil é campeão da prática dos crimes socioambientais e ecossociais. Segundo a “Global Forest Watch” o Brasil liderou o desmatamento

Desmatamento na Amazônia: Nota do Observatório do Clima afirma que o governo comete fraude intelectual para desqualificar o INPE

  Desmatamento na Amazônia: Nota do Observatório do Clima sobre entrevista coletiva de Jair Bolsonaro e ministros nesta quinta-feira Bolsonaro, Salles e Heleno comentam dados de desmatamento em Brasília (Foto: Reprodução de TV) Diante dos índices pornográficos de desmatamento na Amazônia no ano de 2019, Jair Bolsonaro e seus ministros Ricardo Salles (Meio Ambiente), Augusto Heleno (Segurança Institucional) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores) convocaram uma entrevista coletiva na qual apresentaram uma mentira, uma

Conselho da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC lança manifesto em defesa do INPE

    “Críticas sem fundamento a uma instituição científica, que atua há cerca de 60 anos e com amplo reconhecimento no País e no exterior, são ofensivas, inaceitáveis e lesivas ao conhecimento científico”, afirma a entidade em manifesto produzido durante a 71ª Reunião Anual da SBPC MANIFESTO DO CONSELHO DA SBPC EM DEFESA DO INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE) O Conselho da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC, em reunião

DETER/INPE: As áreas de alerta de desmatamento e degradação na Amazônia Legal somaram 2.072,03 km² no mês de junho de 2019

  Alertas do DETER na Amazônia em junho somam 2.072,03 km² INPE As áreas de alerta de desmatamento e degradação na Amazônia Legal somaram 2.072,03 km² no mês de junho de 2019, segundo os dados registrados pelo DETER, o Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (DETER) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Baseado em imagens de satélites de observação da Terra, o sistema DETER é destinado a orientar a fiscalização em

DETER/INPE registra em maio 1.102,57 km² de alertas de desmatamento e degradação na Amazônia Legal

  O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) registrou em maio 1.102,57 km² de áreas de alerta de desmatamento e degradação na Amazônia Legal. As informações são do DETER, o Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real, que é baseado em imagens de satélites e destinado a orientar a fiscalização em campo, feita pelos órgãos competentes. Considerando somente os alertas do tipo desmatamento, onde já houve a remoção completa da cobertura

Desmatamento no Cerrado é de 6.657 km2, no período de agosto de 2017 a julho de 2018

  Desmatamento no Cerrado - O resultado do mapeamento no bioma Cerrado, realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), aponta 6.657 km2 de desmatamento no período de agosto de 2017 a julho de 2018. INPE Por meio do projeto chamado PRODES Cerrado, foram analisadas 118 imagens do satélite Landsat 8/OLI para registrar e quantificar as áreas desmatadas maiores que 1 hectare. O PRODES Cerrado considera como desmatamento a supressão da vegetação nativa, independentemente da futura

INPE estima 7.900 km2 de desmatamento por corte raso na Amazônia em 2018, aumento de 13,72% em relação a 2017

  A taxa estimada pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (PRODES), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), corresponde a 7.900 km2 de corte raso no período de agosto de 2017 a julho de 2018. A estimativa do PRODES 2018 indica um aumento de 13,72% em relação a 2017, quando foram apurados 6.947 km2. Este valor é 71,6% menor que a taxa registrada em 2004, ano em que

INPE divulga dados sobre o desmatamento do bioma Cerrado

  INPE O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) apresenta resultados do PRODES Cerrado, que mapeia o desmatamento em toda a extensão deste bioma. Este projeto construiu uma séria histórica bienal para o período de período 2000 a 2012 e anual para os anos de 2013 a 2017. O PRODES Cerrado recebeu investimentos do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), Ministério do Meio Ambiente (MMA) e Programa de Investimento Florestal (FIP),

Dados do Inpe revelam que queimadas em áreas florestais e de lavoura aumentam 52% este ano

  ABr Desde o início do ano, foram registrados cerca de 216 mil focos de incêndios em áreas florestais e de lavoura em todo o país, de acordo com informação do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Com isso, o número de focos de incêndio entre janeiro e junho deste ano já é 52% maior do que o registrado no mesmo período de 2017. Os três estados com o maior número de queimadas

Top