Mulheres quilombolas destacam-se com produção agroecológica no Tocantins

  No município de Santa Tereza, em Tocantins, está a comunidade quilombola Barra da Aroeira. Formada em meados da década de 1930, a comunidade reúne cerca de 97 famílias que produzem de tudo um pouco: arroz, feijão, mandioca, abóbora, inhame, batata-doce, hortaliças, além da criação de galinha e porcos. O modo de produção da comunidade da Barra da Aroeira segue os princípios da agroecologia. A maior parte dos alimentos produzidos pelas agricultoras

Sistemas agroalimentares localizados: aproximando a produção do consumo através de redes sociais

    Sistemas agroalimentares localizados: aproximando a produção do consumo através de redes sociais Por Lucimar Santiago de Abreu, Maria Aico Watanabe , Lucas Ferreira Lima e Ademar Ribeiro Romeiro Resumo O atual sistema agroalimentar convencional continua fortemente sendo questionado por produzir um enorme passivo ambiental e social, abriu espaços para a transição da agricultura em direção à adoção de sistemas agroalimentares alternativos considerados mais justos e mais sustentáveis, com adoção de princípios da agroecologia.

Agrotóxico e câncer, não; agroecologia, sim, artigo de Gilvander Moreira

Agroecologia aponta para um modelo de produção popular e livre da 'epidemia' de câncer com o uso e a aplicação de agrotóxicos nas lavouras Agrotóxico e câncer, não; agroecologia, sim. Por Gilvander Moreira1 Já está acionada a luz vermelha sobre a relação da ‘epidemia’ de câncer com o uso e a aplicação de agrotóxicos nas lavouras de monoculturas do café, da cana, do eucalipto, do feijão, da soja e outras.     Está comprovado pelo Programa

Agroecologia nos assentamentos no sul de MG, por Gilvander Moreira

MST no sul de MG e Agroecologia: que beleza! Por Gilvander Moreira1 O Projeto de Assentamento (PA) Primeiro do Sul, do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), em Campo do Meio, no sul de Minas Gerais, foi formado, primeiro, para produzir alimentos com a finalidade de matar a fome e eliminar a miséria que reinava no seio das 48 famílias camponesas assentadas. Ainda não se tinha a consciência do paradigma agroecológico.

A contaminação do meio ambiente por agrotóxicos e a mortandade das abelhas no RS

  A contaminação do meio ambiente e a mortandade das abelhas no RS. Entrevista especial com José Renato de Oliveira Barcelos IHU “Há uma disputa de narrativas, há várias opiniões no sentido contrário, ou seja, o problema está colocado e precisa ser resolvido de alguma maneira”, resume José Renato de Oliveira Barcelos, especialista em direito ambiental, ao comentar os discursos de apicultores e agricultores que divergem sobre as implicações do uso de agrotóxico nas lavouras gaúchas. “A questão é que

Agroecologia ganha importância no debate sobre o que fazer para superar o modelo da ‘Revolução Verde’

  Agroecologia, uma questão de saúde - Movimentos sociais, sanitaristas e organizações internacionais apontam as contradições do atual sistema agroalimentar, produtor de doença e injustiça social. Por André Antunes - EPSJV/Fiocruz O atual sistema agroalimentar é produtor de doença, iniquidade social e injustiça ambiental. As evidências disso se acumulam: da contaminação de alimentos e intoxicação de trabalhadores rurais por agrotóxicos, passando pela poluição do ar, dos rios e dos solos pelos resíduos de

Crianças de povoado cearense de Tomé apresentam malformações relacionadas a agrotóxicos, aponta pesquisa

  Por Sumaia Villela, da Radioagência Nacional O povoado de Tomé, de cerca de 2,5 mil habitantes, fica no município de Limoeiro do Norte, no Ceará. É famoso na região. Mas, o motivo não é tão bom: a comunidade fica encurralada por territórios do agronegócio, e é conhecida pela contaminação por agrotóxicos. Fato comprovado por cientistas, segundo a professora de Medicina da Universidade Federal do Cariri, Ada Pontes, que também faz parte

O discurso da modernização levará ao desmonte do sistema regulatório dos agrotóxicos

  O discurso da modernização levará ao desmonte do sistema regulatório dos agrotóxicos. Entrevista especial com Fernando Carneiro IHU A decisão favorável da Comissão Especial da Câmara dos Deputados ao Projeto de Lei nº 6.229/2002, que propõe a simplificação do registro de agrotóxicos no país, “vai representar, para o Brasil, um retrocesso de 30 anos em relação ao que podemos considerar como cuidados necessários em termos de saúde e meio ambiente”, avalia Fernando Carneiro, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz do Ceará, na entrevista

‘A crise dos combustíveis expôs como o nosso sistema agroalimentar é extremamente frágil’; entrevista com Irene Cardoso

    Irene Cardoso é professora da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e foi, até o ano passado, presidente da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), o braço acadêmico do movimento agroecológico. Nesta entrevista, realizada durante o 4º Encontro Nacional de Agroecologia (ENA), ela fala sobre a importância de trazer a agroecologia para o centro do debate público no ano em que se completam três décadas da Constituição de 1988, um momento de

Redes de agroecologia como uma alternativa à agricultura industrial

  Redes de agroecologia como uma alternativa à agricultura industrial. Entrevista especial com Paulo Petersen IHU “Um dos principais objetivos da agroecologia é construir sistemas agroalimentares localizados, aproximando a produção do consumo. Isso só é possível quando os atores dos territórios se articulam em redes para retomar a autonomia sobre os processos de produção, transformação, comercialização e consumo”, diz Paulo Petersen, coordenador executivo da AS-PTA e membro do Núcleo Executivo da Articulação Nacional de Agroecologia - ANA,

Dialética da agroecologia, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] RIBEIRO (2014) apresenta resenha linear da obra de MACHADO e MACHADO FILHO (2014), que se mostra linear e exaustiva, mas nem por isso menos instigante, reveladora e inspiradora. O livro original foi publicado pela Expressão Popular intitulado de “A dialética da agroecologia” que traz uma importante reflexão e contribuição para um mundo com alimentos sem veneno. A relevância do assunto deve-se pela evidencia da questão mundial da insegurança alimentar

Rotas Agroecológicas envolvem pequenos produtores do sudeste goiano

    Pequenos produtores, professores e estudantes da Universidade de Brasília e dos Institutos Federal Goiano e de Brasília, além de representantes da Associação Camponesa Nacional (ACAN) e do Movimento Camponês Popular (MCP) participaram, em 27 de fevereiro, da segunda edição do circuito das Rotas Agroecológicas. O grupo, formado por 100 pessoas, conheceu o corredor agroecológico e a célula de seleção para o melhoramento participativo de milho e feijão na Fazenda Corinalves,

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