Brasil pode produzir 10 bi de litros de etanol de segunda geração até 2025, diz ONU

  Por Diego Freire, Agência FAPESP     Para cumprir os compromissos firmados na 21ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 21), no último mês de dezembro, em Paris, o Brasil precisa diminuir suas emissões de gases de efeito estufa em 37% até 2025. Uma saída está em investimentos na ampliação de biocombustíveis derivados da cana-de-açúcar na matriz energética brasileira, como o etanol de segunda geração, diz relatório da

Percentual de bioenergia utilizada pelo Brasil supera em cinco vezes países da OCDE

  Participação da bioenergia – etanol e biodiesel – no sistema de transportes brasileiro em 2014 atingiu 17,6%   O Brasil é um dos países que mais utiliza fontes renováveis de energia no mundo. Um exemplo disso é a participação da bioenergia (etanol e biodiesel) no sistema de transportes brasileiro em 2014, que atingiu 17,6%. O percentual é cinco vezes superior ao verificado nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico

E tome cana! crônica de Paulo Sanda

  [EcoDebate] Um dia eu estava em uma padaria pela manhã, quando dois jovens aparentemente pedreiros entraram e pediram: - Dá duas branquinha. O balconista está servindo e ia espremer o famoso limãozinho quando o mais novo diz: - Limão não! Tá me dando uma queimação danada no estômago.... Caracas, o sujeito toma um copão de cachaça as 8 da manhã e o que está queimando o que está fazendo mal é o limão? Hoje a

Publicação aborda as más condições de trabalho nos canaviais

    Programa Escravo, nem pensar! lança material didático que discute o pagamento por produtividade, exposição a altas temperaturas, trabalho escravo e mortes por esforço excessivo. Faça o download da publicação, aqui. (Escravo, nem pensar!) A história da cana-de-açúcar confunde-se com a do próprio Brasil. Atualmente, o setor sucroalcooleiro ainda é um dos mais relevantes e expressivos na economia brasileira, devido à exportação de açúcar e do bioetanol, ambos produtos da cana-de-açúcar. Contudo, é preciso ressaltar que

O desenvolvimento (in)sustentável do agronegócio canavieiro, por Polyana Felipe Ferreira da Costa, Marcelo Saturnino da Silva e Solange Laurentino dos Santos

  Ciência & Saúde Coletiva Print version ISSN 1413-8123 Ciênc. saúde coletiva vol.19 no.10 Rio de Janeiro Oct. 2014 http://dx.doi.org/10.1590/1413-812320141910.09472014   O desenvolvimento (in)sustentável do agronegócio canavieiro (Un)sustainable development of the sugarcane agribusiness Polyana Felipe Ferreira da Costa1, Marcelo Saturnino da Silva2, Solange Laurentino dos Santos3 1Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, Universidade Federal de Pernambuco. Av. Prof. Moraes Rego s/n, Cidade Universitária. 50.670-901 Recife PE Brasil. polyanafelipe@yahoo.com.br 2Departamento de Educação da Universidade Estadual da Paraíba 3Departamento de Medicina Social, Universidade Federal de Pernambuco RESUMO Nos

Nova geração de etanol, produzido através dos resíduos vegetais, ganha força no mundo

    Uma nova era de biocombustíveis começa a se fortalecer no mundo. A última geração de etanol, produzido através dos resíduos vegetais, já é fabricada em uma dezena de usinas na Itália, na Dinamarca ou no Brasil e é um passo importante para reduzir a dependência dos combustíveis fósseis, como o petróleo. No início de setembro, foi aberta a primeira usina deste tipo nos Estados Unidos, na cidade de Emmetsburg. A presença

Cana na Amazônia: pressão para mais desmatamento, artigo de Flávia Camargo

    No momento em que as taxas de desmatamento na Amazônia voltaram a elevar-se, o Senado pretende aprovar o Projeto de Lei do Senado (PLS) 626/2011 que autoriza o plantio de cana nas áreas alteradas em geral e nas áreas de Cerrado e “Campos Gerais” da Amazônia Legal. A proposta poderá contribuir direta ou indiretamente para elevar ainda mais o desmatamento que, no último ano, aumentou quase 30%. Ironicamente, o projeto coloca

Cana na Amazônia: pressão para mais desmatamento, artigo de Flávia Camargo

  No momento em que as taxas de desmatamento na Amazônia voltaram a elevar-se, o Senado pretende aprovar o Projeto de Lei do Senado (PLS) 626/2011 que autoriza o plantio de cana nas áreas alteradas em geral e nas áreas de Cerrado e “Campos Gerais” da Amazônia Legal. A proposta poderá contribuir direta ou indiretamente para elevar ainda mais o desmatamento que, no último ano, aumentou quase 30%. Ironicamente, o projeto coloca

Comissão do Senado aprova o plantio de cana na Amazônia Legal, nas áreas já desmatadas de floresta

    A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) aprovou nesta terça-feira (3) projeto que permite o cultivo de cana-de-açúcar na Amazônia Legal, nas áreas já desmatadas de floresta, e nos trechos de cerrado e campos gerais dos estados que compõem essa região, como por exemplo, Tocantins, Mato Grosso e Maranhão. De acordo com o PLS 626/2011, o plantio de cana nas áreas da Amazônia Legal deverá ocorrer nas áreas

Comissão do Senado analisa projeto que autoriza o plantio de cana na Amazônia

    A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) poderá votar, na quarta-feira (27), em reunião marcada para as 14h, projeto que autoriza o plantio de cana-de-açúcar na Amazônia Legal, sendo permitido o cultivo em áreas já desmatadas de floresta e em todas as situações nos biomas cerrado e campos gerais. De acordo com o projeto (PLS 626/2011), o plantio da cultura nessas regiões deve ter como diretrizes, entre outras,

PF é acionada para punir aliciadores de mão de obra em fazendas de laranja e cana-de-açúcar no interior paulista

    O Ministério Público do Trabalho (MPT), em Bauru (SP), pedirá à Polícia Federal a instalação de inquéritos para apurar irregularidades trabalhistas em fazendas de laranja e cana-de-açúcar no interior paulista. Os recrutadores das propriedades – conhecidos também como gatos - podem ser responsabilizados pelos crimes de aliciamento, redução de pessoas ao trabalho escravo e a frustração de direitos trabalhistas. Segundo o procurador Luis Henrique Rafael, o objetivo é que com a

Investidores devem cobrar de Coca-Cola e PepsiCo tolerância zero à apropriação de terras na cadeia de produção de açúcar

    Investidores holandeses são incitados a cobrar de empresas do ramo alimentício  maior compromisso com a prevenção de conflitos de terras na produção de cana-de-açúcar As reações das instituições financeiras ING Bank, Rabobank, ABN AMRO Bank, Aegon, PGGM e ABP foram provocadas pelo relatório “O GOSTO AMARGO DO AÇÚCAR”, da Oxfam, dirigida à Coca-Cola, PepsiCo e ABF Em reação ao lançamento global do relatório O GOSTO AMARGO DO AÇÚCAR – O direito à

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