Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.344, de 19/05/2011

O Meio Antrópico – Infra-estrutura, artigo de Roberto Naime Ouvir o inaudível é imprescindível – A questão dos moradores de rua, artigo de Delze Laureano, Gilvander Moreira e Maria do Rosário Carneiro O que podemos fazer pelo Código Florestal, artigo de Isis Akemi Morimoto Sistemas Agroflorestais: Florestas e êxodo rural, artigo de Orlando Monteiro Sbrocco Arqueologia mostra outros modos de explorar a Amazônia Dados do DETER/INPE revelam desmatamento de 593

O Meio Antrópico – Infra-estrutura, artigo de Roberto Naime

[EcoDebate] As questões de infra-estrutura envolvem todas as intervenções antrópicas no meio físico que se fazem necessárias para atender às necessidades das populações e para dar qualidade de vida para os agrupamentos humanos, permitindo que os diversos grupos sociais cumpram suas funções dentro do complexo tecido das relações sociais e econômicas da humanidade. Sob o aspecto da logística e de suas necessidades, envolve estradas, energia, comunicações, hospitais, postos de saúde, creches,

Ouvir o inaudível é imprescindível – A questão dos moradores de rua, artigo de Delze Laureano, Gilvander Moreira e Maria do Rosário Carneiro

Delze Laureano1, Gilvander Moreira2 e Maria do Rosário Carneiro3 [EcoDebate] Anteontem, manhã do dia 15 de maio de 2011, oito moradores de rua foram envenenados, em uma praça da região da Pampulha, em Belo Horizonte, MG. Enquanto dormiam, foi deixada ao lado deles uma garrafa de cachaça com chumbinho, veneno para matar rato, adicionado,. Hoje, dia 17/05/2011, o Jornal Estado de Minas fez reportagem de Capa sobre “os moradores de rua”

O que podemos fazer pelo Código Florestal, artigo de Isis Akemi Morimoto

“Dormia... A nossa Pátria Mãe tão distraída, Sem perceber que era subtraída, Em tenebrosas transações...” Chico Buarque de Holanda [EcoDebate] Hoje acordei de sobressalto pensando no Código Florestal e com esta letra de música na cabeça... e o que é pior, o nome da canção é “Vai Passar”! Então é isto? Vão votar o PL 1.876/99 e vai passar? Ontem à noite entrei no site da Câmara dos deputados para saber o resultado de uma consulta pública

Sistemas Agroflorestais: Florestas e êxodo rural, artigo de Orlando Monteiro Sbrocco

Imagem: Sistemas Agroflorestais. Fonte: CTeMe [EcoDebate] Antigamente os filhos de famílias ilustres, chamadas de quatrocentão – eu, por conhecê-las bem, troco o “ cen ” por outras três letras, com bem outro sentido, se me entendem – navegavam sobranceiros pela vida, eis que não havia habitual incompetência e estroinice que os privassem de emprego, lastreados que estavam no sobrenome de peso. Assim, fracassassem como escolhessem, sempre havia uma colocação, como se dizia,

Arqueologia mostra outros modos de explorar a Amazônia

[Por Maria Carolina Gonçalves, para o EcoDebate] “Uma vez que as pessoas têm se mostrado incapazes de ocupar a Amazônia de forma sustentável, seria interessante olhar para experiências passadas”. É o que pensa o professor e pesquisador do MAE (Museu de Arqueologia e Etnologia da USP) Eduardo Góes Neves. Ele não acredita na possibilidade de a arqueologia trazer alguma espécie de salvação, mas acredita em novas ideias para o uso

Dados do DETER/INPE revelam desmatamento de 593 km2 na Amazônia em março e abril

Dados obtidos durante março e abril pelo DETER, sistema baseado em satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), apontam o desmatamento de 593 km2 na Amazônia. Deste total, 480 km2 foram verificados no Mato Grosso, como mostra a tabela abaixo. Março Abril TOTAL Acre 2,3 km2 ---- 2,3 km2 Maranhão ---- 0,9 km2 0,9 km2 Mato Grosso 74,7 km2 405,6 km2 480,3 km2 Pará 9,9 km2 57,3 km2 67,2 km2 Rondônia 27,6 km2 13,7 km2 41,3 km2 Roraima 1,1 km2 ---- 1,1 km2 Total 115,6 km2 477,4 km2 593 km2   Os resultados do DETER devem ser analisados

Mato Grosso lidera desmatamento na Amazônia Legal, segundo Inpe. MMA investiga as razões do aumento

Mato Grosso foi o estado da Amazônia Legal onde ocorreu o maior desmatamento entre março e abril deste ano. Foram 480,93 quilômetros quadrados (km²) desmatados, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que mede o desmatamento com base em imagens de satélites e dados do sistema Deter. No total, o desmatamento atingiu 593 quilômetros quadrados nos estados do Acre, de Mato Grosso, do Maranhão, Pará, de Rondônia e Roraima. Nos

A retomada do desmatamento em Mato Grosso: um retrocesso inaceitável

Fonte: Ibama O desmatamento voltou a disparar em Mato Grosso. A situação resulta do enfraquecimento da política ambiental e pode ficar pior caso medidas contundentes não sejam implementadas imediatamente. Informações do Sistema de Alerta do Desmatamento (SAD) do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) divulgadas ontem (17) confirmam a situação crítica que já sinalizamos em nota divulgada em 2 de maio (ver aqui):

MMA reage ao aumento do desmatamento e anuncia gabinete anticrise para coibir corte ilegal da floresta

O aumento de tendência de desmatamento na Amazônia acendeu a luz amarela no Governo Federal. Só no estado do Mato Grosso, entre abril e março deste ano, foram detectados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) o desmate de 477,4 Km². Entre agosto de 2010 e abril de 2011, nas áreas medidas pelo Inpe, houve um acréscimo de 43% no desmatamento naquele estado. Em

Líderes da base e da oposição fecham acordo para votar Código Florestal na terça-feira, 24/7

As tentativas para votar o novo Código Florestal Brasileiro e a convocação do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, movimentaram a Câmara dos Deputados durante todo o dia. Muitas informações chegaram a ser repassadas pelos parlamentares à imprensa. Eles diziam que os líderes partidários estavam fechando um acordo para votar ainda na noite de ontem (18) o Código Florestal. Várias reuniões sobre a votação do código foram feitas, mas só no

Serviços Ambientais: Estudo mostra contribuição das UCs para a biodiversidade e economia nacional

Os serviços prestados ainda não contam com o reconhecimento da sociedade, mas as cifras que podem ser alcançadas com a utilização adequada destas áreas protegidas pode gerar mais de R$ 2 bilhões apenas com o turismo. Quando o assunto é biodiversidade, costuma-se pensar apenas em medidas de proteção e conservação das diferentes espécies biológicas existentes não só no Brasil como também no mundo. A criação de Unidades de Conservação (UCs) -

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