Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.711, de 01/11/2012

    A população de Portugal em 2100, artigo de José Eustáquio Diniz Alves Impactos dos loteamentos litorâneos sobre saneamento básico, artigo de Roberto Naime MP 579 e os apagões elétricos, artigo de Heitor Scalambrini Costa MP 579 e a dualidade de comportamento. Entrevista com Ildo Sauer PA: Comunidades quilombolas de Oriximiná serão consultadas sobre a extração de minérios em suas terras Pequenas propriedades rurais caminham para a adequação ambiental no Vale

A população de Portugal em 2100, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Portugal foi uma potência mundial entre os séculos XVI e XVIII, tendo conquistado colônias nas Américas, na África e na Ásia, mesmo sendo um país pequeno em termos territoriais e populacionais. Mas Portugal ficou para trás depois da revolução industrial que foi a responsável pela decolagem da Inglaterra, do norte da Europa e depois dos Estados Unidos. Portugal ficou muito menor economica e politicamente depois da Independência do Brasil,

Impactos dos loteamentos litorâneos sobre saneamento básico, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Os efluentes líquidos são gerados pelas mais diversas atividades do homem seu tratamento é considerado, tanto para efeito da melhoria da qualidade de vida, como para questão de sobrevivência e exigência legal. O tratamento de esgoto no Brasil, até a década de 70 como o uso de processos anaeróbios para o tratamento de esgotos era restrito basicamente às lagoas anaeróbias (fossas sépticas e tanques Imhoff) e aos digestores de lodos

MP 579 e os apagões elétricos, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] Mesmo com os reclamos e a gritaria, foi quase que total a adesão das empresas de energia elétrica à renovação dos contratos de concessão dentro das novas regras contidas na Medida Provisória (MP) nº 579, publicada em 11 de setembro, que trata não somente das concessões de geração, transmissão e distribuição de energia, mas também sobre a redução de encargos setoriais, a modicidade tarifária, entre outras providências. No caso

MP 579 e a dualidade de comportamento. Entrevista com Ildo Sauer

  “O governo atende às pressões que estão à mesa, que estão na imprensa, no parlamento, na base de apoio, nos círculos empresariais, e vai entregar o patrimônio público ao setor privado com aura de quem está resolvendo um problema histórico da população”, constata o especialista. Confira a entrevista. A Medida Provisória 579, que propõe a renovação das concessões de geração de energia hidrelétrica por mais trinta anos, “para assegurar a continuidade,

PA: Comunidades quilombolas de Oriximiná serão consultadas sobre a extração de minérios em suas terras

    Reunião termina com compromisso de realização de consulta prévia [Por Bianca Pyl, para o Ecodebate] A reunião realizada na última segunda-feira (29/10) pelo Ministério Público Federal do Pará com representantes dos quilombolas de Oriximiná (PA), da empresa Mineração Rio Norte, Fundação Cultural Palmares, Ibama, ICMBio terminou com um compromisso de realização de consulta prévia sobre os planos de expansão da exploração de bauxita em terras ocupadas pelas comunidades quilombolas. O caso

Pequenas propriedades rurais caminham para a adequação ambiental no Vale do Rio Doce

  Mapeamento realizado pelo Instituto Terra envolveu unidades rurais no Espírito Santo e em Minas Gerais Um total de 242 pequenos produtores rurais do Médio Rio Doce tem em mãos, de maneira documentada, todas as informações necessárias para promover a adequação ambiental de suas propriedades.  Fruto de um projeto efetivado pelo Instituto Terra em parceria com a Fundação Banco do Brasil, o mapeamento ambiental realizado apontou que, em geral, essas unidades produtivas exigem ações

MMA e Instituto Alana lançam o caderno ‘Consumismo Infantil: na contramão da sustentabilidade’

    Lançamento de caderno sobre consumismo infantil reúne especialistas no assunto - O Ministério do Meio Ambiente (MMA), em parceria com o Instituto Alana, lançou na tarde desta quarta-feira (31/10) o caderno Consumismo Infantil: na contramão da sustentabilidade. “Se o Brasil quer ser líder de sustentabilidade no mundo, temos que provocar esse debate e saber quais as escolhas que a sociedade está fazendo”, afirmou a Secretária de Articulação Institucional e Cidadania

Tapar o sol com a peneira não faz sombra, um aviso à ministra do Meio Ambiente, artigo de Edilberto Sena

    "Só no último ano (2011/2012) aumentou o desmatamento com plantio de soja na Amazônia em 18.000 hectares. Só no Estado do Pará foram 2.000 hectares de desmatamento, sendo que na região Oeste está a maior concentração de plantio de soja. Dizer que a moratória de dois anos, que já vai com aditivos de mais seis anos, foi a solução é realmente querer tapar o sol com peneira", escreve Edilberto Sena,

Julgamento do uso de amianto no STF é paralisado com placar empatado

  STF (Foto: Wikimedia/ Creative Commons)   A dicotomia de teses sobre os prós e contras da produção e uso do amianto no Brasil se repetiu ontem (31) durante julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF). A Corte começou a analisar ações contra leis estaduais que proíbem a fibra em São Paulo e no Rio Grande do Sul e a sessão foi encerrada quando o placar registrava empate de 1 voto a 1. O amianto

ONU quer combater a superexploração dos oceanos para assegurar a segurança alimentar

  Pesca no golfo do Maine, EUA. Foto da National Geographic Society   O relator da ONU sobre o Direito à Alimentação, Olivier de Schutter, lançou nesta terça-feira um apelo para combater a superexploração dos oceanos e assim evitar que a segurança alimentar de muitos países dependentes da pesca seja colocada seriamente em risco. Matéria de Céline Serrat, da AFP, no Yahoo Notícias. "Sem uma ação rápida para proteger os mares de práticas insustentáveis,

Produção de alimentos responde por quase 1/3 das emissões do efeito estufa, diz estudo

    A produção de alimentos responde por até 29 por cento das emissões humanas de gases do efeito estufa, o dobro do que a ONU estimava, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira. A diferença ocorre porque a ONU avaliou apenas as emissões decorrentes da agricultura, ao passo que a entidade de pesquisas agrícolas CGIAR  levou em conta também o desmatamento, a produção de fertilizantes e o transporte dos produtos agrícolas. Matéria de

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