Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) reconhece a tragédia de Mariana como crime contra a humanidade

    O Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) reconheceu a tragédia de Mariana (MG) como violação "a direitos humanos de excepcional gravidade". A decisão tomada de forma unânime pelos 22 conselheiros foi registrada na Resolução nº 14/2019. Segundo o próprio conselho, trata-se de classificação equivalente a crime contra a humanidade, definido no âmbito do Tribunal Penal Internacional. ABr A tragédia de Mariana ocorreu em 5 de novembro de 2015, quando uma barragem da mineradora

Tragédia de Mariana: Estudo revela poeira com metais em áreas afetadas por lama da Samarco

  Concentrações de ferro, cádmio e cobre acima dos valores de referência estabelecidos pelos padrões de saúde no Brasil foram detectadas na poeira coletada dentro das casas em comunidades de Mariana (MG) e Barra Longa (MG). ABr As duas cidades são as mais afetadas pela lama que vazou da barragem da mineradora Samarco, após a ruptura ocorrida em novembro de 2015. A análise foi realiza pelas empresas Ambios e Technohidro e os resultados

Geração Distribuída: retomada de discussões geram incertezas no setor de energia renováveis, artigo de Mariana de Meira Todeschini

    [EcoDebate] Em 15 de outubro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou a realização de consulta pública de nº 026/2019, que trata sobre a proposta de taxação do sistema de compensação de energia elétrica decorrente da Geração Distribuída (GD). Tal consulta provocou inúmeras críticas da sociedade e reacendeu os debates sobre a geração de energia elétrica distribuída no país, que, desde a Resolução Normativa nº 482/2012 da ANEEL, revisada

Tragédia de Mariana: Quatro anos de crime e impunidade, artigo de Gilvander Moreira

  Paixão na bacia do ex-rio Doce: crime e impunidade crescem Por Gilvander Moreira1 O dia 05 de novembro de 2015 entrou para a história como o dia do maior crime/tragédia socioambiental da história do Brasil e um dos maiores do mundo: o crime das mineradoras VALE/Samarco/BHP e do Estado acontecido a partir de Bento Rodrigues, no município de Mariana, MG, com o rompimento da barragem de Fundão, que despejou abruptamente 55 milhões

Estudo demonstra que a tragédia de Mariana causou alterações substanciais e perenes na foz do Rio Doce

  Estudo desenvolvido no Instituto de Geociências demonstra os efeitos do rompimento da barragem de Fundão JORNAL DA UNICAMP TEXTO PAULA PENEDO | INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS | ESPECIAL PARA O JU FOTOS AGÊNCIA BRASIL EDIÇÃO DE IMAGEM LUIS PAULO SILVA O Rio Doce, localizado nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, é um dos cursos d’água mais importantes da região Sudeste brasileira, com uma bacia hidrográfica que incorpora 184 municípios. Em novembro de 2015, ele sofreu

As sacolas plásticas e o início de um novo tempo, artigo de Mariana Schuchovski

    [EcoDebate] Desde o último dia 26 de junho, partir desta quarta-feira (26), os estabelecimentos do Estado do Rio de Janeiro estão proibidos de oferecer sacos ou sacolas plásticas descartáveis aos seus clientes, devido a aprovação da Lei 8.006/2018. Na mesma semana, a cidade de São Paulo (SP) sancionou um projeto de lei municipal para a proibição do fornecimento de canudos plásticos na cidade. Seguindo esse ritmo, logo medidas semelhantes estarão

Tragédia de Mariana: Nota técnica da Anvisa recomenda consumo limitado de peixes da bacia do Rio Doce

  Análise da Anvisa sobre consumo de peixes do Rio Doce gera divergência ABr Uma nota técnica produzida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre os riscos do consumo de peixes da bacia do Rio Doce gerou reações distintas de instituições envolvidas nos desdobramentos da tragédia de Mariana (MG). De um lado, a segurança na ingestão de uma quantidade limitada do pescado foi anunciada no site da Fundação Renova, entidade criada para gerenciar

Tragédia de Mariana: Lama da Samarco contaminou corais do Parque Nacional dos Abrolhos, na Bahia

    O rompimento da barragem da Samarco, em Mariana, Minas Gerais, causou danos “irreparáveis” aos corais do Parque Nacional dos Abrolhos, na Bahia, o recife de corais mais importante de todo o Atlântico Sul. ABr A informação consta de um estudo feito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) ao comprovar que os corais do Parque Nacional dos Abrolhos sofreram “impactos significativos” decorrentes da contaminação por rejeitos despejados nas ilhas após

Pesquisador faz uma análise sobre o ciclo de preços das commodities e o risco de desastres como o de Mariana e Brumadinho

  'Brumadinho é uma tragédia estrutural, um ponto previsível numa curva de grandes desastres que ainda pode aumentar' Entrevista Rodrigo Salles Perreira dos Santos : Professor e pesquisador do grupo Política, Economia, Mineração, Ambiente e Sociedade (PoEMAS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), faz uma análise sobre o ciclo de preços das commodities e o risco de desastres como o de Mariana e Brumadinho A Barragem I, da Mina Córrego do

Órgãos ambientais relatam que a Samarco pagou menos de 7% das multas ambientais após Mariana

  Dados divulgados por órgãos ambientais revelam que a Samarco, três anos após a tragédia de Mariana (MG), pagou R$ 41 milhões das multas que lhe foram aplicadas. O valor corresponde a menos de 7% do que é cobrado. ABr     Na mais nova tragédia, ocorrida na última sexta-feira (25) em Brumadinho (MG), duas multas foram impostas à mineradora Vale, responsável pela Mina Feijão, onde a barragem se rompeu. Uma delas, no valor de R$

Tragédia de Mariana próxima de completar 3 anos e da prescrição do crime ambiental

  Tragédia de Mariana - Às vésperas da prescrição, cronograma de indenizações perde força e deixa mais de 7 mil pescadores atingidos em situação vulnerável     Por Mariana Pupo No próximo dia 5 de novembro, a maior tragédia ambiental de que se tem notícia no Brasil, o caso Mariana/MG, completa três anos. Em 2015, cerca de 70 mil pessoas foram atingidas direta ou indiretamente por um tsunami de lama gerado pelo rompimento da barragem

Depois de quase três anos, sai acordo de indenização a vítimas da tragédia de Mariana

  Quase três anos após o rompimento da Barragem de Fundão, em Mariana (MG), a Samarco e o Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) firmaram o acordo que assegura indenização aos membros da comunidade atingida pela tragédia. Com a oficialização do acordo, a Samarco, empresa controlada pela Vale e pela anglo-australiana BHP Billiton, e a Fundação Renova, organização criada para articular as ações de reparação, terão até três meses para se manifestar

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