Fracking: Representantes da Justiça de SP criticam exploração de xisto; ANP defende atividade

  O gás de xisto pode servir na geração de energia elétrica ou como combustível nas indústrias. Um dos temores é que sua extração possa contaminar o Aquífero Guarani Lúcio Bernardo Jr./Câmara dos Deputados Representantes da Justiça de São Paulo criticaram nesta quinta-feira (7) a exploração de gás de xisto na região da bacia do rio Paraná. Para eles, a 12ª Rodada de Licitações para explorar o combustível deve continuar suspensa. Já para

Descarte inadequado de lixo e entulho em área de recarga compromete Aquífero Guarani

  Análise de amostras de sedimento da Lagoa do Saibro, área de recarga do aquífero, em Ribeirão Preto, identificou a presença de vários contaminantes     O hábito da população de descartar objetos e materiais em qualquer local, principalmente em rios, lagos, lagoas e mares, pode comprometer o meio ambiente e também a população que vive nas redondezas, como é o caso da Lagoa do Saibro (foto ao lado), em Ribeirão Preto. A Lagoa do

Uso e ocupação racional das área de recarga de aquíferos sedimentares: subsídio aos estudos de reavaliação do Código Florestal Brasileiro, artigo de Marco Antonio Ferreira Gomes

USO E OCUPAÇÃO RACIONAL DAS ÁREAS DE RECARGA DE AQUÍFEROS SEDIMENTARES: SUBSÍDIO AOS ESTUDOS DE REAVALIAÇÃO DO CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO Marco Antonio Ferreira Gomes1 Introdução O uso e ocupação de áreas pela agricultura brasileira normalmente não obedece critérios que levem em consideração a capacidade de uso dos solos, como também aspectos relacionados ao relevo, contrariando assim algumas premissas básicas da sustentabilidade dos sistemas de produção. Áreas consideradas frágeis, como as aquelas de recarga direta ou de

Aquífero Guarani sofre efeitos da exploração excessiva. Aquífero dura só mais 50 anos, dizem especialistas

Caso a formação fique mesmo inutilizada, Ribeirão Preto será uma das cidades mais prejudicadas do Estado A falta de ações efetivas para evitar a atual superexploração do aquífero Guarani pode tornar o uso da água do manancial inviável dentro de meio século. Pelo menos cem cidades brasileiras são abastecidas pelo Guarani, segundo a Agência Nacional de Águas. Reportagem de Gabriela Yamada, na Folha de S.Paulo. Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo),

Estudo mostra que o Aquífero Guarani está contaminado por agrotóxicos

O Aquífero Guarani, manancial subterrâneo de onde sai 100% da água que abastece Ribeirão Preto, cidade do nordeste paulista localizada a 313 quilômetros da capital paulista, está ameaçado por herbicidas. A conclusão vem de um estudo realizado a partir de um monitoramento do Departamento de Água e Esgotos de Ribeirão Preto (Daerp) em parceria com um grupo de pesquisadores, que encontrou duas amostras de água de um poço artesiano na zona

Estudo do IPT indica as áreas de risco para o aquífero Guarani no Estado de São Paulo

Canavial oferece risco ao aquífero, aponta IPT - Mapeamento prevê manejo sustentável e o veto a indústrias de alto risco Estudo sobre o Guarani irá para comitês de bacias hidrográficas e, depois, deverá se tornar um projeto de lei Técnicos do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) concluíram o primeiro estudo sobre as áreas de risco para o aquífero Guarani no Estado de São Paulo. Hoje o maior vilão do aquífero são lixões desativados,

Gestão adequada é novo desafio após estudos do Aquífero Guarani

Símbolo do Ministério do Meio Ambiente para o Projeto Guarani. Mapa esquemático do sistema Aquífero Guarani A finalização dos estudos sobre o Aquífero Guarani, em 2009, trouxe um novo desafio para gestores públicos e privados e para a sociedade em geral. Se antes a preocupação era conhecer melhor as características das águas subterrâneas da região, agora o objetivo é aproveitar os conhecimentos técnicos obtidos para garantir a utilização adequada e sustentável dos

Mapeamento traça características das águas do Aquífero Guarani

Projeto de Proteção Ambiental e Desenvolvimento Sustentável do Sistema do Aquífero Guarani desenvolveu pesquisas entre 2003 e 2009 Após seis anos de estudos técnicos, já é possível ter informações mais confiáveis sobre a extensão, o volume e o comportamento do Aquífero Guarani. O reservatório de água subterrânea é apontado por pesquisadores como um dos maiores do Brasil e do mundo. Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, países por onde o aquífero se

Pesquisas avaliam potencial das águas subterrâneas do Brasil

Divulgação-Arquivo/Projeto Guarani - Reservatório com água extraída do Aquífero Guarani. Foto: MCT Nas últimas décadas, tem-se atribuído um papel significativo aos reservatórios hídricos subterrâneos em todo o mundo. Esses recursos são vistos como de primordial importância para alavancar o desenvolvimento econômico e social e para garantir o abastecimento urbano. Por outro lado, pesquisas buscam detalhar as características dos aquíferos mundiais e traçar mecanismos necessários para uma utilização sustentável. O Projeto de Proteção

Uso inadequado e poluição ameaçam reservas de águas subterrâneas

Arquivo Projeto Guarani - Pesquisadora faz avaliação de amostra de água. Foto: MCT Nas últimas décadas, tem-se atribuído aos reservatórios hídricos subterrâneos um papel de destaque por representarem uma forma de alavancar o desenvolvimento econômico e social e garantir o abastecimento da humanidade. Mas o uso inadequado e a poluição se tornam cada vez mais ameaças à preservação e à qualidade dos recursos para as gerações atuais e futuras. Especialistas alertam para

Aquífero Guarani : Um dos maiores aquíferos do mundo a ser preservado, artigo de Carol Salsa

[EcoDebate] Um deserto pré-histórico deu origem à região do aquífero guarani. Os depósitos arenosos trazidos pelos ventos formaram extenso campo de dunas recoberto por um episódio de vulcanismo intra-continental do Planeta. A lava solidificada originou a Serra Geral, uma capa protetora do Aquífero Guarani. Esse reservatório de proporções gigantescas de água subterrânea é formado por derrames de basalto ocorrido entre 200 e 132 milhões de anos. Ocupa uma área de 1,2

Aqüífero Guarani, campo de aplicação de tecnologias que detectam agrotóxicos na água e no solo, artigo de Carol Salsa

[EcoDebate] O Instituto de Química (IQ) da Unicamp, em parceria com a Embrapa Meio Ambiente de Jaguariúna, no estado de São Paulo, desenvolveram métodos simples e econômicos para a determinação da presença de agrotóxicos na água e no solo. Trata-se de uma experiência realizada no Sistema Aqüífero Guarani (SAG), o maior reservatório de águas subterrâneas da América do Sul e o terceiro do Planeta. Ele faz parte da Bacia Geológica

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