Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.242, de 20/12/2010

Saúde no Brasil: a masculinização das mortes violentas, artigo de José Eustáquio Diniz Alves Somos as mundanças que queremos no planeta, artigo de Leonardo Boff Embrapa, o acordo com a Monsanto e a privatização da 'neutralidade científica', artigo de Horacio Martins de Carvalho MG: Manifesto por uma nova política ambiental - Carta para a Gestão Anastasia (2011-2014) MPF/RJ quer que CSN retire 540 mil toneladas de resíduos perigosos de aterro irregular Políticas florestais devem focar

Saúde no Brasil: a masculinização das mortes violentas, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

[EcoDebate] O número de mortes por causas externas, que acontece todos os anos no Brasil, equivale a uma guerra não declarada. De 1961 a 1974, morreram 46.370 soldados dos Estados Unidos na Guerra do Vietnã. O Brasil perde quase três vezes este número de vidas a cada ano. As chamadas causas externas - acidentes e violências – somaram 133.644 óbitos em 2008, o que representou 12% do total de 1.066.842

Somos as mundanças que queremos no planeta, artigo de Leonardo Boff

Esta frase que parece arrogante é, na verdade, o testemunho do que significa o projeto “Cultivando Agua Boa” implementado pela grande hidrelétrica Itaipu Binacional nos limites entre o Brasil e o Paraguai envolvendo cerca de um milhão de pessoas. Os diretores da empresa – Jorge Samek e Nelton Friedrich – com suas equipes sabiamente entenderam o desafio global que nos vem do aquecimento global e resolveram dar uma resposta local,

Embrapa, o acordo com a Monsanto e a privatização da ‘neutralidade científica’, artigo de Horacio Martins de Carvalho

A onda neoliberal que vem dando sentido hegemônico às maneiras de se conceber e mudar o mundo a partir da perspectiva capitalista, mais fortemente desde a década de 1990, envolveu a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) de forma incontestável, acentuando a sua estratégica de geração de tecnologias no sentido da artificialização da agricultura. Essa empresa estatal de pesquisa agropecuária tem contribuído desde a sua

MG: Manifesto por uma nova política ambiental – Carta para a Gestão Anastasia (2011-2014)

Amigos/as, Assinamos um manifesto para o Gov. Anastasia, com princípios previamente debatidos e compartilhados por pessoas com diferentes visões sobre a questão ambiental em Minas Gerais. Foi um consenso difícil de se obter, mas que a nosso ver expressa um bom começo para sairmos dessa lama que se tornou o licenciamento ambiental em Minas Gerais - totalmente subsidiária dos setores econômicos que estão fazendo a política de terra arrasada. Raras

MPF/RJ quer que CSN retire 540 mil toneladas de resíduos perigosos de aterro irregular

Liminar pede indenização e remoção de resíduos perigosos para obras de rodovia O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF/RJ) propôs ação civil pública para a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) remover 540 mil toneladas de resíduos perigosos de um aterro irregular numa área a ser cortada pela Rodovia do Contorno, em Volta Redonda (RJ). Os resíduos devem ser transferidos do aterro "Márcia I", construído sem licença há 30 anos e

Políticas florestais devem focar incentivo a preservação

Na mesma época em que se realizava a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 16), quando os olhos do mundo se voltam para problemas como o desmatamento no Brasil, uma pesquisa realizada na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP mostrou que a nossa política para preservação da cobertura de matas nativas está longe do ideal. Especialmente se comparada à política aplicada por outros países, como

REDD: as realidades em branco e preto

Quando se trata de mudanças climáticas, o mecanismo de REDD é o assunto do momento. “Redução de Emissões por Desmatamento nos Países em Desenvolvimento” traz a perspectiva atraente de mitigação das mudanças climáticas, conservação da biodiversidade ameaçada e de trazer o tão necessário financiamento para o desenvolvimento para os povos indígenas e povos e comunidades que vivem nas florestas – e ao mesmo tempo, oferecer ganhos significativos para investidores. Tudo

MPF/MA quer preservar os limites territoriais das comunidades quilombolas de Alcântara

O governo quer realocar novas comunidades quilombolas que vivem ao redor do Centro de Lançamento de Alcântara O Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA) recomendou ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) que se abstenha de promover qualquer alteração nos limites territoriais das comunidades quilombolas de Alcântara, bem como adotar medidas que impliquem a perda da propriedade ou posse das áreas por elas ocupadas. A recomendação foi assinada pelos

Entidades da sociedade civil lançam movimento em defesa da regulamentação da publicidade dos alimentos

Sociedade civil quer regulamentar publicidade de alimentos - Frente com esse objetivo foi lançada hoje em São Paulo. Para a representante do Consea, Elisabetta Recine, a relação entre a má alimentação das crianças e a publicidade é total Entidades da sociedade civil reuniram-se, no dia 17/12, na capital paulista, para lançar a Frente pela Regulamentação da Publicidade de Alimentos. O movimento fará uma mobilização para informar a sociedade principalmente sobre as

Cerca de 4,5 milhões de idosos terão dificuldades na vida diária em 2020

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que cerca de 4,5 milhões de idosos - 1,3 milhão a mais do que em 2008 - terão dificuldades para exercer as atividades da vida diária nos próximos dez anos. Desse total, 62,7% são do sexo feminino. Os dados estão no livro Cuidados de Longa Duração para a População Idosa: Um Novo Risco Social a Ser Assumido?, que o Ipea lançou nessa quinta-feira

Dez maneiras de contribuir para uma infância sem racismo

1. Eduque as crianças para o respeito à diferença. Ela está nos tipos de brinquedos, nas línguas faladas, nos vários costumes entre os amigos e pessoas de diferentes culturas, raças e etnias. As diferenças enriquecem nosso conhecimento. 2. Textos, histórias, olhares, piadas e expressões podem ser estigmatizantes com outras crianças, culturas e tradições. Indigne-se e esteja alerta se isso acontecer – contextualize e sensibilize! 3. Não

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