Denúncia: A farsa do projeto de REDD ‘Florestal Santa Maria’, no Mato Grosso, Brasil

  Por Winnie Overbeek, Secretariado Internacional do WRM - World Rainforest Movement O projeto de REDD Florestal Santa María (FSM-REDD) cobre quase 70.000 hectares da Amazônia brasileira e vendeu créditos de carbono a programas de compensação de, pelo menos, duas companhias aéreas: Delta Airlines e TAP. Por trás dele se esconde um aumento no desmatamento na região e um histórico de concentração de terras, uso de certificações que não valem mais e promessas não

Projeto Envira REDD+, no Acre, Brasil: certificadoras de carbono atribuem Nível Ouro a promessas vazias

  World Rainforest Movement Uma comunidade de seringueiros, dentro de um projeto de REDD+ de 40 mil hectares, enfrenta uma difícil luta pelo direito à terra. O projeto já vendeu créditos de carbono e, até agora, somente forneceu à comunidade kits de higiene bucal e uma visita ao dentista “Sede florestal” – Projeto Envira Amazónia. Ph: WRM O Projeto Envira Amazônia é um dos três empreendimentos de compensação de carbono florestal (REDD+) que a

Relatório analisa a transparência de projetos ligados ao mercado de carbono no Pará

  Publicação joga luz sobre as políticas ligadas mercado de carbono no Pará e analisa níveis de transparência dos órgãos públicos envolvidos     A ARTIGO 19 lançou o relatório “Vim Aqui Para Saber: O Que é o Carbono?” - acesso à informação e economia verde no Pará”. A publicação traz uma análise sobre o acesso à informação nos projetos existentes no Pará relativos ao mercado de carbono e ao mecanismo intitulado Redução de

Justiça anula contrato sobre venda de créditos de carbono em terras indígenas

    O contrato de 13 milhões de dólares foi firmado entre a empresa irlandesa Celestial Green Ventures PLC e a Associação Indígena Awo "Xo" Hwara. Caso a determinação não seja cumprida, a empresa, que não possui cadastro regular no país, deverá arcar com multa diária de 50 mil reais Apresentação de Juliana Maya, da Radioagência Nacional / ABr. EcoDebate, 19/12/2012 [ O conteúdo do EcoDebate é “Copyleft”, podendo ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde

Olimpíadas 2016: Rio pretende plantar 34 milhões de mudas de espécies da Mata Atlântica para reduzir emissão de gases estufa

    A Secretaria Estadual do Ambiente pretende plantar 34 milhões de mudas de espécies de Mata Atlântica até 2015. O programa de replantio foi anunciado ontem (13) pelo secretário Carlos Minc. O reflorestamento faz parte do plano de encargos assinado pelo governo do estado para a realização dos Jogos Olímpicos de 2016. Uma das obrigações estabelecidas no documento trata da redução das emissões de gases de efeito estufa no período do evento. Foram

Terras indígenas: ‘o filé do mercado de carbono mundial’. Entrevista com Augusto Santiago

  São os territórios indígenas da América Latina “que os operadores do mercado pretendem usar como base de troca para que as corporações possam dar continuidade a seus negócios”, declara o coordenador do Programa Direito a Terra, Água e Território – DTAT. Confira a entrevista. “Defendemos formas de vidas plurais e autônomas, inspiradas pelo modelo do Bom Viver/Vida Plena, onde a Mãe Terra é respeitada e cuidada, onde os seres humanos representam apenas

Comércio de carbono e o mecanismo REDD+ ameaçam a produção alimentar e a soberania dos povos africanos

  Charge em http://www.celsias.com/article/seeing-redd-could-there-be-more-complicated-way-sa/ Camponeses “cultivam” carbono para os poluidores em Moçambique Camponês cuida de floresta em Nhambita - Foto: Africa News A produção alimentar e a soberania dos povos africanos correm o risco de estar seriamente comprometidas devido a implementação de projetos de plantio e conservação de árvores para a captura de carbono e a chamada Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal Plus (REDD+). Tais projetos poderão conduzir o continente a

Bolsa ‘Verde’ negociará crédito de carbono emitido durante Rio+20

A Bolsa Verde do Rio de Janeiro (BVRio), criada para negociar créditos de ativos ambientais, terá sua primeira operação durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). Segundo o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, a primeira transação será a negociação de créditos de carbono emitidos durante o encontro internacional, que ocorrerá em junho deste ano. “Já está sendo feito o cálculo e a primeira operação será na Rio+20,

Escritório Verde na UTFPR será a primeira construção ‘carbono zero’ do Estado do Paraná

  O projeto do Escritório Verde na Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR será a primeira construção "carbono zero" do Estado do Paraná - www.escritorioverdeonline.com.br O Escritório verde é um projeto inédito no Brasil concebido pelo Prof. Dr. Eloy F. Casagrande Jr. para implantar as ações da Agenda 21 dentro da universidade. Juntamente com a empresa EcoStudio - Soluções Sustentáveis, o projeto da sua sede sustentável foi inaugurada em dezembro de 2011, onde mais de 50 empresas

Hidrelétrica de Santo Antonio, denunciada por infrações sociais e ambientais, quer vender créditos de carbono

  Consórcio da hidrelétrica de Santo Antonio, em Rondônia, solicitou registro junto à ONU para entrar no lucrativo mercado de carbono; entidades contestam Por Verena Glass, da Repórter Brasil No início deste ano, cenas de casas ribeirinhas arrastadas pela força das águas do rio Madeira, em Rondônia, acompanharam a abertura das comportas da hidrelétrica de Santo Antonio, uma das principais obras do PAC na Amazônia. Os impactos sobre moradores das barrancas do rio

O golpe da venda de créditos de carbono, artigo de Telma Monteiro

O contrato de venda de carbono (REDD) assinado por alguns indígenas da etnia Munduruku com a empresa irlandesa Celestial Green pôs em evidência uma discussão até então marginalizada.  Sobre esse assunto leia Empresa irlandesa compra direitos sobre créditos de carbono dos índios Munduruku, no Pará  O golpe da Celestial Green Ciaran Kelly, CEO da Celestial Green é um gênio do ilusionismo. Tem sob sua única responsabilidade e direção mais de 14 empresas, quase

New York Times: UE pode estar exagerando redução de CO2 por biocombustíveis

  Relatório preliminar diz que benefícios estão sendo contados em dobro A versão preliminar de um relatório do Comitê Científico da Agência Ambiental Europeia acusa a União Europeia de exagerar as reduções de gases causadores do efeito estufa que serão possibilitadas pela adoção de biocombustíveis, informa o jornal The New York Times. A opinião, que está sendo elaborada por 19 pesquisadores, diz que a redução de emissões projetada pela

Carbono Zero e outras Balelas, artigo de Marcelo Szpilman

[EcoDebate] No rastro dos debates das grandes questões ambientais, como sempre acontece, logo surgem os oportunistas surfando a onda com criativos produtos e belas campanhas de marketing. Como a bola da vez é o Aquecimento Global e as Mudanças Climáticas, a onda agora é prometer compensar (ou neutralizar) as emissões de carbono e gases do efeito estufa com o "mágico" plantio de árvores. Como Slogan, é muito bonito e reconfortante

Economia de Baixo Carbono, Verde ou Sustentável? artigo de Newton Figueiredo

[EcoDebate] No Fórum Mundial de Sustentabilidade ocorrido em Manaus, o Workshop intitulado “Descarbonização da Economia”, realizado em 25/03/11, com o objetivo de discutir essa questão sob o ponto de vista da sustentabilidade, no Brasil, teve a participação de mais de 100 pessoas (o Fórum como um todo recebeu mais de 700) que tiveram a oportunidade de ouvir o Professor Paul Younger, Presidente do Comitê Científico Global do Planet Earth Institute

COP-16: Suruís lançam primeiro fundo de carbono indígena

Associação Metareilá dos Povos Indígenas Suruí lança em Cancún o primeiro fundo de carbono indígena, mecanismo financeiro criado e administrado pelo Funbio para a conservação da Terra Indígena Sete de Setembro, em Rondônia, e o fortalecimento cultural de seu povo. São parceiros da iniciativa a ACT Brasil, o Forest Trends, o Idesam e a Kanindé. Apesar do pessimismo mundial frente à falta de acordos e compromissos dos países com o clima

Comissão de Meio Ambiente da Câmara aprova regulamentação de crédito de carbono

A medida estabelece que a redução de emissões de gases estufa provenientes da degradação florestal e do desmatamento poderá ser compensada financeiramente a partir de negociação de créditos no mercado de carbono. A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou, na quarta-feira (1), a regulamentação do mecanismo de Redução Certificada de Emissões do Desmatamento e Degradação. Esse mecanismo prevê a concessão de créditos de carbono aos proprietários rurais brasileiros que

Comissão da Câmara aprova compensação por gases estufa na Copa 2014

A Comissão de Turismo e Desporto aprovou, nesta quarta-feira, a neutralização - por meio de ações efetivas de compensação ambiental - das emissões de gases de efeito estufa geradas pelas atividades da Copa do Mundo de Futebol de 2014 no Brasil. A medida está prevista no Projeto de Lei 7421/10, do Senado. O relator, deputado Paulo Henrique Lustosa (PMDB-CE), argumentou pela sua aprovação com dados divulgados

Como a FAO contribui para a maquiagem verde das emissões de gases de efeito estufa da indústria madeireira

Diante das emissões de gases de efeito estufa em cada estágio da cadeia de produção, a indústria madeireira deve escolher. Poderia considerar a redução das emissões. Ou poderia tentar a maquiagem verde de suas operações tentando de fato evadir responsabilidades. Talvez não seja surpreendente, devido à sua história, que a indústria esteja optando pela última opção. A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação tem sido grande defensor da

Compra de carbono nas florestas: o caminho errado para Cancun

Há muitos anos que a expansão mundial do negócio da celulose e do papel tem estado cobrindo crescentemente milhões de hectares de terras com plantações de monoculturas de árvores em grande escala. Principalmente disfarçados em "florestas", os chamados "desertos verdes" têm invadido vastos territórios e ricos ecossistemas, principalmente do Sul global. A FAO tem contribuído em grande parte com a distorção quando incluiu as plantações de árvores em sua definição de

MDL: ONGs acusam indústrias de criarem milhões de créditos de carbono ‘falsos’

Cresce a tensão mundial em torno de créditos de carbono "falsos" - A ONU (Organização das Nações Unidas) estaria reconhecendo a existência de uma enorme falha no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL)? Em menos de um mês, seis fábricas asiáticas viram suas alocações de créditos de carbono sendo bloqueadas pela ONU, tempo de verificar se essas indústrias abusaram ou não do MDL, principal dispositivo do protocolo de Kyoto que

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