Interrompendo o desmatamento? O REDD+ e a proteção às indústrias dos combustíveis fósseis e da conservação

  Uma compilação de artigos do Boletim do Movimento Mundial pelas Florestas Tropicais, por ocasião da Cúpula Global de Ação Climática, realizada entre 12 e 14 de setembro, na Califórnia, Estados Unidos World Rainforest Movement - WRM Faça o download da compilação O estado da Califórnia, nos EUA, tem procurado integrar outras jurisdições em seu programa estadual de mercado de carbono, agora estendido até 2030. A primeira coisa a observar sobre as metas de

Relatório REDD Early Movers (REM) no Acre

O relatório REDD Early Movers (REM) no Acre, Brasil compara a promessa da redução das emissões de carbono causadas pelo desmatamento mediante incentivos financeiros com a implementação de medidas REDD+ no âmbito do programa REM (REDD Early Movers) no Brasil. Faça o download do relatorio em pdf . World Rainforest Movement A inclusão do REDD+ como instrumento de proteção florestal e climática nas negociações da ONU sobre o clima desde 2005 suscitou muitas expectativas. Já

De projetos de REDD+ para ‘REDD+ jurisdicional’: mais notícias ruins para o clima e as comunidades, por Jutta Kill, WRM

  Para muitas pessoas, os projetos de REDD+ pretendem salvar florestas. Na realidade, no entanto, o REDD+ nunca teve a ver com a proteção de florestas. E também, o REDD+ não é mais exatamente sobre projetos, mas sim sobre programas que abrangem regiões ou províncias inteiras dentro de um país, embora muitos projetos específicos continuem existindo e causando danos a povos indígenas e comunidades  que dependem de florestas ao restringir suas

Mapeamento revela que impacto da moratória da soja na redução de desflorestamentos é maior do que se estimava

Impacto da moratória da soja na redução de desflorestamentos é maior do que se estimava Mapeamento realizado pela Universidade de Kansas, nos Estados Unidos, em parceria com a Embrapa, comprova que a moratória da soja teve contribuição decisiva na redução do desflorestamento no Estado de Mato Grosso. Pesquisas com dados mapeados de 2001 a 2014 mostraram que houve uma queda de 2,4 vezes no cultivo da cultura em áreas recém-desflorestadas. A

SP: Estudo mostra recuperação de 23 mil hectares de Mata Atlântica em 30 anos

    No período de 30 anos (1985 a 2015), 23.021 hectares (ha) de Mata Atlântica foram recuperados nos 645 municípios paulistas, área superior à extensão das cidades de Santo André e São Caetano do Sul. A parte recuperada ainda está abaixo do total devastado no período (183,1 mil ha), mas desde 2013, o desmatamento no estado é considerado zero (inferior a 100 ha). Entre 2014 e 2015, foram registrados apenas 45

Estado do Rio de Janeiro se mantém em nível de desmatamento zero de Mata Atlântica

  ABr O Rio de Janeiro permanece em nível de desmatamento zero de Mata Atlântica, segundo dados divulgados ontem (6) pela Fundação SOS Mata Atlântica e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) em um estudo dedicado ao estado do Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica. A unidade da Federação já foi uma das campeãs de desmatamento deste bioma no passado. “Teve menos de um quilômetro quadrado de desmatamento nos últimos levantamentos anuais.

Planos de controle do desmatamento na Amazônia e Cerrado até 2020 são aprovados

    ABr O titular do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Sarney Filho, se reuniu nesta quinta-feira (15) com representantes do grupo permanente de trabalho interministerial dedicado à redução dos índices de desmatamento no país. A reunião visou a aprovação das versões finais da quarta fase dos Planos de Controle do Desmatamento na Amazônia (PPCDAm) e no Cerrado (PPCerrado). Os documentos fazem um diagnóstico da situação dos dois biomas e apontam ações que devem

Diminuir desmatamento reduz emissão de gases de efeito estufa no Rio, diz estudo

  O estado do Rio de Janeiro teve um avanço no combate ao desmatamento entre 2005 e 2010 e reduziu pela metade as emissões de gases de efeito estufa resultantes desse tipo de ação. A conclusão se baseia em dados que fazem parte do Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), que teve edições para 2005 e 2010. Agora, haverá um outro em relação ao ano de 2015, além

Programa Terra Legal tem potencial para reduzir desmatamento

  O impacto do Programa Terra Legal na redução do desmatamento na região amazônica é tema de estudo realizado em parceria entre a Universidade de Chicago (EUA) e o Instituto de Pesquisa da Amazônia (IPAM). Dados preliminares apontam que o desmatamento acumulado nas ocupações registradas em 2010 foi, em média, 2,05% menor do que em áreas similares registradas em 2014.     Conforme a pesquisa intitulada “Regularização Fundiária e Efeitos do Programa Terra Legal

Desmate zero é viável, dizem economistas

  Pagar fazendeiros para não desmatar no país inteiro exigiria R$ 5,2 bilhões por ano em 15 anos, sugerem cálculos feitos por equipe da UFRJ sob encomenda do Ministério do Meio Ambiente     Por Claudio Angelo, do Observatório do Clima. Uma equipe de economistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro acaba de pôr uma etiqueta de preço em algo que até pouco tempo atrás pareceria utopia de ambientalista: eles calcularam quanto custaria zerar

Moratória da Soja é renovada por tempo indeterminado

  A Moratória da Soja, acordo feito entre governo, setor produtivo e sociedade civil para garantir que a soja brasileira só tenha acesso ao mercado de commodities caso a produção não esteja envolvida com desmatamento, trabalho escravo ou ameaças a terras indígenas, foi renovada ontem (9) por tempo indeterminado. O documento, assinado em cerimônia no Ministério do Meio Ambiente, prorroga a moratória “até que ela não seja mais necessária”. O compromisso foi ratificado

Redução do desmatamento da Amazônia evita 1,7 mil mortes por ano, diz estudo

    Por Elton Alisson | Agência FAPESP A diminuição do desmatamento da Amazônia e das emissões de fumaça de queimadas nos últimos dez anos tem causado a redução de, em média, 30% da concentração de material particulado (aerossóis), além de ozônio, monóxido de carbono, óxido de nitrogênio e outros poluentes atmosféricos emitidos pelas queimadas durante a estação seca na região Sul do país, além do Paraguai, norte da Bolívia e Argentina. Essa melhoria

Dilma reduziu gastos com combate ao desmatamento

  Investimento no setor no primeiro mandato foi menos de um terço do gasto no último mandato de Lula     Por Maura Campanili, do Observatório ABC Em seu primeiro mandato, a presidente Dilma Rousseff gastou em iniciativas federais de controle ao desmatamento e preservação da Amazônia R$ 1,8 bilhão, menos de um terço (3,6 vezes menos) do que o valor desembolsado no segundo mandato do presidente Luís Inácio Lula da Silva, que totalizou R$

Entenda como funciona o mercado de emissão de carbono

  Apresentação Eduardo Mamcasz, Radioagência Nacional Pequenos e médios produtores rurais de três estados da Amazônia - Mato Grosso, Pará e Rondônia - vão receber dinheiro sem precisar pagar de volta para adotarem práticas de agricultora sustentável, como por exemplo o uso de tecnologias com baixas emissões de carbono. Entenda como funciona o mercado de emissão de carbono. http://audios.ebc.com.br/1f/1fb97f4bd5bf04e7f7cef8695f5ad1d5.mp3     Publicado no Portal EcoDebate, 06/01/2015 [ O conteúdo do EcoDebate pode ser copiado, reproduzido e/ou

Declaração de Nova York firma compromissos de reduzir o desmatamento, mas Brasil não assina carta

    A Cúpula do Clima terminou com o compromisso assumido por 150 países e organizações, entre os quais 28 Estados-Membros, 35 empresas, 16 grupos indígenas e 45 grupos da sociedade civil, de reduzir o desmatamento pela metade, até 2020, e zerá-lo totalmente até 2030. O Brasil, contudo, não assinou a Declaração de Nova York durante a reunião. A informação foi confirmada pelo Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty. Segundo o órgão, o

CAR: uma oportunidade para agregar a sociedade em defesa das florestas, artigo de Rodrigo Medeiros e Patricia Baião

    [Mídia e Desmatamento na Amazônia] Temos que reconhecer: o Cadastramento Ambiental Rural (CAR) só será uma realidade se todos os setores da sociedade se unirem em uma grande força-tarefa nacional. Caso contrário não será possível regularizar a situação de cerca de 5,6 milhões de propriedades rurais em todo o território nacional no exíguo prazo de até dois anos, como estipulado pelo Decreto 8.235/2014, que regulamentou esse importante instrumento para a

Baixo Parnaíba: Projetos socioambientais evitam desmatamentos em Buriti, por Mayron Régis

    [Territórios Livres do Baixo Parnaíba] Ele se separara daquela visão ingênua que o impelira três anos antes. Só o amor pela aventura explicaria a sua disposição em querer conhecer as Chapadas de Buriti sem que ninguém lhe convidasse. Não necessitava de um convite formal, assim pensava, apenas ligou para Antonio Pernambucano, técnico que o ministério publico estadual contratara para elaborar um relatório sobre os impactos ambientais ocasionados pela monocultura da

Projeto Purus e a financeirização do meio ambiente. Entrevista com Elder Andrade de Paula

  “A ofensiva em torno da difusão de REDD e outros mecanismos identificados com Pagamentos por Serviços Ambientais - PSA cresceu monumentalmente após a eclosão da crise econômica do capitalismo iniciada em 2007-2008. Isso ocorreu porque, entre outras razões, o capital financeiro aproveitou-se da oportunidade para recompor parte do capital fictício ‘queimado’ na crise mais recente”, adverte o pesquisador. Foto: geografianovest.blogspot.com.br O sistema de REDD (Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal),

Brasil é citado como exemplo de sucesso na redução do desmatamento, aponta relatório ONU

    Um relatório divulgado ontem (5) na reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre mudanças climáticas, destacou o Brasil como exemplo de sucesso na redução do desmatamento e das emissões de gases de efeito estufa. Produzido pela Union of Concerned Scientists (UCS), com sede nos Estados Unidos, o documento intitulado Histórias de Sucesso no Âmbito do Desmatamento: Nações Tropicais Onde as Políticas de Proteção e Reflorestamento Deram Resultado traz um

Estados amazônicos lançam publicação com propostas para a Estratégia Nacional de REDD+

    Os seis estados brasileiros que fazem parte da Força Tarefa dos Governadores para Floresta e Clima (GCF) lançaram essa semana um relatório com contribuições para a estratégia Nacional de Redução de Emissões do Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+). O estudo foi elaborado por representantes do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará e Tocantins, com apoio técnico do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (IDESAM) e alinhada com os

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