Investimentos em projetos de infraestrutura e as pegadas do BNDES na Amazônia

  Parceria entre Agência Pública e O Eco vai mapear o aumento dos investimentos do BNDES em projetos de infraestrutura na região. Obras financiadas pelo banco são acusadas de disfarçar impactos ao meio ambiente, populações indígenas e trabalhadores. Por Bruno Fonseca e Jessica Mota, de A Pública.     obra de cerca de R$ 745 milhões, mais da metade desse valor financiada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Uma das primeiras menina-dos-olhos

Trabalhadores são escravizados em obra do PAC no Maranhão

    Construtora Consulpan pagou mais de R$ 30 mil em verbas rescisórias. Audiência a ser realizada ainda em julho irá propor assinatura de TAC Uma inspeção do Ministério Público do Trabalho no Maranhão (MPT-MA), em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e a Polícia Federal, resgatou 12 trabalhadores em condições análogas às de escravo na cidade de Bacabal (MA). Os funcionários foram contratados para escavar valas para rede de

Áreas protegidas perto do PAC têm mais desmate

    As áreas protegidas mais desmatadas da Amazônia no período de agosto do ano passado a março deste ano estão concentradas em torno das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). É o que mostra um estudo feito pelo instituto de pesquisas ambientais Imazon, baseado em Belém (PA). A reportagem é de Giovana Girardi e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 29-06-2013. O trabalho levou em conta os alertas de

Hidrelétricas e estradas financiadas pelo governo ameaçam territórios indígenas na Amazônia, diz estudo

    Estudo elaborado pelo Observatório dos Investimentos na Amazônia, iniciativa  do Instituto de Estudos Socioecômicos, deixa claro que os investimentos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal, financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), provocarão grandes transformações nos modos de vida e nos territórios onde vivem cerca de 30 povos Indígenas na região amazônica. Os investimentos do programa desde 2007 somam cerca de R$ 45 bilhões para construção

Grandes empreendimentos na Amazônia, com impacto para indígenas, são questionados pelo MPF

    Inúmeras ações do Ministério Público Federal questionam a construção de grandes empreendimentos na Amazônia, com impacto em terras indígenas. Pesquisadores e indigenistas afirmam que as consequências dessas obras são muitas. Apresentação de Maíra Heinen, da Radioagência Nacional / ABr EcoDebate, 03/10/2012 [ O conteúdo do EcoDebate é “Copyleft”, podendo ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, ao Ecodebate e, se for o caso, à fonte primária da informação

Inesc lança estudo sobre os impactos das obras do PAC nas terras indígenas

  O estudo lançado hoje, 28/9, pelo Observatório dos Investimentos na Amazônia, do Inesc, evidencia que os investimentos planejados no âmbito do PAC, fartamente financiados pelo BNDES, provocarão grandes transformações nos modos de vida e nos territórios onde vivem povos Indígenas. O estudo lançado na sexta-feira, 28/9, pelo Observatório dos Investimentos na Amazônia, do Inesc, evidencia que os investimentos planejados no âmbito do PAC, fartamente financiados pelo BNDES, provocarão grandes transformações

Servidores do IBAMA, ICMBio e MMA denunciam pressões de Governo Federal por Licenças de obras do PAC

  Em carta divulgada no dia 31 de maio, servidores do Ibama, Instituto Chico Mendes (ICMBio) e Ministério do Meio Ambiente (MMA) denunciam as situações de assédio moral e falta de autonomia que sofrem para que grandes projetos de infraestrutura sejam aprovados sem os devidos requisitos ambientais e sociais exigidos pela lei. Eles afirmam que situações graves já se tornaram cotidianas, como por exemplo, a alteração de pareceres, diminuição e retirada de

Os atingidos pelo Complexo de Suape, artigo de Heitor Scalambrini Costa

  [EcoDebate] Em Pernambuco vivencia-se uma situação, análoga a tantas outras que ocorrem no País e diz respeito ao modelo predatório adotado de desenvolvimento. Quem paga pelo “progresso” a nível local são as populações nativas, obrigadas a saírem de suas moradias, criando grandes problemas sociais. E também o meio ambiente, onde são despejados produtos tóxicos e suprimida a vegetação, com reflexos na vida animal, nos rios e riachos. Esta ação local

Comitês populares denunciam remoções forçadas nas cidades que vão receber a Copa e Olimpíadas

  As obras de preparação para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 já provocaram, pelo menos, 21 casos de remoção forçada de moradores em sete capitais, de acordo com o dossiê Megaeventos e Violações de Direitos Humanos no Brasil. O documento, divulgado ontem (12) pela Articulação Nacional de Comitês Populares da Copa, traz relatos de desalojamentos irregulares em Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro

Dossiê reúne impactos e violações de direitos em obras de infraestrutura para a Copa do Mundo e Olimpíadas

  Decisões sobre obras de infraestrutura para Copa são tomadas sem participação social, diz relatório As decisões sobre as obras de infraestrutura para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 têm deixado a sociedade de fora das discussões, segundo o dossiê Megaeventos e Violações de Direitos Humanos no Brasil. O documento divulgado ontem (12) aponta ainda que “a ausência de participação e de mecanismos de controle social é também revelada

Moradores atingidos por remoções para obras da Copa e Olimpíadas fazem manifestação na porta da prefeitura do Rio

  Representantes de movimentos sociais e moradores de comunidades que estão sendo removidas em função das obras para a Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016 fizeram, no início da tarde de hoje (12), um protesto em frente à prefeitura do Rio de Janeiro. Durante o ato, o grupo deixou sobre a calçada do Centro Administrativo sacos com entulhos de casas que foram demolidas. Eles também entregaram um dossiê [Megaeventos

Governo modifica regras de licenciamento para rodovias, portos, petróleo e energia

  Áudio: Para a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, as mudanças não significam uma flexibilização do licenciamento ambiental, mas sim a unificação das regras. Estão incluídas áreas de petróleo, gás, rodovias, portos e linhas de transmissão. [Sabrina Craide, ABr] Entre as alterações estão o tratamento diferenciado aos projetos conforme o potencial de impacto ambiental e critérios mais claros para a definição de obras de alto e baixo impacto. De acordo com

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