Crescimento do rebanho e aumento no uso de fertilizantes nitrogenados elevam emissões na Agropecuária

  Crescimento recorde do rebanho e aumento de 23% no uso de fertilizantes nitrogenados elevam emissões na Agropecuária     As emissões de gases de efeito estufa na agropecuária subiram quase 2% entre 2015 e 2016. É o maior crescimento registrado dos últimos cinco anos. Esse é um dos resultados do relatório elaborado pelo Imaflora para o 5º Seminário Nacional sobre Gases de Efeito Estufa, realizado pelo Observatório do Clima. O relatório mostra ainda

Pecuária sustentável do Pantanal ganha protocolo de certificação

  Procedimento garante a origem e a rastreabilidade dos animais em toda a cadeia produtiva e a padronização dos processos; Pela primeira vez no País, a preocupação com a conservação ambiental é inserida em uma certificação de raças bovinas; A pecuária sustentável é a grande responsável por 82% da planície pantaneira ainda estar preservada. Desde 2003, o WWF-Brasil já apoiou a certificação de 180 mil hectares com pecuária sustentável, no

Emissões globais de metano da pecuária são maiores do que o relatado, de acordo com novas estimativas

    Por Anne Korn*, BioMed Central As emissões globais de metano da pecuária são maiores do que as estimadas devido ao uso anterior de dados desatualizados sobre as emissões de carbono geradas pelo gado, de acordo com um estudo publicado na revista Carbon Balance and Management . Em um projeto patrocinado pela iniciativa de pesquisa do Sistema de Monitoramento de Carbono da Administração Nacional de Aeronáutica e do Espaço (NASA) dos EUA, os

Estamos caminhando para o desaparecimento irreversível das florestas

  Estamos caminhando para o desaparecimento irreversível das florestas. Entrevista especial com Luiz Marques IHU Uma das evidências que confirma o “declínio” das florestas tropicais no mundo é que a “taxa de desmatamento no primeiro decênio deste século foi 62% maior que no último decênio do século passado, e desde 2011 constata-se uma aceleração dessa aceleração, sobretudo na Ásia e na Oceania”, adverte o historiador Luiz Marques à IHU On-Line. No Brasil, afirma, embora tenha

Pecuária, a máquina que move o desmatamento da Amazônia

  IHU Pecuária avança por áreas protegidas e está por trás de 65% do desflorestamento. No Amazonas, moradores de unidades de uso sustentável tentam conter destruição da mata. A reportagem é de Nádia Pontes e publicada por Deutsche Welle, 24-08-2017. Na lógica que move a destruição da Floresta Amazônica, ainda é raro encontrar histórias de transformação como a de Roberto Brito de Mendonça, de 43 anos. Foram necessários 100 anos para que se rompesse

Intensificação da pecuária na Amazônia pode impactar a cultura dos povos tradicionais locais, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] A introdução deste tema remete a uma concepção clara do que sejam paisagens e geobiossistemas. A associação dos elementos ambientais presentes e o uso das técnicas de sensoriamento remoto e tratamento digital de imagens de satélite, dentro de um contexto multidisciplinar, permitiu a transferência e o aprimoramento evolutivo de conceitos. Hoje, é disseminada a concepção do conceito de “paisagem” como expressão do agenciamento dinâmico e superficial dos conjuntos territoriais. Tudo

Desmatamento, agricultura e pecuária modificam composição química no solo da Amazônia

  A forma como é preparado o solo tem ligação direta com as respostas das comunidades microbianas na região amazônica, atesta pesquisa realizada pelo Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da USP, em Piracicaba. O estudo do biólogo Lucas William Mendes demonstra que a substituição da floresta nativa por áreas de agricultura e pecuária tem modificado a composição química do solo e levado os micro-organismos a se adaptarem para sobreviver

Atlas da Carne: Fatos e números sobre os animais que comemos disponível para download gratuito

  Para falar sobre a cadeia de produção da carne e de suas consequências, a Fundação Heinrich Böll lançou o Atlas da Carne: Fatos e números sobre os animais que comemos. A publicação analisa como a grande demanda por essa produção contribui para o desmatamento na Amazônia, mudanças climáticas, poluição dos solos e da água, e, contraditoriamente, fome e pobreza. por Fundação Heinrich Böll   pdf Data da publicação: 2016 Número de páginas: 66 Idioma da publicação : Português Licença

Segunda maior rede de supermercados do Brasil deixará de vender carne de fornecedor que desmata

    Iniciativa do Grupo Carrefour reforça acordo firmado em 2009 entre MPF, produtores de gado e frigoríficos Desdobramento do projeto Carne Legal do Ministério Público Federal, a segunda maior rede de supermercados do Brasil, o Grupo Carrefour anunciou, nessa quinta-feira, 25 de agosto, que não comprará mais carne bovina proveniente de desmatamento e violações socioambientais. A iniciativa reforça o acordo firmado em 2009 entre o Ministério Público Federal, produtores de gado da

Soja, gado, madeira e palma respondem por um terço do desmatamento mundial

  No Brasil duas iniciativas na Amazônia já estabelecem controles para impedir a venda de gado criado em áreas desmatadas, diz estudo baseado em dados do CDP e WWF.     O relatório “Supply Change: Tracking Corporate Commitments to Deforestation-free Supply Chains, 2016”, que usa dados do CDP (Carbon Disclosure Project) e WWF (World Wide Found for Nature), mostra que os quatro maiores commodities agrícolas - óleo de palma, produtos de madeira, soja e

FAO: pecuária causou 80% do desflorestamento no Brasil entre 1990-2005

  Mais de 80% do desflorestamento ocorrido no Brasil no período de 1990 a 2005 foi associado à conversão de terras em terrenos de pastoreio, mostrou relatório divulgado nesta segunda-feira (18) pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), denominado “O estado das florestas no mundo”.     Mais de 80% do desflorestamento ocorrido no Brasil no período de 1990 a 2005 foi associado à conversão de terras em terrenos de pastoreio,

Uso de antimicrobianos na agropecuária e o retorno de doenças reemergentes

  Uso de antimicrobianos na agropecuária e o retorno de doenças reemergentes. Entrevista especial com Arnildo Korb “Mantida esta perspectiva de consumo de antimicrobianos na produção animal e na saúde humana, as perspectivas futuras não são nem um pouco animadoras”, diz o biólogo. Imagem: www.popularempresas.pt   O alerta da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura – FAO para o uso excessivo de antimicrobianos na agropecuária faz parte de um “paradoxo”, diz Arnildo

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