BA: Pescadores tradicionais sufocados por deserto verde da Fibria S.A temem pelo futuro

  CPT Deserto Verde - os monocultivos de eucalipto - controlado pela Fibria S.A ameaça sobrevivência de pescadores tradicionais da região Sul da Bahia, que são criminalizados por defender seus direitos territoriais e a RESEX Cassurubá.   Reportagem / imagens: Thomas Bauer / CPT Bahia Edição: Elvis Marques / CPT Nacional Os olhos dos pescadores tradicionais mais antigos chegam a brilhar quando falam da riqueza dos manguezais, que fazem parte do Banco dos Abrolhos, situado no

Impactos Ambientais dos Eucaliptos, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] As questões ambientais ganham importância cada vez maior para a sustentabilidade do desenvolvimento socioeconômico das nações. Isto inclui questões relativas aos impactos ambientais de florestas de eucalipto, sobre a água, o solo, a biodiversidade e a atmosfera. Assertivas generalistas devem ser recebidas com ressalvas, pois de acordo com as análises elaboradas, os impactos ambientais das florestas de eucalipto dependem, fundamentalmente, das condições prévias ao plantio, da densidade pluviométrica, do tipo

Agronegócio e monoculturas, Parte 2/2, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Prosseguindo em sua reflexão, a FASE que é uma organização não-governamental voltada para a promoção dos direitos humanos, da gestão democrática e da economia solidária manifesta que o modelo agrícola aliado à concentração urbana e à massificação das mídias, modificou profundamente o consumo. Há uma padronização do gosto em escala planetária. Quatro grãos, a saber arroz, milho, trigo e soja, concentram a quase totalidade do consumo de cereais. Inicialmente evoluem

Agronegócio e monoculturas, Parte 1/2, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] A FASE que é uma organização não-governamental voltada para a promoção dos direitos humanos, da gestão democrática e da economia solidária exerce fundamentada reflexão, asseverando que atualmente os ciclos produtivos ocupam todo o território dos países. Nas culturas anteriores, para exportação de cana, café, borracha, cacau, algodão, ocupavam espaços delimitados do território, mantendo-se confinadas neles ou trocando por outras áreas. Hoje os ciclos produtivos tendem a se espraiar por todo

As monoculturas da mente, Parte 3/3, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Continuando a digressão de Vandana Shiva, física, escritora e ativista ambiental, o entrevistador Barsamian reflete que ela está empregando cada vez mais a terminologia da violência e da guerra, ao que ela argumenta que “a questão da violência é importante porque todo o paradigma da tecnologia como tem emergido e o paradigma econômico da globalização estão baseados na guerra. Você começa a desenvolver geneticamente uma semente. Onde isso começa?

As monoculturas da mente, Parte 2/3, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Prosseguindo a digressão de Vandana Shiva, física, escritora e ativista ambiental, foi indagada sobre eventos políticos internos da Índia, assim se referindo “o governo da Índia não abraçou a globalização de maneira voluntária. Em 1991, o Banco Mundial disse basicamente “Vocês tem de se ajustar estruturalmente”. Durante esse período, tínhamos um movimento muito intenso começado em 1988, quando os Estados Unidos mudaram suas leis de comércio e os representantes

As monoculturas da mente, Parte 1/3, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Vandana Shiva, física, escritora e ativista ambiental, é figura de destaque no movimento anti-globalização e consultora para questões ambientais da “Third World Network”. Entre suas atividades mais recentes, incluem-se iniciativas de ampla divulgação para a preservação das florestas da Índia, luta em favor das sementes como patrimônio da humanidade e programas sobre biodiversidade dirigidos a diferentes coletividades, além de pesquisas para o desenvolvimento de uma nova estrutura legal para

MPF investiga o impacto socioambiental do avanço das monoculturas na região do Médio Norte Araguaia

    Durante o encontro, foi debatida a necessidade de promover a união entre os povos e comunidades tradicionais que habitam a região do Médio Araguaia, para promover o enfrentamento dos problemas decorrentes do avanço da monocultura dependente de agrotóxicos, em especial da soja, sobre os seus territórios, com comprometimento da fauna, da flora e das próprias comunidades que vivem nos municípios da região. Entre os dias 18, 19 e 20 de dezembro

Monoculturas e agrotóxicos são as causas do sumiço das abelhas. Entrevista com Betina Blochtein

  “Estamos olhando só para abelhas sociais, que são criadas em colmeias, que têm foco na criação de mel ou mais recentemente na polinização. Não estamos olhando para as abelhas nativas da fauna silvestre, que estão prestando um serviço de polinização para manutenção dos ecossistemas ou mesmo contribuindo para o aumento de produção agrícola”, adverte a bióloga. Foto: info.abril.com.br Ainda é cedo para relacionar o sumiço das abelhas com o cultivo de espécies

Produção Integrada, artigo de Roberto Naime

  Foto: Marcos Santos / USP Imagens   [EcoDebate] Todos aqueles que já tiveram a oportunidade de conviver com regiões atendidas para produção integrada, seja de aves ou de suínos, sabem dos enormes benefícios advindos para a capacidade econômica e até mesmo para a qualidade de vida dos produtores. Então esta reflexão necessária que vai se desenvolver não deve ser entendida como qualquer forma de julgamento ou questionamento desta realidade. Que como várias

Denúncia: Plantações de eucalipto podem ser responsáveis por secar nascentes do rio Peruaçu/MG

    Laudo técnico recomenda que não sejam liberadas novas licenças para plantio O Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu, no norte de Minas Gerais, pode estar ameaçado. Denúncias recebidas pelas Amda apontaram que as águas das nascentes do Rio Peruaçu, localizadas dentro do Parque Estadual Veredas do Peruaçu, apesar de estarem totalmente protegidas por vegetação natural, estavam diminuindo drasticamente de volume. Vistoria realizada por equipe técnica da Semad (Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento

Com balanços social e ambiental controversos, plantio de dendê no Brasil triplica em 4 anos

  Óleo de palma é usado em 50% de produtos vendidos nos mercados. Estimulado por demanda, projeto previa uso de áreas degradadas para o cultivo de palma. Quatro anos depois, balanços social e ambiental são controversos. Em quase quatro anos, a área ocupada por dendezais no Brasil triplicou: os 50 mil hectares de 2010 saltaram para os atuais 160 mil hectares. Deste total, cerca de 10 mil hectares são geridos

Monocultivo e uso intensivo de agrotóxicos ameaçam a Chapada do Apodi (RN)

  Documentário “Chapada do Apodi – morte e vida” reúne críticas a projeto que ameaça 6 mil agricultores familiares. Assista ao vídeo e leia artigo do diretor Por Tiago Carvalho*, na Agência de Notícias Repórter Brasil Nas gravações de “Chapada do Apodi – morte e vida”, conhecemos José Holanda. Agricultor sem terra, durante 12 anos, foi peão na fazenda Boca da Mata, no alto da Chapada do Apodi, no Rio Grande do Norte.

A sujeira do Agronegócio, artigo de Mayron Régis

  O agronegócio já é praticamente senhor do sul do Maranhão e, agora, quer ser o único senhor do Baixo Parnaíba; mas, também, ele é o senhor do Mato Grosso, do Goiás, do Tocantins, de Rondônia, de parte de Minas Gerais, de São Paulo, da Bahia e do Piauí.     [Territórios Livres do Baixo Parnaíba] O estado brasileiro acredita no e defende o agronegócio. É só pegar o recente caso da Liminar de

Santa Quiteria, Baixo Parnaíba maranhense, proíbe plantios de eucalipto e soja

    [Por Mayron Régis, em Territórios Livres do Baixo Parnaíba] Ao longo de toda a história, o povo maranhense poucas vezes figurou como personagem principal de qualquer narrativa. A aprovação de um projeto de lei pela câmara de vereadores de Santa Quitéria, Baixo Parnaiba maranhense, que proíbe os plantios de eucalipto e de soja no município propicia uma reflexão sobre como um projeto de lei impacta diretamente as vidas de milhares de

Deserto verde em expansão no Paraná. Entrevista com Roberto Martins de Souza

  “Ao contrário do que anuncia o setor de papel e celulose, sua presença não implica em melhoria nas formas de vida locais. Por quanto esse padrão de acumulação capitalista drena há décadas toda a potencialidade econômica e social local para permitir a construção de um modelo que segue as pegadas de nossa matriz colonial, ainda que se aproprie do discurso da modernidade e da sustentabilidade”, afirma o pesquisador. Foto: http://bit.ly/1433EOP Confira a entrevista. Os

Bombas relógio que ameaçam a Natureza em Minas Gerais, por G. Wilson Fernandes e Newton P. U. Barbosa

    Com um dos patrimônios ambientais mais ricos do país, estado se ressente de negligência e irresponsabilidade pela introdução de espécies invasoras   Por G. Wilson Fernandes e Newton P. U. Barbosa [EcoDebate] A invasão de uma área por espécies animais e vegetais (invasão biológica) é um dos maiores problemas ambientais atuais. Esse processo manifesta-se pela introdução espontânea ou intencional de animais e plantas em locais onde elas não ocorrem naturalmente. As espécies invasoras

Deserto Verde: Plantio industrial de árvores ameaça camponeses no Paraná

  Monocultura de eucalipto. Foto de arquivo     Mais de 300 mil hectares do território paranaense são de propriedade da empresa de papel e celulose Klabin. Cidades onde há cultivo extensivo de pinus e eucalipto têm baixo índice de desenvolvimento humano. A reportagem é de Ednubia Ghisi e Geani Paula Souza e publicada pelo sítio Terra de Direitos, 09-08-2013. O monocultivo de madeira tem se tornado um grande inimigo dos camponeses paranaenses, e não é

Audiências públicas discutem impactos da monocultura do arroz no Marajó (PA)

  Colheitadeira colhendo arroz. Foto: Marcos Santos/USP Imagens   Promovidos pelo Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) e pelo Ministério Público do Estado do Pará (MP/PA), eventos serão realizados nos dias 12 e 13, em Salvaterra e Cachoeira do Arari Os impactos provocados pela monocultura de arroz no arquipélago do Marajó, no Pará, serão discutidos em audiências públicas agendadas para agosto pelo Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) e pelo Ministério Público do Estado

O pastor Feliciano e o Agronegócio, artigo de Antônio Canuto

    Desde que foi eleito para a Presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, o Pastor Feliciano têm sido alvo de críticas vindas de todos os lados da sociedade, em decorrência de suas ideias e opiniões. Confira artigo de Antônio Canuto, Secretário da Coordenação da CPT Nacional, sobre a atuação do deputado. O pastor Feliciano, desde que eleito para a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos

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