Fracking: Representantes da Justiça de SP criticam exploração de xisto; ANP defende atividade

  O gás de xisto pode servir na geração de energia elétrica ou como combustível nas indústrias. Um dos temores é que sua extração possa contaminar o Aquífero Guarani Lúcio Bernardo Jr./Câmara dos Deputados Representantes da Justiça de São Paulo criticaram nesta quinta-feira (7) a exploração de gás de xisto na região da bacia do rio Paraná. Para eles, a 12ª Rodada de Licitações para explorar o combustível deve continuar suspensa. Já para

AGROTÓXICOS ¿Realmente creen que cualquier fauna silvestre sobrevive al bombardeo químico de agricultores año tras año? Por Graciela Vizcay Gomez

  "He escrito extensamente sobre agricultura y especialmente pesticidas por dos razones.Estoy convencido de que la agricultura durante milenios fue civilización. Pero desde fines del siglo XIX la agricultura se vio obligada a industrializarse supuestamente para alimentar al mundo. Las granjas gigantes que cultivaban una sola cosecha sonaron como la campana de la cena de innumerables plagas de insectos. Esto desencadenó una guerra química en la granja", según un artículo de

TAC define aplicação de recursos para compensação de danos a indígenas, pelo empreendimento Onça Puma, da Vale

  Mineração segue paralisada por ordem judicial. Com o acordo, devem ser liberados cerca de R$ 38 milhões; serão contempladas aldeias dos Kayapó e Xikrin Foto: Leonardo Prado/Secom/PGR O Ministério Público Federal (MPF) celebrou Termo de Ajuste de Conduta (TAC), nesta quinta-feira (7), com indígenas da etnia Kayapó afetados pelo empreendimento Onça Puma, da Vale, determinando a forma de aplicação dos recursos depositados pela mineradora. O acordo prevê o uso de

PA: Pesquisadores que estudam impactos da mineradora Belo Sun denunciam intimidação

  Estudantes e professores universitários fizeram denúncia ao MPF depois de tentarem apresentar resultados de pesquisa na UFPA e serem impedidos por prefeito favorável à mineradora Foto: Ascom/MPF-PA Um grupo de pesquisadores apresentou denúncias de intimidação e ameaças na quinta-feira (29) ao Ministério Público Federal (MPF) em Belém, depois de terem sido, segundo os relatos, impedidos de apresentar resultados de pesquisa no evento Veias Abertas da Volta Grande do Xingu, que

Todos os dias são Black Friday para destruir nosso planeta, por George Monbiot

    IHU “Um crescimento global de 3% significa que o tamanho da economia mundial se duplica a cada 24 anos. Esta é a razão pela qual a crise ambiental está se acelerando neste ritmo. Ainda assim, o plano é assegurar que se duplique e volte a duplicar, e continue duplicando eternamente. Em nossa busca por defender o mundo da voragem destrutiva podemos pensar que estamos lutando contra corporações e governos e a

Os interesses econômicos por trás (ou debaixo) da lama de rejeitos da mineração

  Os dois anos do maior crime socioambiental do país provocado por uma empresa minerária revelam o lobby de um setor altamente lucrativo junto aos poderes Legislativo e Judiciário Por Katia Machado - EPSJV/Fiocruz Novembro de 2017: em meio a incertezas sobre a possibilidade de retorno ao antigo modo de vida, moradores dos distritos de Bento Rodrigues e Paracatu de Baixo, região central de Minas Gerais, atingidos há dois anos pela lama da

Multas ambientais poderão ser convertidas em serviços de recuperação de áreas degradadas

    Por Dayana Vítor, da Radioagência Nacional O decreto que permite a conversão de multas ambientais em não quitadas em prestação de serviços de reflorestamento ambiental foi assinado pelo presidente Michel Temer em Miranda (MS). A medida autoriza que mais de R$ 4 bilhões em multas aplicadas por órgãos federais como o Ibama sejam convertidas em investimentos ambientais. Atualmente a União consegue arrecadar apenas 5% dessas penalidades. O decreto estabelece que o interesse em

Alerta! Desastre socioambiental em Peruíbe/SP, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] A definição e construção de grandes obras, sem participação e controle social, virou sinônimo de corrupção, de destruição ambiental, de remoção forçada de populações (quase sempre dos pobres, de comunidades tradicionais). No Brasil de hoje, no Brasil real, os exemplos estão ai para demonstrar o quanto se desvia dinheiro para fins escusos em obras justificadas pelos governantes como de interesse público (?), essenciais ao “desenvolvimento” (de quem?), para a geração

Impactos sociais e ambientais da Bralanda no Sul e no Extremo Sul Baiano, por Elissandro dos Santos Santana e Ramon Rafaello

Impactos sociais e ambientais da Bralanda no Sul e no Extremo Sul Baiano Elissandro dos Santos Santana Ramon Rafaello Resumo: Este trabalho resultou de pesquisa bibliográfica em torno dos impactos sociais e ambientais provocados pela BRALANDA nos territórios do Sul e do Extremo Sul da Bahia ao longo dos anos. A partir das leituras e das observações feitas foi possível elaborar uma análise dos fatos, problematizar histórico-econômico-socialmente o objeto estudado e refletir acerca

Seminário regional debateu sobre impactos ambientais e sociais dos parques de energia eólica no Nordeste

IRPAA Fortes relatos de quem sente na pele todas as consequências da instalação dos parques eólicos nos seus territórios de origem e a certeza de não ser viável esse modelo de geração de energia, marcaram o Seminário sobre os impactos ambientais e sociais dos parques eólicos no Nordeste brasileiro. O evento reuniu de 22 a 24 de setembro deste ano, em Juazeiro – BA, cerca de 50 pessoas impactadas pela instalação

O Planeta é o que você come! artigo de Liliane Rocha

    [EcoDebate] Jargão comum em nossa sociedade quando pensamos em práticas alimentares nos diz que “você é o que você come”, mas a realidade talvez seja ainda mais complexa e interdependente, mostrando que “o Planeta é o que você come”. Sim, o que comemos não é apenas uma reflexão individual, mas coletiva. Abandonarei aqui o diálogo extremista, começando por revelar que não sou vegetariana. Embora, toda a minha vida tenha convivido com

Pressionado, governo anuncia novo decreto sobre exploração mineral na Reserva Natural do Cobre e Associados (Renca)

    Do WWF Decreto mantém a extinção da Renca e apenas reforça o que já prevê a legislação ambiental para mineração em áreas protegidas; Segundo a ONG, o novo decreto para a Renca é tímido e mantém os riscos socioambientais à região. Pressionado pela repercussão negativa causada pelo decreto que extinguiu na semana passada a Reserva Natural do Cobre e Associados (Renca), o governo anunciou nesta terça-feira (28) um novo decreto que define

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