No STF, MPF reitera que pulverização aérea para conter mosquito Aedes Aegypti é inconstitucional

  A pulverização aérea para conter o mosquito Aedes Aegypti é inconstitucional - Manifestação foi durante julgamento de ação direta de inconstitucionalidade proposta pela Procuradoria-Geral da República em 2016 Foto: João Américo/Secom/PGR Em sessão no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quinta-feira (4), o subprocurador-geral da República Antônio Carlos Bigonha – representando a procuradora-geral da República, Raquel Dodge – defendeu que a pulverização aérea para conter o mosquito Aedes Aegypti é inconstitucional. O tema

Aquecimento Global: Um bilhão de pessoas serão expostas a doenças como a dengue com o aumento da temperatura mundial

  Até um bilhão de pessoas poderiam ser expostas a mosquitos portadores de doenças até o final do século devido ao aquecimento global, diz um novo estudo que examina mensalmente as mudanças de temperatura em todo o mundo. Georgetown University Medical Center*     Os cientistas dizem que a notícia é ruim mesmo em áreas com um pequeno risco de ter um clima adequado para mosquitos, porque os vírus que carregam são notórios por surtos

Fiocruz aumenta liberação do Aedes com bactéria Wolbachia, que reduz a proliferação e a eficácia da picada do mosquito

  ABr   A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) iniciou hoje (30), no Rio de Janeiro, uma nova fase de combate ao mosquito Aedes aegypti (transmissor de doenças como a dengue, zika e chinkungunya) com a liberação - pela primeira vez em grande escala - do mosquito transmissor da doença com a bactéria Wolbachia. Ela reduz a proliferação e a eficácia da picada do mosquito. A iniciativa faz parte do projeto Eliminar a Dengue: Desafio

Projeto da Fiocruz alcança taxa de 90% de Aedes aegypti com Wolbachia na área do projeto-piloto em Niterói

    O aumento da taxa de Aedes aegypti com Wolbachia no Ponto Final, em Jurujuba, legitima o êxito do método. Mais seis bairros da Região Oceânica de Niterói preparam-se para receber os mosquitos que reduzem a transmissão da dengue, Zika e chikungunya O projeto Eliminar a Dengue: Desafio Brasil, conduzido pela Fiocruz, confirma sua nova taxa de sucesso em 90% de presença de Aedes aegypti com Wolbachia no Ponto Final, em Jurujuba,

Fiocruz dá início às liberações de mosquitos Aedes aegypti com Wolbachia em Niterói (RJ)

  Os bairros de Charitas, Preventório, São Francisco e Cachoeira são os primeiros a receber o mosquito aliado no combate a dengue, Zika e chikungunya     O Projeto Eliminar a Dengue: Desafio Brasil inicia a liberação dos mosquitos Aedes aegypti com a bactéria Wolbachia, na região de Praia de Baía de Niterói, nos bairros de Charitas, Preventório, São Francisco e Cachoeira. Essa é a etapa mais aguardada do método inovador e natural que

Fiocruz lança cartilha infantil sobre como combater o ‘Aedes aegypti’

  Cartilha para o público infantil dá informações sobre o Aedes aegypti e ensina como combater o mosquito     O Núcleo Operacional Sentinela de Mosquitos Vetores (Nosmove) da Fiocruz acaba de lançar a cartilha Os pequenos mosqueteiros contra dengue, zika e chikungunya. Destinado ao público infantil, o material é apresentado em uma edição colorida e dinâmica que favorece a comunicação com as crianças. A cartilha insere conteúdos fundamentados no conceito da Promoção da

Lei que permite pulverização de inseticida em áreas urbanas causa polêmica

  Da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical Um dos métodos usados para combater o mosquito Aedes aegypti, divide a opinião de especialistas da saúde e empresas de aviação agrícola   Lei sancionada em junho deste ano pelo presidente interino Michel Temer, tem causado polêmica entre técnicos da saúde e especialistas de empresa de aviação agrícola. De acordo com a Lei 13.301/2016, o uso de aviões de pulverização em áreas urbanas será permitido mediante aprovação

Pulverização de pesticidas por aeronaves não é solução para combater o Aedes Aegypti

  Pulverização de pesticidas por aeronaves não é solução para combater o Aedes Aegypti. Entrevista especial com Wanderlei Pignati “O uso de veneno não é indicado para erradicar o mosquito Aedes Aegypti; é preciso combater os criadouros, os focos e fazer saneamento básico”, adverte o pesquisador. Imagem: Leve Bem   A Lei 13.301/2016, sancionada pelo presidente interino, Michel Temer, a qual autoriza o uso de aviões para a pulverização de substâncias químicas a fim de

Bromélias não propagam a dengue, diz especialista

bromélia

  Especialista e estudo garantem que a planta não é um potencial foco para reprodução do Aedes Aegypti     Todo cuidado é pouco em relação à dengue. O vírus transmitido pela fêmea do mosquito Aedes Aegypti já fez centenas de vítimas em todo o país. Só no Paraná, no último ano foram registrados mais de 53 mil casos e 59 mortes. Com tratamento baseado apenas no alívio dos sintomas, a principal forma de

Cidade de Pedra Branca, CE, usa peixe como método natural contra Aedes aegypti

  Revista Radis / Fiocruz Eles não carregam mais venenos dentro de suas bolsas. Aquele exército de homens de uniforme bege, todos com um embornal a tiracolo, um boné e o rosto queimado de sol, passou a usar uma nova arma contra o mosquito transmissor da dengue: ao invés de larvicida, os agentes de combate a endemias levam consigo uma garrafinha com um peixe de pouco mais de dois centímetros, conhecido na

Entidades criticam lei que prevê pulverização aérea de inseticida contra o Aedes

veneno

    A lei que autoriza o uso de aviões para pulverizar substâncias químicas contra o mosquito Aedes aegypti, sancionada esta semana pelo presidente interino, Michel Temer, foi duramente criticada por organizações de saúde e combate a agrotóxicos. Publicada na terça-feira (28) no Diário Oficial da União, a Lei 13.301/2016 prevê a “incorporação de mecanismos de controle vetorial por meio de dispersão por aeronaves mediante aprovação das autoridades sanitárias e da comprovação científica da

Anvisa decide que mosquitos transgênicos devem passar por regulação sanitária

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu que mosquitos geneticamente modificados utilizados para o controle de vetores no país são objeto de regulação sanitária no que diz respeito à segurança e eficácia. A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) já havia aprovado, preliminarmente, a liberação comercial da linhagem OX513A do Aedes aegypti, mosquito geneticamente modificado para controlar a população do vetor da dengue, da febre chikungunya e do vírus

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