Atitude de consumo como gesto engajado, Parte 4/4 (Final), artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Cada vez mais se estabelece atitude de cidadania que transforma o gesto de consumo de produtos e serviços em símbolo de engajamento, com posicionamentos percebido pelos indivíduos como posturas de responsabilidade socioambientais congruentes com as necessidades da sociedade. Diante desta realidade, os mercados se alteram, mesmo dentro de arranjo social convencional e passam cada vez mais a desempenhar função social relevante. E tendem a ser cada vez menos ludibriados por

Atitude de consumo como gesto engajado, Parte 3/4, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] CRUZ, (2013) assinala que a primeira teoria que compõe o que hoje se caracteriza como Responsabilidade Social Corporativa é apresentada com um viés do retorno que algumas práticas podem gerar a uma determinada empresa. Entretanto, esta teoria não tem como objetivo a busca pela rentabilidade econômica das atividades estruturadas. Embora semelhante no que diz respeito às ações, a principal diferença para a Teoria dos Acionistas é que os princípios da

Atitude de consumo como gesto engajado, Parte 2/4, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Responsabilidade Social Corporativa (RSC), por ser um tema transversal que perpassa diversas áreas de conhecimento, desde a Filosofia, por meio do entendimento da Ética, até a Administração, na busca de melhores retornos tangíveis e intangíveis na forma de construção de imagem e reputação. A RSC tem recebido, nos últimos anos, uma atenção especial no contexto empresarial mundial. Entretanto, o viés adotado para abordagem RSC depende da orientação que o autor

Atitude de consumo como gesto engajado, Parte 1/4, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] CRUZ (2013) faz reflexões sobre a Responsabilidade Social Corporativa (RSC), que tem permeado o cotidiano empresarial nos últimos anos e as orientações teóricas sobre esse conceito divergem de acordo com a área de conhecimento e o interesse do autor. A teoria mais conhecida é a dos “stakeholders” ou “partes interessadas”, que propõe a gestão dos interesses de todos os atores ligados, direta ou indiretamente, a uma empresa. O consumidor é

Benefícios da sustentabilidade para as pequenas empresas, artigo de Reinaldo Dias

    [EcoDebate] A agenda de negócios, está mudando e deverá sofrer ainda mais profundas alterações no futuro próximo, pois a mudança climática e outras políticas ambientais marcarão as pautas das empresas nos próximos anos e, portanto, é o momento para que os empresários assumam estes desafios que as tornarão não somente sustentáveis, mas também competitivas. Os consumidores conscientes estão em contínuo crescimento, e estes compreendem que as pequenas ações conduzem a grandes

Desafio ético nos grandes projetos de infraestrutura, artigo de Fernando Faria

    [EcoDebate] O próximo dia 18 marcará o encerramento de mais um ciclo olímpico. Duas questões ficarão no ar após este evento: como a história lembrará o legado dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016; e se a cidade do Rio de Janeiro irá prosperar depois dos investimentos na implantação do VLT, na expansão da linha 4 do metrô, na revitalização das vias expressas com implementação do BRT e no comprometimento

A parcela de culpa da comunicação na falsa sustentabilidade empresarial, artigo de Backer Ribeiro

opinião

    [EcoDebate] Todos os anos, no dia 5 de junho celebramos o Dia Mundial do Meio Ambiente. Bonitos discursos são proferidos nesta data, comprovando mais uma vez que nunca na história se falou tanto sobre meio ambiente e sustentabilidade. Políticos de todos os níveis da administração pública, falam das medidas adotadas em suas administrações, ONG’s apresentaram seus projetos para a preservação e conservação do planeta, e as organizações empresariais trataram de

Relatórios corporativos de emissão de carbono são inconsistentes, aponta estudo da KPMG

    Os relatórios de emissão de carbono das maiores empresas do mundo são inconsistentes, o que impossibilita a comparação de desempenho de forma simples e precisa, segundo a nona edição da “Pesquisa sobre relatórios de responsabilidade corporativa” (em inglês, KPMG Survey of Corporate Responsibility Reporting), realizada pela KPMG Internacional. Foram analisadas as informações sobre emissão de carbono divulgadas pelas 250 maiores empresas do mundo em relatórios financeiros anuais e de responsabilidade corporativa

Responsabilidades socioambientais pós consumo, artigo de Antonio Silvio Hendges

    [EcoDebate] Resíduos pós-consumo são uma característica da sociedade atual, mas existem alguns que são especiais em relação ao volume em que são produzidos ou por aspectos e propriedades específicas que exigem formas especiais de acondicionamento, coleta, transporte, tratamento e destinação final após sua vida útil e/ou obsolescência. São resíduos especiais às lâmpadas, baterias, pilhas, restos e embalagens de agrotóxicos, óleos lubrificantes usados com seus restos e embalagens, pneus, veículos automotores

Irresponsabilidade das empresas e omissão do Estado já anunciavam a tragédia em Mariana

  Irresponsabilidade das empresas e omissão do Estado já anunciavam a tragédia em Mariana. Entrevista especial com Ana Flávia Santos   “Um ponto de partida para compreender o rompimento da barragem de Fundão é frisar que não foi um desastre natural”, aponta a pesquisadora. Foto: Colada Web   Uma série de negligências, burocracias e desrespeito aos direitos humanos e ao meio ambiente engrossam a lista de problemas gerados em nome do lucro. No Brasil essa é

Sustentabilidade e a visão tradicional de responsabilidade social, artigo de Reinaldo Dias

    [EcoDebate] No começo de agosto de 1987, a Assembleia das Nações Unidas tornou público o relatório Nosso Futuro Comum, elaborado pela Comissão Mundial do Meio Ambiente e Desenvolvimento, que define o conceito de desenvolvimento sustentável como sendo “aquele que satisfaz as necessidades das atuais gerações sem comprometer as capacidades das gerações futuras de satisfazer suas próprias necessidades”. O documento destaca ser impossível separar o desenvolvimento econômico da temática ambiental para que

Subprocuradora diz que houve negligência e omissão da Samarco em Mariana

    As causas e os impactos do rompimento da barragem de rejeitos de mineração da Samarco, empresa controlada pela Vale e pela BHP Bilinton, em Mariana (MG) ainda estão sendo investigados. A subprocuradora-geral da República, Sandra Cureau, afirma que já é possível dizer que houve “negligência e omissão” da empresa no caso. Em entrevista à Agencia Brasil, a coordenadora da Câmara de Meio Ambiente e Patrimônio Cultural do Ministério Público Federal

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