Grandes projetos no Maranhão – acima de qualquer suspeita, artigo de Mayron Régis

  [Territórios Livres do Baixo Parnaíba] Os grandes projetos no Maranhão, como de resto em qualquer lugar do Brasil, estão acima de qualquer suspeita. O governo do Maranhão, no caso governo da secretaria de indústria e comércio, na pessoa do senhor Mauricio Macedo, ex-funcionário da Alcoa, manobra para que se expurgue a reserva extrativista do Tauá-Mirim, que engloba comunidades como Taim, Cajueiro, Porto Grande, Rio dos Cachorros, Limoeiro e a ilha

Baixo Parnaíba: Uma Perspectiva em Comum, artigo de Mayron Régis

  [Territórios Livres do Baixo Parnaíba] Qual é a expectativa de conclusão do galinheiro? Questões como essa que tratam do tempo ficam a espreita e surgem mesmo quando não se duvida que o outro cumpra o firmado. Quase um ano em que se riscou o mapa do Baixo Parnaiba maranhense com as marcações dos galpões de criação de galinha caipira e essa pergunta se reforma em outras tantas versões. Perguntar ao

A disputa pelas terras devolutas entre a agricultura familiar e o agronegócio, por Mayron Régis

A disputa pelas terras devolutas entre a agricultura familiar e o agronegócio: Os casos de Buriti Corrente e Gostoso, região dos Cocais, MA [Territórios Livres do Baixo Parnaíba] A concessão de liminares de reintegração de posse por parte da justiça estadual do estado do Maranhão sem que sejam observados os devidos cuidados quanto ao processo, se é que existe um processo em todo o caso, comparece como um dos mais expressivos

O latifúndio e o eucalipto no Baixo Parnaiba maranhense, artigo de Mayron Régis

  [EcoDebate] Além do fato óbvio de paralisar as atividades da Suzano no Baixo Parnaiba maranhense, a liminar que a Justiça Federal promoveu a pedido do Ministério Público Federal permite uma melhor compreensão da parte da sociedade civil sobre como se comporta da Suzano Papel e Celulose no estado do Maranhão. Costumam dizer para quem quiser ouvir que o agronegócio do eucalipto é um dos mais modernos da economia brasileira. Com

O fosso quase intransponível das políticas públicas no Maranhão, artigo de Mayron Régis

  [Territórios Livres do Baixo Parnaíba] Um fosso, quase intransponível, formou-se ao longo dos anos entre as reais aspirações das comunidades do Baixo Parnaiba maranhense e o que realmente chega a ela vide os e via canais legais e ilegais. Esse fosso talvez nem exista de verdade se é que a verdade prova qualquer coisa nessa região eivada de mentiras. Bem, do ponto de vista formal, nos anais do Baixo Parnaiba nenhuma

Denúncia: O caráter usual das ações da Suzano Papel e Celulose, por Mayron Régis

  [Territórios Livres do Baixo Parnaíba] A forma como a Suzano Papel e Celulose derrubou a cerca da família Domingues na comunidade de Formiga, em Anapurus, Baixo Parnaiba maranhense, com seus funcionários na calada da noite, valendo-se da madrugada, quando as pessoas dormiam, para executar os serviços decididos por alguém da empresa, sem hesitar, reedita as piores práticas das oligarquias locais. A Suzano abdicar do seu discurso de sustentabilidade para os

Denúncia: As impressões digitais das empresas de reflorestamento, por Mayron Régis

  [Territórios Livres do Baixo Parnaíba] As impressões digitais das empresas de reflorestamento estão por toda a parte, seja no Baixo Parnaiba maranhense ou por outras regiões do estado do Maranhão. Quando uma empresa quer botar a mão nas terras alheias como faz a Suzano em Bracinho, Urbano Santos, Formiga e Buritizinho, Anapurus, e Pólo Coceira, Santa Quitéria, outra quer tirar as suas digitais das terras alheias e repassá-las para outro

A Suzano e a ‘cegueira’ do Baixo Parnaiba maranhense, artigo de Mayron Régis

  Foto: Monocultura do eucalipto em Belágua/MA(Fórum Carajás) [Territórios Livres do Baixo Parnaíba] A escolha do local para a edificação de um empreendimento industrial deveria ser objeto de uma ampla e profunda análise socioeconômica que, realmente, enumerasse os prós, os contras e as contradições da sua instalação em uma determinada região. No entanto, em qualquer análise prevalece a parte econômica sobre a parte social e esse prevalecimento se conforma na absoluta valorização

O setor de reflorestamento com eucalipto, grilagem e especulação de terras na bacia do rio Munim, por Mayron Régis

  [Territórios Livres do Baixo Parnaíba] As câmaras de vereadores de Belágua e Morros aprovaram leis que inibem os monocultivos em seus municípios e de repente alguém poderia se perguntar o que originou tais leis afinal nem Belagua e nem Morros se encontram plantios de eucalipto ou qualquer outra monocultura. Alguém sugeriria que um preconceito ideológico se entranhou nas duas leis, pois elas se baseiam em boatos espalhados por ignorantes ou por

Baixo Parnaiba maranhense: São Raimundo, o melhor ar de Urbano Santos, artigo de Mayron Régis

  [EcoDebate] Os projetos de plantios de eucalipto e de soja se permutam aqui e acolá. Presencia-se esse feito em parte do Baixo Parnaiba maranhense, onde os plantios de soja saem de cena para darem lugar aos eucaliptos, principalmente, da Suzano e outros grupos de menor expressão. Optou-se pela soja no Baixo Parnaiba maranhense na década de 90 como suporte a outras regiões do estado do Maranhão que pouco evoluíam em termos

As Boas Maneiras da Suzano no Maranhão, artigo de Mayron Régis

  [EcoDebate] Por mais que a Suzano pose de boa samaritana ou de menina pura e inocente na vista do Conselho de Ética do Fórum da Amazônia Sustentável, caso as comunidades extrativistas do Baixo Parnaiba baixem a guarda, a empresa, através de suas terceirizadas, como a JS, a ACM e a KLN, passa o rodo pelas áreas de extrativismo sem nenhuma pena e sem nenhuma licença ou com licença de outra

O ‘bode’ da Suzano Papel e Celulose em Enxu, Baixo Parnaiba maranhense, artigo de Mayron Régis

  As pessoas custam, mas voltam ao Enxu. Com essas palavras ditas em sua quitanda, no dia nove de outubro de 2011, Moacir, morador desse povoado de São Bernardo, Baixo Parnaiba maranhense, numa área limítrofe com o município de Santa Quitéria, recupera certa dualidade que os moradores de Enxu levam consigo para qualquer lugar que forem, até na volta para casa. Uma dualidade bem representativa como a de um dos seus moradores

O Baixo Parnaiba e a ‘totalidade de fora’, artigo de Mayron Régis

  [EcoDebate] Até uns anos atrás, a literatura sobre o Baixo Parnaiba maranhense se restringia a algumas matérias sobre a expansão do agronegócio da soja sobre as áreas de Cerrado da região. As matérias jornalísticas deixavam tudo para trás em busca de uma totalidade como nessa afirmação recorrente: “a última fronteira agrícola”. Parece que as elites veem o Brasil fadado a ser uma fronteira em eterna expansão com fins econômicos e militares.

Criação e/ou Consumo de Pequenos Animais no Baixo Parnaiba, artigo de Mayron Régis

  [EcoDebate] As relações entre as comunidades de São Raimundo, Bom Principio e Bracinho, município de Urbano Santos, Baixo Parnaíba, nos últimos anos, dilaceraram-se por meio de futricas e por meio de invejas. Temer-se-ia que desse dilaceramento as empresas de reflorestamento com eucalipto e os proprietários finalmente subjugassem esse reduto da insubordinação ao agronegócio da soja e do eucalipto na região. Aos poucos esses ressentimentos se espaçaram e as comunidades recobraram

Os cartórios, as monoculturas e os conflitos socioambientais no Baixo Parnaíba, artigo de Mayron Régis

  [EcoDebate] Um número exato em torno das denúncias formuladas pelas comunidades tradicionais, pelas organizações da sociedade civil e pelo ministério público sobre os desrespeitos aos direitos humanos no Baixo Parnaiba maranhense chega a ser uma impossibilidade porque a cada dia surge um novo conflito socioambiental. No dia 30 de agosto de 2011, na sede da Fetaema, antes de uma reunião sobre o processo de desapropriação da gleba Santa Cecilia, no município

O ‘embelezamento’ das Chapadas de Urbano Santos e barreirinhas pelos eucaliptos da Margusa, artigo de Mayron Régis

[EcoDebate] Teme-se pelo destino de uma ou mais comunidades, contudo esse temor causa mais uma paralisia de fundo sócio-emocional do que qualquer outra coisa. Para a infelicidade de muitos, as políticas públicas direcionadas para a reforma agrária não foram devidamente vacinadas contra o conformismo e o cinismo que prevalecem em diversos extratos dos governos e que proporcionam a paralisia. O 2º Seminário nas comunidades rurais da bacia do rio Jacu, municipio

Comunidade quilombola de Jacareí dos Pretos, artigo de Mayron Régis

[EcoDebate] A comunidade quilombola de Jacaraeí dos Pretos – município de Icatú- litoral leste maranhense. Surgiu a oportunidade no dia 19 de junho de 2011. Quase se admite que “os pretos” um dia consigam levar políticas públicas para seus territórios, contudo o agronegócio brasileiro em seus rompantes de nacionalismo de simbologia fascista prefere que essas “terras de preto” retroajam as mãos dos seus proprietários perplexos para que ou as revendam

A Suzano e o grupo Bertin ‘trapaceiam’ e muito no Baixo Parnaiba maranhense, artigo de Mayron Régis

[EcoDebate] Pau Serrado, municipio de Santa Quitéria, Baixo Parnaiba maranhense. Parte da história desse povoado se imiscua com toda sorte de vendedores e compradores de terra pública, com funcionários do Iterma, com o legislativo municipal, com organizações da sociedade civil e com versículos e com capítulos inteiros de comunidades agroextrativistas de Santa Quitéria, Barreirinhas e Urbano Santos. A sociedade civil e as comunidades agroextrativistas sufragam a luta da associação do

O Projeto ‘As Carrancas do Senhor Onésio’, em Buriti de Inácia Vaz/MA, artigo de Mayron Régis

Cerrado no Baixo Parnaíba (arquivo Fórum Carajás) [EcoDebate] Acaso se apostasse no que redundará o projeto “As Carrancas do senhor Onésio” para o município de Buriti de Inácia Vaz e para o Baixo Parnaíba maranhense como um todo em que ponto do projeto a aposta flecharia? Uma parte dos apostadores, certamente, apostaria no fracasso do projeto tendo em vista outros projetos ou quimeras de projetos que se danaram por obra e

As cabeceiras do rio Jacu, artigo de Mayron Régis

[EcoDebate] A chuva dificilmente contempla alguém como se gostaria. Isso se deve pelo fato de que a chuva vem de longe. De outros campos, como os campos de Cachoeira, como os campos de Dalcidio Jurandir. Ouve-se a chuva com os mesmos ouvidos da infância e da juventude; o que mudou foi o significado da chuva de uns anos atrás para cá. Ela traz vozes de pessoas que conversavam sobre e que

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