Carta aberta dos povos indígenas do mundo em protesto ao mercado de carbono

    Carta aberta dos povos indígenas do mundo - Ao Governador da Califórnia e à Força Tarefa do Clima e Florestas do Governador Ramaytush e Greater Ohlone Territory (São Francisco, Califórnia) Povos originais e nações indígenas do mundo reuniram-se no Ramaytush e no maior território de Ohlone na Califórnia, apoiados pela Convenção 169 da OIT sobre Povos Indígenas e Tribais (1989) e pela Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas

Projetos de carbono no Acre ameaçam direito à terra

  Famílias de seringais nos rio Purus e Valparaiso sofrem restrições no manejo tradicional de agricultura para que latifundiários vendam créditos de carbono Por Verena Glass*, da Agência de Notícias Repórter Brasil. Bacia dos rios Purus e Juruá – Uma das principais bandeiras da luta de Chico Mendes, a consolidação do direito dos seringueiros do Acre a seus territórios, continua sendo uma questão espinhosa 25 anos após a sua morte, completados neste domingo

Floresta Nacional na Paraíba poderá ofertar créditos de carbono no Mercado Internacional

    Inaugurando uma serie de procedimentos de alta complexidade científica, o Projeto Extremo Oriental das Américas irá implementar, durante o mês de novembro, a avaliação das emissões de gases de efeito estufa do solo para a atmosfera, nos ecossistemas da Floresta Nacional da Restinga de Cabedelo (PB). Trata-se de um marco no monitoramento ambiental em ambientes estuarinos da Paraíba, pois vai acompanhar a dinâmica do carbono em ecossistemas de mangue e floresta,

Tribo paiter suruí, de Rondônia, obtém certificado para gerar créditos de carbono, mas falta regulamentação

  Tribo obtém certificado, mas falta regulamentação - Os paiter suruí receberam qualificação para gerar créditos de carbono, mas lei não saiu e agora estão sob alvo dos madeireiros Há cinco meses, quando obteve dois importantes certificados internacionais, a tribo paiter suruí, de Rondônia, qualificou-se de forma exemplar para gerar créditos no mercado de carbono. Os acordos, porém, não saíram do papel. À espera de regulação específica para o setor, o projeto

Funai: contratos de crédito de carbono entre empresas internacionais e comunidades indígenas são ilegais

  Os contratos que comunidades indígenas assinaram com empresas estrangeiras interessadas em explorar os direitos sobre créditos de carbono, obtidos a partir da preservação da floresta, não tem validade jurídica. É o que garante o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Márcio Meira. “Não existe, no Brasil, regulamentação sobre [o mecanismo de] Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação [Redd]. Por isso, esses contratos não tem validade jurídica. Consequentemente, todo o

Funai alerta comunidades indígenas sobre venda ilegal de crédito de carbono

  Fundação Nacional do Índio (Funai) apura denúncia de que comunidades indígenas venderam a uma empresa estrangeira créditos de carbono, que dão direito à emissão de gases de efeito estufa pelos compradores. Os contratos são considerados ilegais e chegam a impor restrições ao uso da terra pelas próprias comunidades. Confira entrevista com o presidente da Funai, Márcio Meira * Audio-reportagem com apresentação Andhrea Tavares e Beth Begonha, da Radioagência Nacional/ABr. EcoDebate, 14/03/2012 [ O

A terra é dos índios. E o carbono, é de quem?

  Por Natalia Viana, Ana Aranha, Jessica Mota e Carlos Arthur França, em A PÚBLICA Por US$ 120 milhões, empresa irlandesa compra direitos sobre créditos de carbono dos índios Munduruku, no Pará; contrato investigado pelo Ministério Público valeria por 30 anos. A Funai foi deixada de fora O vídeo promocional da empresa Celestial Green Ventures – “verde celestial”, em português – traz imagens de uma reunião em uma localidade não identificada, na Amazônia. Em meio

CO2 e H2O: As verdades que o mundo ignora, artigo de Antonio Germano Gomes Pinto

Todo combustível quando entra em combustão produz gás carbônico (CO2) e água (H2O). A água gerada durante o processo de combustão é a chamada água de combustão. A molécula do combustível produz água quando entra em combustão porque tem na sua estrutura molecular átomos de hidrogênio (H) ligados a outros átomos da molécula do combustível, principalmente, aos átomos de carbono (C). Quanto maior for a relação hidrogênio/carbono, maior será o percentual de

Vegetação tropical do planeta armazenaria 21% a mais de gases estufa do que se pensava

  Vegetação tropical emite menos CO2 do que se pensava, diz estudo - Sumidouros de carbono armazenariam 21% a mais de gases estufa. Mapeamento de cientistas ajuda na vigilância de países contra o desmate. Do Globo Natureza. Estudo [Estimated carbon dioxide emissions from tropical deforestation improved by carbon-density maps', Nature Climate Change (2012) doi:10.1038/nclimate1354] publicado na revista científica “Nature” mostra um novo mapeamento feito por cientistas sobre a vegetação tropical do planeta

Os créditos de carbono e o Ministério Público, artigo de Roberto Naime

  [EcoDebate] O mercado de créditos de carbono nasceu no final de 1997, com o Protocolo de Kyoto que prevê que os países desenvolvidos reduzam sua emissão de gases de efeito estufa (GEE) em 5,2% tomando por base as médias relativas a 1990. A redução deve ser feita entre 2008 e 2012. Para auxiliar no cumprimento destas metas existem os chamados mecanismos de flexibilização. Para não comprometer as economias destes países que

Microalgas sequestram carbono e desenvolvem biomoléculas para fins industriais

  Pesquisadores da UFSCar cultivam microalgas em laboratório para sequestrar carbono da atmosfera e desenvolver biomoléculas para aplicação nas áreas de energia e agricultura Microalgas polivalentes – Além de serem fontes de biomoléculas para o desenvolvimento de novos produtos, com aplicações nas indústrias alimentícia, cosmética, farmacêutica e petroquímica, entre outras, as microalgas também podem ser utilizadas para o sequestro biológico de carbono da atmosfera. Entretanto, justamente em função do aumento de dióxido de

Cimento ecológico é capaz capaz de “sequestrar” do ar as moléculas de dióxido de carbono (CO2)

  O dióxido de carbono (CO2) é considerado um dos maiores vilões do aquecimento global. O aumento da emissão deste gás, especialmente pela ação do homem, vem intensificando o efeito estufa – processo que retém parte da radiação solar refletida pela superfície terrestre, fazendo com que o calor fique preso na atmosfera. Para ajudar a minimizar a emissão de CO2, uma pesquisa desenvolvida na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Top