Carta Pública e Petição dos atingidos pelo monocultivo do eucalipto no Extremo Sul e Sudoeste da Bahia

  Abaixo-assinado CARTA DOS ATINGIDOS PELA EXPANSÃO DA VERACEL, SUZANO E FÍBRIA NA BAHIA. Para:Ministério Público Federal CARTA DOS ATINGIDOS PELA EXPANSÃO DA VERACEL, SUZANO E FÍBRIA NA BAHIA. É com pesar que as entidades que compõem os fóruns: SOCIOAMBIENTAL DO EXTREMO SUL, DO SUDOESTE DA BAHIA E DE LUTA POR TERRA, TRABALHO E CIDADANIA DA MICRO REGIÃO SUL DA BAHIA E O VICARIATO SUL DA DIOCESE DE ITABUNA recebem a

O latifúndio e o eucalipto no Baixo Parnaiba maranhense, artigo de Mayron Régis

  [EcoDebate] Além do fato óbvio de paralisar as atividades da Suzano no Baixo Parnaiba maranhense, a liminar que a Justiça Federal promoveu a pedido do Ministério Público Federal permite uma melhor compreensão da parte da sociedade civil sobre como se comporta da Suzano Papel e Celulose no estado do Maranhão. Costumam dizer para quem quiser ouvir que o agronegócio do eucalipto é um dos mais modernos da economia brasileira. Com

Eucaliptos plantados, artigo de Roberto Naime

[EcoDebate] O crescimento acentuado das demandas por bens de consumo produzida pela inclusão de grandes massas no Brasil aos mercados de consumo é altamente elogiável sob o prisma da inclusão social na dimensão sociológica ou antropológica. Mas zoneamentos sócio-econômicos de uso e ocupação dos solos e zoneamentos ambientais ecológicos direcionados a compatibilizar atividades de silvicultura com as vocações naturais dos ecossistemas ou com os usos antrópicos de regiões tem sido sistematicamente

Denúncia: O caráter usual das ações da Suzano Papel e Celulose, por Mayron Régis

  [Territórios Livres do Baixo Parnaíba] A forma como a Suzano Papel e Celulose derrubou a cerca da família Domingues na comunidade de Formiga, em Anapurus, Baixo Parnaiba maranhense, com seus funcionários na calada da noite, valendo-se da madrugada, quando as pessoas dormiam, para executar os serviços decididos por alguém da empresa, sem hesitar, reedita as piores práticas das oligarquias locais. A Suzano abdicar do seu discurso de sustentabilidade para os

Denúncia: As impressões digitais das empresas de reflorestamento, por Mayron Régis

  [Territórios Livres do Baixo Parnaíba] As impressões digitais das empresas de reflorestamento estão por toda a parte, seja no Baixo Parnaiba maranhense ou por outras regiões do estado do Maranhão. Quando uma empresa quer botar a mão nas terras alheias como faz a Suzano em Bracinho, Urbano Santos, Formiga e Buritizinho, Anapurus, e Pólo Coceira, Santa Quitéria, outra quer tirar as suas digitais das terras alheias e repassá-las para outro

Suzano e as Águas do Maranhão, artigo de Wilson Leite

  Todos sabem que o líquido mais precioso do planeta, que garante a sobrevivência da espécie humana, a água, é também um dos principais “insumos” utilizados em grande maioria dos processos industriais. Não se pensa uma indústria que não utilize água no seu processo produtivo. Ao longo dos anos as áreas do Maranhão foram invadidas por grandes plantações de eucalipto – tem a fama de grande consumidores desse bem -, que tiverem

Cartilha apresenta os impactos socioambientais da expansão do monocultivo de eucalipto e pinus

  Publicação traça a geografia das plantações e seus impactos socioambientais  O “Escravo, nem pensar!” começa o ano lançando a cartilha “Deserto Verde” – os impactos do cultivo de eucalipto e pinus no Brasil. A publicação, elaborada pelo programa com base em pesquisa do Centro de Monitoramento de Agrocombustíveis, outro projeto da ONG Repórter Brasil, traz uma análise dos impactos socioambientais gerados pela monocultura do eucalipto e do pinus (culturas conhecidas como

A Suzano e a ‘cegueira’ do Baixo Parnaiba maranhense, artigo de Mayron Régis

  Foto: Monocultura do eucalipto em Belágua/MA(Fórum Carajás) [Territórios Livres do Baixo Parnaíba] A escolha do local para a edificação de um empreendimento industrial deveria ser objeto de uma ampla e profunda análise socioeconômica que, realmente, enumerasse os prós, os contras e as contradições da sua instalação em uma determinada região. No entanto, em qualquer análise prevalece a parte econômica sobre a parte social e esse prevalecimento se conforma na absoluta valorização

O setor de reflorestamento com eucalipto, grilagem e especulação de terras na bacia do rio Munim, por Mayron Régis

  [Territórios Livres do Baixo Parnaíba] As câmaras de vereadores de Belágua e Morros aprovaram leis que inibem os monocultivos em seus municípios e de repente alguém poderia se perguntar o que originou tais leis afinal nem Belagua e nem Morros se encontram plantios de eucalipto ou qualquer outra monocultura. Alguém sugeriria que um preconceito ideológico se entranhou nas duas leis, pois elas se baseiam em boatos espalhados por ignorantes ou por

A silvicultura, as indústrias moveleira e de celulose e os ecologistas, artigo de Roberto Naime

  [EcoDebate] As necessidades de fornecimento em fluxo contínuo da indústria moveleira e da indústria de celulose para papel determinam que estes setores tenham que investir e pesadamente na manutenção de hortos florestais e áreas de plantio conhecidas como silvicultura. A princípio não parece que estas atividades tenham potencial de impactar tanto os ecossistemas naturais. Mas em realidade projetos de reflorestamento são bastante impactantes e por isso geram reações de toda natureza

Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH) intervem em conflito de comunidade contra a Suzano Papel e Celulose

  A Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDH), através da assessoria sócio-jurídica do programa Territórios Livres do Baixo Parnaíba Maranhense, está intervindo junto a órgãos e instituições do sistema de Justiça em favor da comunidade de Formiga, na cidade de Anapurus, distante 284km da capital São Luís. No último dia 20 de novembro uma liderança comunitária relatou o ocorrido, por telefone, à entidade: a comunidade foi alvo do cumprimento de uma

Denúncia: Anapurus: Suzano Derruba Casas e Desrespeita Agricultores com Aval da Justiça

  Moradores Entre os Escombros de Uma das Casas Destruídas A poderosa empresa Suzano Papel e Celulose, que cerca Chapadinha com promessas de milhões em investimentos e milhares de empregos, há muito ronda outros municípios da região deixando rastro de conflitos agrários, suspeita de dano ao meio ambiente e denúncias de grilagem de terras, desrespeito e truculência contra trabalhadores rurais e comunidades tradicionais do Baixo Parnaíba. A última comunidade a ter

Baixo Parnaiba maranhense: São Raimundo, o melhor ar de Urbano Santos, artigo de Mayron Régis

  [EcoDebate] Os projetos de plantios de eucalipto e de soja se permutam aqui e acolá. Presencia-se esse feito em parte do Baixo Parnaiba maranhense, onde os plantios de soja saem de cena para darem lugar aos eucaliptos, principalmente, da Suzano e outros grupos de menor expressão. Optou-se pela soja no Baixo Parnaiba maranhense na década de 90 como suporte a outras regiões do estado do Maranhão que pouco evoluíam em termos

Plantação extensiva de eucalipto X culturas tradicionais. Entrevista com Marcelo Henrique Santos Toledo

  Quinta-feira, dia 3 de novembro, o coordenador do Movimento em Defesa dos Pequenos Agricultores – MDPA, Marcelo Henrique Santos Toledo, esteve na Unisinos debatendo o tema “O impacto da plantação extensiva de eucalipto nas culturas tradicionais”, no Instituto Humanitas Unisinos – IHU. Toledo concedeu a entrevista a seguir por e-mail à IHU On-Line, e frisa que “as plantações extensivas de eucalipto têm um reflexo avassalador nos valores culturais e religiosos das

As Boas Maneiras da Suzano no Maranhão, artigo de Mayron Régis

  [EcoDebate] Por mais que a Suzano pose de boa samaritana ou de menina pura e inocente na vista do Conselho de Ética do Fórum da Amazônia Sustentável, caso as comunidades extrativistas do Baixo Parnaiba baixem a guarda, a empresa, através de suas terceirizadas, como a JS, a ACM e a KLN, passa o rodo pelas áreas de extrativismo sem nenhuma pena e sem nenhuma licença ou com licença de outra

O Baixo Parnaiba e a ‘totalidade de fora’, artigo de Mayron Régis

  [EcoDebate] Até uns anos atrás, a literatura sobre o Baixo Parnaiba maranhense se restringia a algumas matérias sobre a expansão do agronegócio da soja sobre as áreas de Cerrado da região. As matérias jornalísticas deixavam tudo para trás em busca de uma totalidade como nessa afirmação recorrente: “a última fronteira agrícola”. Parece que as elites veem o Brasil fadado a ser uma fronteira em eterna expansão com fins econômicos e militares.

Uma tal salvação que também não veio dos eucaliptos, artigo de Cíntia Barenho

  [EcoDebate] Já se vão uns sete anos desde que, o grande projeto para superar as décadas de estagnação econômica da Metade Sul – a plantação de monoculturas de eucaliptos – surgiu para tomar “conta do Pampa. Projeto esse que não era somente voltado à produção de eucaliptos, mas também à produção de celulose (derivado do mesmo). Eram três grandes projetos – da Aracruz, da Stora Enzo (Finlândia) e da Votorantim Celulose

Mato Grosso do Sul: A nova fronteira do eucalipto

A região do Brasil, e talvez do mundo, onde a monocultura de eucalipto e a produção de celulose se expandem de forma mais rápida é no estado de Mato Grosso do Sul, especificamente na microrregião de Três Lagoas. A reportagem é de Winnie Overbeek de Três Lagoas (MS) para o Brasil de Fato, 01-08-2011. Atualmente, a microrregião conta com uma fábrica de celulose da Fibria – parceria entre a Aracruz e Votorantim

Baixo Parnaíba: Enrolando-se com pouco pano, artigo de Geraldo Iensen

No Povoado Coceira, pertencente ao município de Santa Quitéria, Maranhão as pessoas nos recebem com sorrisos e saudades; é um povo corajoso e lutador, que briga pela certificação de propriedade de suas terras, terras que seus progenitores habitam e cultivam há mais de cem anos. A luta é dura, a exemplo de comunidades vizinhas cujo processo de propriedade definitiva tramita há 19 anos. Eucaliptos da Suzano nas proximidades das Comunidades Rurais

O ‘embelezamento’ das Chapadas de Urbano Santos e barreirinhas pelos eucaliptos da Margusa, artigo de Mayron Régis

[EcoDebate] Teme-se pelo destino de uma ou mais comunidades, contudo esse temor causa mais uma paralisia de fundo sócio-emocional do que qualquer outra coisa. Para a infelicidade de muitos, as políticas públicas direcionadas para a reforma agrária não foram devidamente vacinadas contra o conformismo e o cinismo que prevalecem em diversos extratos dos governos e que proporcionam a paralisia. O 2º Seminário nas comunidades rurais da bacia do rio Jacu, municipio

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