março 19, 2010

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Asfalto poroso desenvolvido pela Escola Politécnica(Poli) da USP absorve água e reduz riscos de enchentes

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Asfalto poroso permite que a água chegue aos rios com metade da velocidade
Asfalto poroso permite que a água chegue aos rios com metade da velocidade

Pavimentos porosos desenvolvidos pela Escola Politécnica (Poli) da USP são capazes de absorver com facilidade e rapidez a água da chuva e podem ajudar a reduzir os impactos das enchentes. Segundo o professor e coordenador da pesquisa José Rodolfo Scarati Martins, “os pavimentos funcionam como se fossem areia da praia e permitem que as águas cheguem aos rios e córregos com a metade da velocidade”.

Um experimento da pesquisa contendo os dois tipos de pavimento – um feito com placas de concreto e outro com asfalto comum misturado a aditivos – foi desenvolvido em um dos estacionamentos da Poli e conseguiu reter praticamente 100% das águas das chuvas dos meses de janeiro e fevereiro deste ano. O diferencial dos pavimentos porosos desenvolvidos pela Poli em relação aos já existentes deve-se ao fato de possuir uma base de pedras de 35 centímetros, a qual é responsável por reter a água por algumas horas e diminuir a probabilidade de enchentes no local.

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março 11, 2010

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Poluição do ar aumenta o risco de doenças cardiovasculares

Poluição do ar aumenta o risco de doenças cardiovasculares

[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] A exposição à poluição do ar acelera o espessamento das paredes das artérias, que leva a doenças cardiovasculares, dizem os pesquisadores.

O estudo [Ambient Air Pollution and the Progression of Atherosclerosis in Adults] de pesquisadores da Keck School of Medicine da University of Southern Califórnia (USC), em colaboração com parceiros internacionais da Espanha e Suíça, e colegas, na Califórnia, foi publicado na revista PloS ONE.

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março 5, 2010

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Estudo da Esalq indica manejo agrícola correto de lodo de curtume

Mistura de efluentes de curtumes deve ter controle da aplicação no solo e dos teores de nitrogênio e sódio. Uso adequado de lodo permite economia de corretivos e fertilizantes nitrogenados

Pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP em Piracicaba, avaliou o uso mais adequado de dois tipos de lodo gerado pelos curtumes que processam couro, o primário e o de caleiro, como corretivo de solos e fertilizante agrícola. O trabalho do engenheiro agrônomo Alexandre Martin Martines demonstrou a viabilidade da mistura dos dois materiais, desde que haja controle nas proporções de alguns componentes, como nitrogênio e sódio, e manejo adequado para não prejudicar o solo.

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março 5, 2010

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Estudo analisa capacidade medicinal da planta amazônica aninga

aninga – nome popular da espécie Montrichardia linifera (Araceae)
aninga – nome popular da espécie Montrichardia linifera (Araceae)

Muito utilizada pelos ribeirinhos como cicatrizante e vastamente distribuída nas margens dos rios amazônicos, pouco se conhece ainda sobre as propriedades químicas, terapêuticas e as atividades biológicas da aninga – nome popular da espécie Montrichardia linifera (Araceae). Para tentar saber mais sobre a espécie, a pesquisadora Cristine Bastos do Amarante, da Coordenação de Ciências da Terra e Ecologia do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCT), realizou o Estudo químico e farmacológico de Montrichardia linifera (Araceae).

A pesquisa teve início em 2007 e os resultados obtidos sugerem a ocorrência de substâncias biologicamente ativas, revelando um potencial fitoterápico ainda a ser investigado. “Considero esse estudo apenas o começo do conhecimento químico sobre a aninga, pois muitos aspectos ainda precisam ser bem investigados”, afirma a pesquisadora, que coletou as amostras da espécie às margens do Rio Guamá, no Campus 1 da Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém (PA).

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março 4, 2010

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Pesquisa apresenta evidências da ação humana no aumento do nível do mar

[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] Desde 1900, o nível global do mar teve um aumento de cerca de 17 cm (7 pol.). O aumento da temperatura e consequente derretimento das geleiras e camadas de gelo, bem como o aquecimento dos oceanos que, diretamente, se expande com o aumento da temperatura, são os principais fatores do aumento do nível do mar.

Vários pesquisadores têm atribuído apenas uma parte do aumento do nível de água ao aumento de emissões de dióxido de carbono (CO2), liberado pela ação humana, definindo a maior parte do aumento a fatores naturais, como a atividade solar. No entanto, um novo estudo [Anthropogenic forcing dominates sea level rise since 1850], atribui 3/4 do aumento à ação humana. O estudo foi publicado na revista Geophysical Research Letters.

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março 4, 2010

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Por um palmito sem restrições: Pesquisa avalia consumo seguro do palmito em conserva

admin

O engenheiro de alimentos Ernesto Quast: avaliando a velocidade de acidificação do produto (Foto: Antonio Scarpinetti)
O engenheiro de alimentos Ernesto Quast: avaliando a velocidade de acidificação do produto (Foto: Antonio Scarpinetti)

O custo da imagem da produção de palmito associada a crimes ambientais e ao perigo de botulismo – um tipo de intoxicação alimentar – é elevado. Segundo o engenheiro de alimentos Ernesto Quast, o Brasil perdeu a posição de liderança na exportação de palmito para países que, até há poucos anos, não possuíam tradição no cultivo da iguaria. Por isso, seu objetivo ao desenvolver pesquisa de mestrado na Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) foi garantir o consumo seguro do palmito em conserva, avaliando, para isso, a velocidade de acidificação do produto.

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março 3, 2010

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Pesquisa identifica processo de contaminação de peixes oceânicos por mercúrio

Atum. Foto: National Geographic
Atum. Foto: National Geographic

[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] Nos últimos anos vem crescendo o índice de contaminação por mercúrio do atum e de outras espécies oceânicas, o que pode significar um novo risco à saúde pública, em razão do consumo de peixe contaminado. A questão principal, até agora, era identificar a fonte da contaminação.

Um novo estudo [Stable Isotope (N, C, Hg) Study of Methylmercury Sources and Trophic Transfer in the Northern Gulf of Mexico] publicado na revista Environmental Science & Technology utilizou as assinaturas químicas de nitrogênio, carbono e mercúrio tentar encontrar uma resposta. O trabalho também abre caminho para novos meios de controle das fontes de intoxicação por mercúrio em pessoas.

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março 1, 2010

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A exposição de ratas grávidas ao Bisfenol-A(BPA) indica que a contaminação pode afetar a saúde da prole do sexo feminino

Efeitos do BPA no organismo. Imagem: Environmental Working Group
Efeitos do BPA no organismo. Imagem: Environmental Working Group

[Por Henrique Cortez, do EcoDebate] Pesquisadores da Universidade de Yale mostram como o bisfenol-A(BPA) induz alterações epigenéticas em ratas grávidas, que causam desequilíbrio hormonal na fase aduulta da progênie fêmea. Ao longo dos últimos anos crescem as evidências dos riscos à saúde decorrentes da exposição ao bisfenol-A(BPA), já associado a desordens reprodutivas, desordens hormonais, obesidade, problemas no desenvolvimento cerebral, câncer de mama e próstata.

Uma nova pesquisa [Bisphenol-A exposure in utero leads to epigenetic alterations in the developmental programming of uterine estrogen response], publicada na edição online da revista FASEB (http://www.fasebj.org), agrega mais dados de que os níveis considerados seguros, de exposição ao Bisfenol-A(BPA), não são efetivamente seguros. A pesquisa sugere que a exposição ao bisfenol A (BPA) durante a gestação leva a alterações epigenéticas que podem causar problemas de reprodução permanente na prole do sexo feminino.

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março 1, 2010

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Pesquisa descobre que mandioca amarela produz mais vitamina A

admin

,

mandioca
Foto: Embrapa

Variedade possui 50 vezes mais caroteno do que a planta comum. Projeto também disseminou técnica inédita de plantio

Pesquisa da Universidade de Brasília encontrou uma variedade de mandioca que possui 50 vezes mais caroteno do que a mandioca comum. O caroteno é a substância que, processada pelo fígado, gera a vitamina A, nutriente importante para o fortalecimento da retina.

A variedade – chamada de amarela 1 – foi encontrada em Minas Gerais e no Amapá e trazida para o Laboratório de Melhoramento Genético da Mandioca, na Estação Biológica da UnB. “Essa variedade é originária de culturas indígenas, que costumam ser negligenciadas pelos pesquisadores. Elas são ricas em nutrientes e podem ajudar as populações mais pobres”, afirma o professor Nagib Nassar, coordenador do Laboratório e responsável pelo estudo.

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fevereiro 19, 2010

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Pesquisa sugere que o chá verde pode ajudar a combater o glaucoma e outras doenças oculares, por Henrique Cortez

O chá verde contém substâncias saudáveis que podem penetrar nos tecidos do olho, levantando a possibilidade de que o chá pode proteger contra o glaucoma e outras doenças oculares. Crédito: iStock
O chá verde contém substâncias saudáveis que podem penetrar nos tecidos do olho, levantando a possibilidade de que o chá pode proteger contra o glaucoma e outras doenças oculares. Crédito: iStock

[EcoDebate] Cientistas confirmaram que as substâncias saudáveis encontrados no chá verde, conhecido por sua potente propriedade antioxidante, podem ajudar a combater o glaucoma e outras doenças oculares. É o que sugere um novo estudo com ratos [Green Tea Catechins and Their Oxidative Protection in the Rat Eye], realizado por pesquisadores da Universidade de Hong Kong (Department of Ophthalmology and Visual Sciences, The Chinese University of Hong Kong) e publicado na revista Journal of Agricultural and Food Chemistry.

Os pesquisadores, liderados por Chi Pui Pang, avaliaram os diversos antioxidantes presentes no chá verde, tais como catequinas*, vitamina C, vitamina E, luteína e zeaxantina. Na pesquisa foi reconhecido que as catequinas , no chá verde, realmente ‘passaram’ do estômago e do trato gastrointestinal para os tecidos do olho.

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fevereiro 10, 2010

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Embrapa pesquisa adubo verde na Amazônia

árvore Ingá
Árvore de Ingá Foto: Divulgação

Três espécies de leguminosas – duas delas nativas da Amazônia – podem se transformar muito em breve em uma espécie de adubo verde, a partir de pesquisa da Embrapa Amazônia Ocidental

As três leguminosas são a gliricídia (Gliricidia sepium), uma árvore originária da América Central, e as amazônidas táxi-branco (Sclerolobium paniculatum), e o ingá (Inga edulis).

Elas são estudadas por pesquisadores da Embrapa Amazônia Ocidental, sediada em Manaus (AM), para servirem de alternativas ecologicamente corretas de melhoria do solo pobre de algumas áreas da região. As espécies ainda poderão garantir maior produtividade aos agricultores de baixa renda, segundo os estudos preliminares da Embrapa.

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fevereiro 5, 2010

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Pesquisa sugere que exposição de gestantes ao bisfenol-A(BPA) aumenta o risco de asma nas crianças, por Henrique Cortez

Efeitos do BPA no organismo. Imagem: Environmental Working Group
Efeitos do BPA no organismo. Imagem: Environmental Working Group

[Ecodebate] A longo dos últimos anos crescem as evidências dos riscos à saúde decorrentes da exposição ao bisfenol-A(BPA), já associado a desordens reprodutivas, desordens hormonais, obesidade, problemas no desenvolvimento cerebral, câncer de mama e próstata. O assunto tomou tal proporção que, em uma mudança de posição, a Food and Drug Administration (FDA), agência que controla alimentos e remédios nos Estados Unidos, está manifestando preocupações sobre possíveis riscos à saúde provocados pelo BPA, um componente de garrafas e embalagens de alimentos de plástico amplamente usado no mercado. Na análise anterior, feita em 2008, a agência havia considerado o uso da substância seguro.

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fevereiro 5, 2010

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Cientista discute os impactos do aquecimento nos oceanos, por Henrique Cortez

Oceans Reveal Further Impacts of Climate Change, Says UAB Expert from uabnews on Vimeo.

O biólogo Jim McClintock discute os impactos da acidificação dos oceanos.

[EcoDebate] A crescente acidificação dos oceanos, uma ameaça direta a diversas espécies marinhas, é uma evidente prova de que o acumulo de CO2 na atmosfera, além do aquecimento global/mudanças climáticas, também afeta negativamente o ambiente marinho. É o que afirma o biólogo Jim McClintock, professor so departamento de biologia da University of Alabama at Birmingham (UAB)

Os oceanos são importantes ’sumidouros’ de carbono, mas, a crescente emissão, ao ser absorvida, também faz com que a água marinha seja cada vez mais ácida.

A acidificação é um tema cada vez mais preocupante para comunidade científica e foi tema de capa [Special Issue on the the Future of Ocean Biogeochemistry in a High-CO2 World] da revista Oceanography Magazine, December 2009, Volume 22, Number 4, editada por The Oceanography Society.

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fevereiro 2, 2010

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Pesquisa sugere que a maioria dos pais não percebem se seus filhos estão com sobrepeso ou obesos, por Henrique Cortez

fast food e obesidade
Foto: Marcello Casal JR/ ABr

[EcoDebate] Um novo estudo [How do parents of 4 to 5-year-old children perceive the weight of their children?], realizado nos EUA com mais de 800 pais e 439 crianças, publicado na edição de fevereiro da revista Acta Paediatrica, alerta para a dificuldade dos pais em avaliar, de forma correta e isenta, o sobrepeso ou obesidade em crianças com 4 ou 5 anos de idade.

De acordo com a pesquisa, 75% das mães e 77% dos pais pensavam que o peso das crianças era normal, embora não estivesse.

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fevereiro 1, 2010

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Cai número de colônias de abelhas em toda a Europa, por Henrique Cortez

abelhas

[EcoDebate] Estudo avalia as tendências populacionais das colônias de abelhas e, consequentemente, de apicultores em atividade na Europa

O número de colônias de abelhas na Europa Central, tem diminuído nas últimas décadas e o número de apicultores também tem diminuído em toda a Europa desde 1985. Estes dados constam de um novo estudo [Declines of managed honey bees and beekeepers in Europe], pela International Bee Research Association, que, pela primeira vez, apresentou uma visão geral do problema do declínio da colônia de abelhas na Europa.

Como outros polinizadores, como abelhas silvestres e a mosca-das-flores (Syrphidae) também estão em declínio, este redução populacional é um grave risco, para inúmeras culturas que dependem dos serviços ambientais dos polinizadores. É o que destaca o artigo, publicado em uma edição especial da revista Journal of Apicultural Research (JAR).

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janeiro 29, 2010

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Na Amazônia equatoriana, Parque Nacional Yasuní é campo de batalha entre a biodiversidade e o petróleo, por Henrique Cortez

Parque Nacional Yasuní. Foto de Bejat McCracken
Parque Nacional Yasuní. Foto de Bejat McCracken

[EcoDebate] Uma equipe de cientistas, doumentou que o Parque Nacional Yasuní, no centro da Amazônia equatoriana, é uma das florestas mais biodiversas do planeta, com uma grande variedade de plantas e grupos de animais.

O estudo [Global Conservation Significance of Ecuador's Yasuní National Park] foi publicado na PLoS ONE reafirma informações que podem impulsionar o processo de proteção do Parque Nacional Yasuní, com destaque para a proposta do governo de ‘conservação remunerada’.

Os autores também concluem que os projetos de desenvolvimento,a partir da exploração de campos de petróleo, representam a maior ameaça à Yasuní e sua biodiversidade.

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janeiro 28, 2010

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Pesquisadores identificam impactos ambientais significativos das algas para biocombustíveis, por Henrique Cortez

Unidade de produção de algas na Flórida, EUA. Foto: PetroAlgae
Unidade de produção de algas na Flórida, EUA. Foto: PetroAlgae

[EcoDebate] Com muitas empresas investindo pesadamente em biocombustíveis à base de algas, pesquisadores da Universidade da Virgínia, do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental, descobriram que há importantes obstáculos a superar antes do massificar a produção deste tipo de combustível. Eles propõem a utilização de águas residuais, como uma solução para alguns desses desafios.

A pesquisa [Environmental Life Cycle Comparison of Algae to Other Bioenergy Feedstocks], publicada na revista Environmental Science & Technology, demonstra que a produção de algas consome mais energia, tem maiores níveis de emissões de gases com efeito de estufa e utiliza mais água do que outras fontes de biocombustível, como a switchgrass, canola e milho.

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janeiro 28, 2010

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Obesidade infantil pode aumentar risco de doenças cardiovasculares na fase adulta, por Henrique Cortez

obesidade infantil

[EcoDebate] Uma criança obesa , já aos 7 anos de idade, pode ter um significativo aumento do risco de doenças cardíacas e acidente vascular cerebral na fase adulta, mesmo na ausência de outros fatores de risco cardiovasculares, como hipertensão arterial. É o conclui um novo estudo [Obesity Without Established Co-morbidities of the Metabolic Syndrome is Associated With a Pro-inflammatory and Pro-thrombotic State Even Before the Onset of Puberty in Children] publicado na edição online da revista Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism (JCEM), editada pela Endocrine Society .

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janeiro 25, 2010

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Novos estudos associam obesidade ao aumento do risco de carcinoma hepatocelular e AVC, por Henrique Cortez

[EcoDebate] A obesidade é um fenômeno a ser analisado em escala global, já considerado um problema de saúde pública nos EUA e Europa. Em razão disto, são crescentes as pesquisas que tentam identificar os potenciais riscos da obesidade à saúde.

Agora, duas novas pesquisas associam obesidade ao aumento do risco de carcinoma hepatocelular e AVC

A pesquisa “Dietary and Genetic Obesity Promote Liver Inflammation and Tumorigenesis by Enhancing IL-6 and TNF Expression”, publicada na revista Cell, de 22/01/2010, através de estudos epidemiológicos, concluiu que o excesso de peso ou obesidade está associada com maior risco de câncer. O efeito mais dramático da obesidade, no risco de câncer, foi notado em uma forma comum de câncer de fígado chamado carcinoma hepatocelular (CHC) .

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janeiro 25, 2010

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Pesquisa da USP relaciona o desaparecimento de civilizações antigas aos danos causados à natureza

admin

Pesquisa da USP relaciona o desaparecimento de civilizações antigas aos danos causados à natureza
Infográfico do Correio Braziliense. Para acessar o infográfico no tamanho original clique aqui.

Interferências ambientais podem ter causado um aquecimento localizado que contribuiu para a extinção desses povos

Os efeitos nocivos do aquecimento global não são novidade para ninguém. O que poucos sabem, porém, é que o problema pode ser muito mais antigo do que se acredita, tendo início séculos antes da Revolução Industrial. Estudo do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), da Universidade de São Paulo (USP), indica que muito antes da construção da primeira fábrica alimentada por combustíveis fósseis, problemas climáticos já faziam vítimas.

A pesquisa, resultado da dissertação de mestrado da advogada Aretha Sanchez e intitulada Atividades humanas e mudanças climático-ambientais: uma relação inevitável, indica que algumas civilizações — como os maias, das Américas do Norte e Central; os mochicas, do Peru; e os acádios, do Oriente Médio — tiveram sua decadência e extinção relacionadas a mudanças climáticas nos ambientes em que viviam. “O homem, para se desenvolver, teve de remanejar e interferir no meio ambiente. Essa interferência ocorreu por meio do desenvolvimento da agricultura, da pecuária e do desflorestamento, o que liberou gases poluentes na atmosfera”, afirma Aretha. Reportagem no Correio Braziliense.

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