Vínculos entre acidentes em engenharia e o ambiente de obra, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

    [EcoDebate] As recentes tragédias de Mariana, Brumadinho, os problemas ocorridos e anunciados com viadutos em São Paulo, e tantos eventos da mesma natureza já ocorridos no país, em que são contabilizados um enorme número de mortos e prejuízos sociais incalculáveis, têm suscitado diversas avaliações focadas nos mais diversos aspectos técnicos e gerenciais envolvidos. Neste artigo abordo um desses aspectos, que me parece um dos fundamentais, o qual não tem sido

Passivo ambiental repassado a nova gestão da SEAMA/ES – Quem responde pela omissão da gestão passada? Artigo de Roosevelt Fernandes

    A Secretaria de Estado de Meio ambiente e Recursos Hídricos (SEAMA – ES) acaba de passar por um troca de gestores, processo natural decorrente da eleição do novo Governador e das novas indicações de seu secretariado. Este novo grupo de gestores herdou um passivo ambiental deixado pela antiga gestão, produto da omissão frente as necessárias respostas que foram formalizadas (requerimentos protocolizados) junto a presidência dos Conselhos Estadual de Meio Ambiente (CONSEMA)

Controle e redução da poluição ambiental, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] A poluição pode ser entendida como qualquer alteração em um meio, de modo a tornar o ambiente deletério ou prejudicial ao ser humano ou a qualquer forma de vida que este ambiente normalmente abriga, ou que prejudique uma funcionalidade de vida. Qualquer mudança em um ambiente, resultante da introdução de poluentes na forma de matéria ou energia, pode ser entendida como poluição. Geralmente, associa-se a poluição aos malefícios que possam ser

O Princípio da Precaução tão urgente e ao mesmo tempo, tão esquecido – artigo de Sucena Shkrada Resk

    Princípio da Precaução Memória, ah, essa memória histórica, que dá sentido e é importante para começos e recomeços. Nesse recuperar do tempo, o Princípio 15 – da Precaução (precautio-onis, em latim), instituído da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio 92), que se tornou essencial no Direito Ambiental, é tão emergente hoje e ao mesmo tempo tão esquecido no tabuleiro da governança pública local e global... Trata-se, no fundo,

Passivo Ambiental e os Novos Gestores da SEAMA (ES), artigo de Roosevelt Fernandes

    [EcoDebate] Os gestores da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEAMA / IEMA / AGERH) deixaram um passivo significativo para àqueles que agora assumem o órgão. Os questionamentos não assumidos pelos então gestores do órgão normativo de meio ambiente e recursos hídricos foram formalmente propostos pelas entidades da sociedade civil organizada com assento nos Conselhos Estadual de Meio Ambiente (CONSEMA) e no Estadual de Recurso Hídricos (CERH). Os requerimentos protocolizados

Série de Artigos – ‘Expertise’ e governança ambiental, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] LÉTORNEAU (2014) assevera que muitos termos possuem um sentido técnico sem que ele seja evidente para todos como a “governança ambiental”. Termo que remete no contexto atual a uma participação cidadã nesse tipo de questão, por exemplo, da saúde de um ecossistema específico, tal como uma floresta ou um vale agrícola, a partir de preocupações partilhadas e não a partir de uma problemática de controle organizacional. Governança transcende a assistencialismo social.

‘Expertise’ e governança ambiental, Parte 6/6 (Final), artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] LÉTORNEAU (2014) considera o caso das previsões que se quereriam adequadas para preparar uma "adaptação" às mudanças climáticas. Nesta situação, não basta consultar climatologistas, também serão necessários economistas, especialistas em relações internacionais e especialistas da comunicação, sem esquecer os “experts” em construção de edifícios ao abrigo dos acasos ambientais, em logística para facilitar o trabalho no caso de evacuação, incêndio ou deslizamento de terreno. Estas questões estão nas mãos de um

‘Expertise’ e governança ambiental, Parte 5/6, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] LÉTORNEAU (2014) evidencia que estes debates que dizem respeito à água, à energia, à floresta, à pesca, aos ecossistemas, são, cada vez mais, complexos e difíceis de dominar. Os recursos à expertise são disseminados tanto entre os gestores como junto ao grande público que são as pessoas que desejam manter-se atualizadas e, se possível, participar da discussão (LÉTOURNEAU, 2012). Se um interesse pelas questões ambientais é algo importante para uma pessoa,

‘Expertise’ e governança ambiental, Parte 4/6, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] LÉTORNEAU (2014) destaca que falar de "governança" não remete de maneira evidente às mesmas coisas para todas as pessoas, mesmo quando muito instruídos. O termo "governança" é utilizado com diversos sentidos e se percebe que esses diversos sentidos estão de fato ligados à pluralidade de comunidades de usuários. Há um uso geral que remete simplesmente ao fato de governar de uma maneira determinada. É possível fazer referência à velha palavra

‘Expertise’ e governança ambiental, Parte 3/6, artigo de Roberto Naime

    Governança Ambiental [EcoDebate] LÉTORNEAU (2014) manifesta que a inteligibilidade dos discursos especializados e de seus saberes e métodos é limitada para terceiros, pois o pleno sentido do discurso qualificado do especialista somente é acessível dentro de um círculo fechado, mesmo quando seus resultados pretendam-se comunicáveis a ponto de permitir informar as decisões. Terminologias especializadas são exigidas por todas as “expertise”, elas são em alguma medida "caixas pretas" cujo mecanismo é desconhecido pelos

‘Expertise’ e governança ambiental, Parte 2/6, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] LÉTORNEAU (2014) manifesta que a “expertise” se desenvolveu porque as questões a serem tratadas são altamente complexas e demandam uma abordagem extensiva e competente. Sempre se ressalta neste espaço a complexidade que é a característica da sociedade moderna. Se faz apelo ao especialista porque qualquer outro não estaria em condições de tratar essas questões de maneira igualmente satisfatória. Esse processo é resultado direto da especialização, a qual se desenvolveu progressivamente

‘Expertise’ e governança ambiental, Parte 1/6, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] LÉTORNEAU (2014) assevera que muitos termos possuem um sentido técnico sem que ele seja evidente para todos como a "governança ambiental". Termo que remete no contexto atual a uma participação cidadã nesse tipo de questão, por exemplo, da saúde de um ecossistema específico, tal como uma floresta ou um vale agrícola, a partir de preocupações partilhadas e não a partir de uma problemática de controle organizacional. Governança transcende a assistencialismo social.

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