junho 14, 2008
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Jornada de Lutas: Queremos produzir alimentos
As grandes multinacionais das sementes patenteiam os genes de adaptação às mudanças climáticas
Rejeito de mandioca pode ser solução para produção sustentável de álcool na Amazônia
UFPA desenvolve diesel verde de buriti
Uso de carvão vegetal de mata nativa pode ser proibido
Governo pretende fichar empresa em que existir trabalho infantil
Governo do Rio cria parque para proteger floresta de obra do PAC
Cetesb cogita retomar rodízio estadual contra alta da poluição
Pavulagem: 21 anos de folia, artigo de Rogério Almeida
Contra um modelo predatório, artigo de Carlos Minc
Um clima para ricos, outro para pobres, artigo de Washington Novaes
Vídeo: Crianças vivem situação de risco em trabalhos degradantes
junho 14, 2008
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Contra o agronegócio e em defesa da agricultura camponesa – O atual modelo econômico quer transformar os alimentos, as sementes e todos os recursos naturais em mercadoria, para atender os interesses, o lucro e a ganância das grandes empresas transnacionais.
Para isso, desmata, privatiza, se apropria da terra, das águas, dos minerais e da biodiversidade.
Aumenta a exploração dos trabalhadores, precariza e retira os direitos trabalhistas, aumenta o desemprego, a pobreza e a violência.
Dessa forma, promove a concentração da riqueza nas mãos dos mais ricos, especialmente os banqueiros e as transnacionais, enquanto aumenta a desigualdade e a pobreza da população
Combater esta lógica opressora e destrutiva é necessário e urgente.
junho 14, 2008
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junho 14, 2008
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Na cidade de São Paulo, um modelo de gestão ambiental vem mostrando resultados positivos. Localizada na região Sul da cidade, numa extensão de 251 km², a Área de Proteção Ambiental Municipal Capivari Monos foi objeto de estudo da socióloga Dilmara Veríssimo de Souza. Desde 2002, a pesquisadora acompanhou todo o processo de implantação desta unidade de conservação de uso sustentável. “Houve a implantação de uma gestão compartilhada, com a participação do estado, município e comunidade. O resultado pode ser evidenciado por meio dos projetos, ações e políticas públicas, voltados à obtenção de ganhos sociais e ambientais, bem como pela redução das invasões naquela área de proteção dos mananciais”, avalia a socióloga. Por Antonio Carlos Quinto, acquinto@usp.br, Agência USP de Notícias, 13/06/2008 13:25.
junho 14, 2008
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Grupo de Biotecnologia da UFPA estuda produção de etanol e moléculas com atividades biológicas a partir do rejeito da mandioca para aproveitar potencial do Pará
FOTO:Walter Pinto

O Laboratório de Desenvolvimento e Planejamento de Fármacos, onde se desenvolve a pesquisa, é um centro de ponta
Um convênio na área de biotecnologia entre a Petrobrás, a Secretaria de Agricultura do Estado do Pará e o grupo de Biotransformações e Simulação Computacional de Biomoléculas, do Instituto de Ciências Exatas e Naturais da UFPA, poderá resultar numa alternativa ao problema ambiental causado pela devastação de imensas áreas para cultivo da cana-de-açúcar utilizada na produção de álcool. Os pesquisadores da universidade estão propondo produzir biomoléculas, entre elas, o etanol, a partir do rejeito da indústria da mandioca. Um processo biotecnológico está sendo desenvolvido para sacarificar o amido do rejeito da mandioca e utilizá-lo como substrato para produção de novas moléculas. Em parceria com o grupo de Polimorfismo de DNA, do Instituto de Ciências Biológicas, os pesquisadores realizam estudos com objetivo de produzir enzimas, que serão integralmente direcionadas para a produção de álcool combustível. Por Walter Pinto, do Jornal Beira do Rio, Informativo da Universidade Federal do Pará n° 59.
junho 14, 2008
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Comunidades serão beneficiadas com energia limpa e cotas de combustível
FOTOS: MARI CHIBA

O Laboratório de Pesquisa e Análise de Combustíveis controla a qualidade
A busca por novas alternativas de energia, no Brasil, é cada vez mais freqüente. Na Universidade Federal do Pará, a pesquisa e o desenvolvimento de inovações nessa área são realizadas, entre outros, pelo Grupo de Catálise e Oleoquímica, do curso de Química da instituição – formado pelos pesquisadores Geraldo Narciso da Rocha Filho, José Roberto Zamian, Carlos Emmerson Ferreira da Costa e Heronides Adonias Dantas Filho. “Craqueamento Catalítico de óleo de Buriti” é o mais novo projeto em andamento. Consiste em produzir combustível semelhante ao petróleo, só que gerado a partir da quebra de moléculas de óleo vegetal, no caso o óleo de Buriti. Por Hellen Pacheco, do Jornal Beira do Rio, Informativo da Universidade Federal do Pará n° 61.
junho 14, 2008
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A Câmara analisa o Projeto de Lei 3003/08, do deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), que, entre outras medidas, determina o fim do uso de carvão vegetal produzido com matéria-prima não cultivada (extraída de mata nativa). As empresas devem reduzir o consumo gradualmente:
- em dois anos, redução de 30% do volume utilizado na data de entrada em vigor da lei;
- em quatro anos, redução de 60%;
- em seis anos, redução de 80%;
- em oito anos, eliminação do uso do produto.
junho 14, 2008
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País vai criar lista suja para infrator – O governo brasileiro terá uma lista suja das empresas que usam trabalho infantil. O objetivo será o de identificar as companhias e impedi-las de ter acesso a financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), isenções fiscais ou de participar de licitações públicas. Ontem, a ONU divulgou estudo que alerta que, apesar de o número de crianças trabalhando estar diminuindo, elas chegam a 218 milhões em todo o mundo. Jamil Chade, GENEBRA, do O Estado de S.Paulo, 13/06/2008.
junho 14, 2008
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O governo do Rio assinou nesta sexta-feira a criação de uma nova reserva ecológica em uma área que, segundo o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente), está ameaçada por causa da construção do arco metropolitano do Rio, uma via de 145 km de extensão prevista nas obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Batizado de parque estadual de Cunhambebe, a reserva florestal ficará em uma área de 38 mil hectares no sul fluminense e será a segunda maior do Rio. Por Luisa Belchior, colaboração para a Folha Online, no Rio, 13/06/2008 – 16h34.
junho 14, 2008
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Proposta será encaminhada ao governo e à Prefeitura; pedágio urbano também é opção – A tendência de aumento da poluição do ar da cidade de São Paulo e da região metropolitana, por causa do crescimento exagerado da frota de veículos, já faz a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) cogitar a volta do rodízio estadual, experiência que durou de maio a setembro de 1997 e 1998. Nas duas ocasiões, de acordo com o final de placa os veículos ficavam proibidos de circular uma vez por semana, das 7 horas às 20 horas, na capital e em mais dez cidades da Grande São Paulo. Por Daniel Gonzales, do O Estado de S.Paulo, 13/06/2008.
junho 14, 2008
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[EcoDebate] Um guarnicê (reunião) para pôr mais lenha na fogueira do caldeirão da cultura popular amazônica. Diz a lenda que assim germinou há 21 anos na cidade de Belém, capital do Pará, o grupo Arraial do Pavulagem. Na cabeça dos artistas locais a formação de público constava no horizonte. Na cidade quase ilha, a Praça da República serviu-lhe de berço.
junho 14, 2008
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[O Globo] Nossa luta não é contra o índice de desmatamento do mês anterior, é contra um modelo predatório, que empobrece o povo e destrói a biodiversidade. Enfrentamos desafios na primeira semana de governo: a 9ª conferência sobre a Biodiversidade, em Bonn, e a reunião de governadores em Belém. Em Bonn a posição do Brasil estava sob bombardeio: o aumento de índices de desmatamento, a saída da ministra Marina Silva e a negativa da delegação brasileira de discutir impactos ambientais do etanol e do biodiesel, o que nos colocou no isolamento.
junho 14, 2008
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[O Estado de S.Paulo] Com o frio no Sul brasileiro produzindo uma sensação térmica de 15 graus abaixo de zero, a chuva em Natal (RN) chegando a mais de 200 milímetros em 24 horas, os produtores nacionais de cana-de-açúcar prevendo uma redução de 15% na safra 2008/2009 por causa do “excesso de chuvas”, chega-se neste fim de semana ao encerramento de mais uma reunião dos países que fazem parte da Convenção do Clima. Ainda sem acordo relevante quanto ao texto (que tem prazo até o final do ano que vem para ser aprovado) que substituirá o Protocolo de Kyoto, em vigor até 2012. Mas com outro alerta grave para o Brasil, emitido pelo estudo da Coppe (UFRJ), de que as mudanças climáticas ao longo deste século poderão levar a uma redução da vazão dos rios no Nordeste (até 26,4%), no complexo Araguaia-Tocantins (15,8%) e em outros rios, com a conseqüente queda média de 10,8% na vazão utilizada para geração de energia elétrica. Essas mudanças poderão também baixar em 60% o potencial eólico, inviabilizar no Nordeste a produção de biocombustíveis derivados do girassol, da mamona e do dendê e aumentar em 8% o calor no País.
junho 14, 2008
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Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), havia, no Brasil, 5 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos de idade trabalhando em 2006. Saiba o que se configura como trabalho infantil. Da Agência Brasil.
junho 14, 2008
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Milhares de menores de idade assumem responsabilidades dignas de um adulto. Crianças trabalham em carvoarias no Maranhão e em lixões de Alagoas. No sul do Ceará, elas manipulam fogos de artifício. Jornal Hoje, Quinta-feira, 12/06/2008, 2m10s.










