BA: Pescadores tradicionais sufocados por deserto verde da Fibria S.A temem pelo futuro

  CPT Deserto Verde - os monocultivos de eucalipto - controlado pela Fibria S.A ameaça sobrevivência de pescadores tradicionais da região Sul da Bahia, que são criminalizados por defender seus direitos territoriais e a RESEX Cassurubá.   Reportagem / imagens: Thomas Bauer / CPT Bahia Edição: Elvis Marques / CPT Nacional Os olhos dos pescadores tradicionais mais antigos chegam a brilhar quando falam da riqueza dos manguezais, que fazem parte do Banco dos Abrolhos, situado no

Deserto verde e Defaunação, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “A floresta precede os povos E o deserto os segue” (Chateaubriand)     [EcoDebate] O Brasil já destruiu 93% da Mata Atlântica, mais de 50% do Cerrado e mais de 20% da Amazônia. A degradação não poupou outros biomas, tais como a Mata de Cocais, os Mangues, a Caatinga, a Mata de Araucária, os Pampas e o Pantanal. Assim, o Brasil que não pensa em restaurar a sua rica biodiversidade original, tem muita

Deserto Verde: Plantio industrial de árvores ameaça camponeses no Paraná

  Monocultura de eucalipto. Foto de arquivo     Mais de 300 mil hectares do território paranaense são de propriedade da empresa de papel e celulose Klabin. Cidades onde há cultivo extensivo de pinus e eucalipto têm baixo índice de desenvolvimento humano. A reportagem é de Ednubia Ghisi e Geani Paula Souza e publicada pelo sítio Terra de Direitos, 09-08-2013. O monocultivo de madeira tem se tornado um grande inimigo dos camponeses paranaenses, e não é

Cartilha apresenta os impactos socioambientais da expansão do monocultivo de eucalipto e pinus

  Publicação traça a geografia das plantações e seus impactos socioambientais  O “Escravo, nem pensar!” começa o ano lançando a cartilha “Deserto Verde” – os impactos do cultivo de eucalipto e pinus no Brasil. A publicação, elaborada pelo programa com base em pesquisa do Centro de Monitoramento de Agrocombustíveis, outro projeto da ONG Repórter Brasil, traz uma análise dos impactos socioambientais gerados pela monocultura do eucalipto e do pinus (culturas conhecidas como

Justiça proíbe corte e transporte de eucalipto da VCP, Votorantim Celulose e Papel

A Justiça de São Luís do Paraitinga, concedeu LIMINAR, nesta terça-feira (oito de setembro de 2009) proibindo o corte de eucalipto na Fazenda Sertãozinho-II e outras, nos entornos do Distrito de Catuçaba, bem como o respectivo transporte de eucalipto, através de caminhões de qualquer dimensão pela via principal ou adjacências do referido Distrito de São Pedro de Catuçaba até a realização, pela empresa Votorantim de um aprofundado Estudo de Impacto

Na luta contra a monocultura do eucalipto. Entrevista especial com Wagner Giron de La Torre

As plantações de eucalipto já fazem parte da paisagem de São Luiz do Paraitinga. Foto de Carlos Juliano Barros Defensor público, Wagner Giron de La Torre vem assumindo o seu papel em prol das populações do Vale do Paraíba (SP) que lutam contra a monocultura do eucalipto, que hoje já ocupa 20% do território de cidades como São Luiz do Paraitinga. Recentemente, ele ajudou a aprovar uma liminar que suspende corte

Blogosfera: Professor Backup, da UFRGS, alerta sobre ‘Diálogo Florestal’, no Os Verdes Tapes

A criação e o desdobramento das atividades do assim chamado "Diálogo Florestal" vem sendo acompanhados pelos integrantes das diversas ONGs de caráter sócio-ambiental no RS com um misto de curiosidade e de desconfiança e com um pouco de apoio localizado. Para o professor Ludwig Backup, doutor da UFRGS, o mesmo acredita que algo está fora da ordem. "A grande maioria das pessoas com que tenho conversado consideram o objetivo de

Os segredos da monocultura no Baixo Parnaíba Maranhense, artigo de Mayron Régis

[EcoDebate] Os ativos da Suzano no Maranhão e o projeto de reflorestamento com eucalipto da empresa no Piauí apontam para a ponta de um iceberg financeiro bem maior que se desloca da região de Mata Atlântica para os biomas de pouca expressão midiática como os Pampas, no estado do Rio Grande do Sul, o Cerrado e a Caatinga, na região meio-norte – estados do Maranhão, Piaui e Tocantins. 16677

Baixo Parnaíba quer recuperação pelo Grupo Suzano

Microrregião do Baixo Parnaíba Maranhense (Wikipédia) No momento em que o grupo Suzano Papel e Celulose anuncia investimentos da ordem de 3 bilhões de reais para a construção de uma fábrica na região tocantina, entidades da sociedade civil organizada se reúnem para uma tomada de posição sobre os problemas enfrentados pela população de 9 municípios da região do Baixo Parnaíba com os mais de 100 mil hectares de eucaliptos plantados e

Suzano no Maranhão e no Piauí, artigo de Mayron Régis

Monocultura de eucalipto, em foto de arquivo [EcoDebate] Houve um tempo em que as pessoas conferenciavam com outras pessoas, em salas minúsculas ou espaçosas, sobre assuntos de amor, de doenças e de dinheiro. Os por fora dessas conferências acusavam as primeiras de tolas e as outras de charlatãs. Quem queria pegar pesado via nisso bruxaria. Algumas pessoas creditavam a toda sorte de crendices, mandingas e coisa e tal como

Brasil: as plantações da Veracel, a usurpação certificada

Em 1991, a Veracel Celulose, sob o nome Veracruz Florestal, chegou no Extremo Sul da Bahia. Originalmente, a região, de clima úmido, era coberta por vários tipos de Mata Atlântica, atualmente devastada e substituída por cultivos, pastagens e silvicultura (monocultura de eucalipto). Um “modelo de desenvolvimento” baseado em desmatamentos, violência, expulsão de população camponesa foi imposto para a região, facilitou o processo de implantação da monocultura de eucalipto e de fábricas de

Plantações, pobreza e poder. O papel da Europa na expansão da indústria da celulose no Sul

Antes da atual crise econômica global, a indústria de celulose tinha cobiçosos planos de expansão. Mesmo que a indústria fechasse fábricas no Norte, estava se espalhando drasticamente no Sul onde cerca de cinco milhões de toneladas de nova capacidade deviam ser iniciadas a cada ano em um período de cinco anos. Vastas áreas de plantações de monoculturas de árvores foram estabelecidas a fim de fornecer matéria-prima para as novas mega

Votorantin e Aracruz: gigantes da celulose contra a sociedade e o meio ambiente. Entrevista especial com Carlos Tautz

Monocultura de eucalipto, em foto de arquivo MMA Não é de hoje que a monocultura do eucalipto causa rupturas nos laços sociais e ambientais. Isso, porque é uma forma de cultivo “que utiliza de forma intensa os nutrientes do solo, em especial, uma quantidade muito superior de recursos hídricos, com relação a outras culturas, além de tirar da área rural a figura humana, como também as culturas que garantiam a diversidade

A Paineiras acha pouco … artigo de Mayron Régis

[EcoDebate] As pessoas tendem a achar que o céu está próximo e que documentação de terra farta cai dele como uma benção divina ou esconde-se em algum baú pronta para ser lavrada em cartório. Como se já não bastasse a desigualdade social, com a qual se convive diariamente, a sensação da proximidade do céu para uns acarreta outro tipo de desigualdade: a desigualdade espiritual. 8056

Monocultura de eucalipto degrada o solo e emite carbono

Monocultura de eucalipto, em foto de arquivo Apesar de toda a evidência científica que existe sobre o impacto das monoculturas de árvores em grande escala, a Convenção de Mudança Climática faz questão em promovê-las, com o falso argumento de as plantações poderem mitigar os efeitos da mudança climática ao agirem como “sumidouros de carbono”. Os impactos negativos das monoculturas de árvores em áreas florestais têm sido amplamente pesquisados e documentados em quase

Amigos da Terra apresentam estudo de caso sobre o impacto da expansão das monoculturas de eucalipto sobre as mulheres

A Friends of the Earth e Movimiento Mundial por los Bosques Tropicales (WRM) estão desenvolvendo o projeto "A FUNÇÃO DA UNIÃO EUROPÉIA NO DESEMPODERAMENTO DAS MULHERES NO SUL ATRAVÉS DA CONVERSÃO DOS ECOSSISTEMAS LOCAIS EM PLANTAÇÕES DE ÁRVORES" e em parceria com o Núcleo Amigos da Terra/Brasil, produziu um estudo sobre a expansão das monoculturas de eucalipto sobre o Pampa gaúcho. A autoria é da bióloga e mestre em Educação

Jornalista uruguaio expõe ‘a fraude da celulose’

Em visita a Porto Alegre (RS) para participar do lançamento do Movimento Gaúcho em Defesa do Meio Ambiente (Mogdema), o jornalista uruguaio Victor Bacchetta falou sobre os mitos ambientais e sociais dos benefícios das empresas de celulose. Contaminação das águas por efluentes, ressecamento de mananciais e êxodo rural são alguns dos impactos da monocultura de eucalipto e das fábricas de celulose no Uruguai. O tema é retratado pelo jornalista Victor Bacchetta

Empresa de celulose, condenada por desmatamento, recebe apoio de governador do PT

A despeito da condenação pela Justiça da Veracel por desmatar 96 mil hectares de Mata Atlântica no sul da Bahia, o governo do Estado não tem medido esforços para que a empresa mantenha – e amplie – seus negócios na região. A Veracel atua no ramo da celulose e é fruto de uma parceria entre a sueco-finlandesa Stora Enso e a brasileira Aracruz. Atualmente, ela atua em dez municípios do

Uruguay: Plantações de eucalipto degradam solos e emitem carbono

Apesar de toda a evidência científica que existe sobre o impacto das monoculturas de árvores em grande escala, a Convenção de Mudança Climática faz questão em promovê-las, com o falso argumento de as plantações poderem mitigar os efeitos da mudança climática ao agirem como “sumidouros de carbono”. 7157

O que fazer com tantos eucaliptos? artigo de Paulo Mendes Filho

[What to do with so many eucalypts? article by Paulo Mendes Filho] Monocultura de eucalipto A pressão pelas papeleras mobilizou o governo Yeda desde o início do mandato. Por conta dessa pressão, foi atropelado o Zoneamento Ambiental da Silvicultura, produto bem acabado, de vários cientistas, professores, trabalhadores da Fepam e da Fundação Zoobotânica. Estivemos presentes em todas as audiências públicas organizadas pela FEPAM, Força Sindical e papeleras. Assistimos, em minoria, a força organizada

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