Índio pataxó hãhãhãe denuncia invasão a terras demarcadas na Bahia

denúncia

    O índio pataxó hãhãhãe, Tawary Titiah, da etnia Bainã, denunciou ontem (11) na Casa de Trocas, da organização não governamental (ONG) Engajamundo, que a área de mata pertencente à sua aldeia, localizada no sul da Bahia, no município de Pau Brasil, está sendo invadida há pelo menos duas semanas. O primeiro sinal foi dado por um agricultor familiar que ouviu barulho de motosserra na região e avisou a um grupo

Denúncia: Empreendimentos licenciados em Camaçari, BA, ameaçam APA Lagoas de Guarajuba

  O Gambá entrou com Ação Civil Pública para suspender a construção de um condomínio na praia de Itacimirim e conseguiu, desde março, decisão liminar paralisando as obras do Punta Cana Lodge. Apesar do empreendimento ter alvará concedido pela prefeitura de Camaçari, não foi realizado licenciamento ambiental e, entre outros impactos, ele deve prejudicar a desova de tartarugas realizada na praia. Segundo a diretora de Conservação e Pesquisa do Projeto Tamar, Neca

Rio São Francisco: A travessia de balsa é uma vergonha, por Aroldo Cangussu

    [EcoDebate] Apreciar o Rio São Francisco, a sua paisagem e as suas águas, desde a cachoeira Casca D’Anta na nascente no sudoeste de Minas Gerais até os cânions próximos a sua foz e a entrada triunfal no Oceano Atlântico, na divisa entre os estados de Sergipe e Alagoas, é muito prazeroso. Mesmo com os problemas sobejamente conhecidos – assoreamento, desmatamento, poluição – ainda assim ele é muito bonito. Entretanto, quando se

ABRAMPA denuncia consulta pública realizada pelo Ministério do Meio Ambiente em pleno carnaval

    A Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente, representando os membros do Ministério Público Brasileiro com atuação na defesa jurídica do meio ambiente, vem perante a sociedade brasileira, denunciar a nulidade da consulta pública realizada pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA sobre proposta de alteração das Resoluções sobre licenciamento e estudo prévio de impactos ambientais, por evidente contrariedade aos princípios gerais da Administração Ambiental, notadamente

MPF denuncia ação etnocida do Estado brasileiro e pede intervenção judicial em Belo Monte

    Depois de extensa investigação, procuradores concluem que o projeto de desenvolvimento do governo brasileiro promove a destruição da organização social, costumes, línguas e tradições de povos indígenas O Ministério Público Federal iniciou processo judicial na Justiça Federal em Altamira em que busca o reconhecimento de que a implantação de Belo Monte constitui uma ação etnocida do Estado brasileiro e da concessionária Norte Energia, “evidenciada pela destruição da organização social, costumes, línguas

MG: Assembleia aprova PL 2.946/15 e retira o Ministério Público do licenciamento ambiental

    Decisão é considerada o maior retrocesso histórico na legislação ambiental mineira Belo Horizonte, 25 de novembro de 2015 – Foi aprovado hoje (25) o Projeto de Lei 2.946/2015, que modificou diretrizes do Sistema Estadual de Meio Ambiente (Sisema) de Minas Gerais. Altamente criticado por ambientalistas, o PL trouxe, entre outros retrocessos, a retirada do Ministério Público (MP) do processo de licenciamento ambiental. A mudança é considerada um dos maiores retrocessos históricos

Pessoas ameaçadas em conflitos agrários ficam sem proteção no oeste do Pará

    Defensores e defensoras de direitos humanos e da floresta que atuam em assentamentos e unidades de conservação correm risco de vida em Alenquer, Prainha, Trairão, Itaituba e Santarém São 10 os defensores/as de direitos humanos e do meio ambiente ameaçados/as de morte em unidades de conservação, assentamentos de reforma agrária e uma terra indígena na região oeste do Pará. Para essas pessoas, apesar de requisitada pelo Ministério Público Federal (MPF) e

Nota Pública da CPT – Assassinatos, ameaças e agressões: o dia a dia de Anapu (PA)

A Diretoria e a Coordenação Executiva Nacional da CPT vêm a público denunciar a grave situação por que passam as famílias dos trabalhadores, de modo especial na Gleba Bacajá, em Anapu, Pará. 10 anos após o assassinato de Irmã Dorothy Stang nesta mesma Gleba, a perseguição às famílias tem atingido índices alarmantes, com assassinatos, ameaças, agressões e destruição de bens.   Esta situação tem se agravado entre julho e a presente

Madeira ilegal da Amazônia chega impunemente à Europa

Nova investigação expõe 26 empresas europeias que estão importando produtos de fornecedor ligado ao comércio de madeira ilegal da Amazônia A operação “Madeira Limpa”, deflagrada pela Polícia Federal e o Ministério Público Federal de Santarém, no final de agosto de 2015, desmantelou uma rede de corrupção e comércio ilegal de madeira atuando em diversos municípios do Pará, e de outros estados. Entre os envolvidos está uma madeireira, chamada Iller, que exportou

Nota da ASIBAMA/RJ: Continuam os ataques contra o Licenciamento Ambiental de Petróleo e Gás Natural

  A Associação dos Servidores Federais da Área Ambiental no Estado do Rio de Janeiro (ASIBAMA/RJ) vem a público, novamente, se manifestar contra a atual gestão da Diretoria de Licenciamento Ambiental (DILIC) do IBAMA no gerenciamento dos processos de licenciamento ambiental dos empreendimentos marítimos de petróleo e gás natural no Brasil. Após a divulgação da Carta Aberta da ASIBAMA/RJ publicada em 20.08.2015, intitulada “Licenciamento Ambiental Federal: Resistindo aos Ataques” e, em

Violência contra povos indígenas no Brasil é tema de audiência na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH)

    A violação aos direitos dos povos indígenas brasileiros foi tema de audiência ontem (20) na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington. O pedido de audiência foi feito por entidades da sociedade civil, como a Justiça Global e o Conselho Indigenista Missionário (Cimi). Na reunião, foram apresentadas denúncias de violências contra os índios e a dificuldade de demarcação de terras, principalmente no Mato Grosso

Índios Guarani Kaiowá denunciam ataques de milícias armadas e pedem demarcação de terras

    Indígenas da etnia Guarani Kaiowá reclamam dos constantes ataques de milícias armadas às comunidades do Mato Grosso do Sul. Nos últimos 12 anos, 390 índios foram assassinados no estado, de acordo com o Conselho Indigenista Missionários. Elizeu Lopes, líder indígena, denuncia o envolvimento de fazendeiros e, inclusive, da polícia e de políticos locais nos ataques. Nos últimos dois meses, as tribos sofreram 12 agressões e pelo menos quatro foram mortos. Os

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