Lista de votação na Câmara dos Deputados no Código Florestal

  a. LEGISLATURA SEGUNDA SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA SESSÃO EXTRAORDINÁRIA Nº 096 - 25/04/2012 Abertura da sessão: 25/04/2012 14:29 Encerramento da sessão: 25/04/2012 19:31 Proposição: PL Nº 1876/1999 - SUBSTITUTIVO DO SF - DISPOSITIVOS COM PARECER PELA REJEIÇÃO - Nominal Eletrônica Início da votação: 25/04/2012 18:05 Encerramento da votação: 25/04/2012 18:25 Presidiram a Votação: Marco Maia   Resultado da votação Sim: 184 Não: 274 Abstenção: 2 Total da Votação: 460 Art. 17: 1 Total Quorum: 461 Este navegador não suporta Java. Presidente da Casa: Marco Maia - PT /RS Presidiram a Sessão:  Rose de Freitas -

Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.578, de 25/04/2012

  Sociedade Ego-hierárquica versus Globo Eco-cêntrico, artigo de José Eustáquio Diniz Alves Acompanhar a Rio+20 é um dever de todo o cidadão, artigo de Geraldo Trindade Pelo Fortalecimento da Gestão Florestal em Mato Grosso, artigo de Eduardo Figueiredo Abreu Rio+20 e a matriz energética brasileira – Parte I, artigo de Telma Monteiro Plenário da Câmara poderá votar Código Florestal nesta quarta-feira, 25 MPF/MT recorre à justiça para exigir estudo dos impactos

Sociedade Ego-hierárquica versus Globo Eco-cêntrico, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] Antes de escrever sua obra seminal - que o tornou super-famoso e o transformou em “pai da economia moderna” - Adam Smith (1723-1790), que era professor de ética, escreveu o livro “Teoria dos Sentimentos Morais” (1759). Neste livro ele estava preocupado com a ética e o processo de surgimento dos juizos morais, em contraposição ao auto-interesse e ao egoísmo. Não se sabe se Adam Smith ficou desiludido com a capacidade

Acompanhar a Rio+20 é um dever de todo o cidadão, artigo de Geraldo Trindade

[EcoDebate] O mundo voltará sua atenção para o Brasil nos dias 20 a 22 de junho de 2012. Não por causa de algum evento de cunho esportivo ou religioso, mas pela reunião dos 193 países que compõem as Nações Unidas para a discussão de temas como o desenvolvimento sustentável e o combate a pobreza. A cada 10 ou 20 anos realiza-se essas conferências, que já ocorreram em Estocolmo (Suécia) em

Pelo Fortalecimento da Gestão Florestal em Mato Grosso, artigo de Eduardo Figueiredo Abreu

  [EcoDebate] Participamos no último dia 17 de Abril, no auditório Milton Figueiredo, na Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso de audiência pública requerida pelo deputado Percival Muniz para discutir proposta de criação de uma nova pasta para gerir o setor de base florestal. Na oportunidade constatamos a presença significativa do segmento madeireiro do Estado, do Secretário de Estado do Meio Ambiente, Técnicos da mesma secretaria, parlamentares, representantes de alguns

Rio+20 e a matriz energética brasileira – Parte I, artigo de Telma Monteiro

  [EcoDebate] O ano de 2012 é o Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos, segundo a ONU. E não poderia ser de outra forma já que a energia é o centro de tudo, desde suprir a economia até o combate à miséria, passando pelas mudanças climáticas e o equilíbrio da vida na Terra. O governo diz que a matriz energética brasileira, que é o conjunto de fontes que geram energia, é

Plenário da Câmara poderá votar Código Florestal nesta quarta-feira, 25

  A votação do novo Código Florestal (PL 1876/99) foi adiada para esta quarta-feira (25). O relator da proposta, deputado Paulo Piau (PMDB-MG), vai ler seu parecer ao substitutivo do Senado em sessão extraordinária marcada para as 11 horas. Os líderes partidários tentaram, até o início da noite desta terça-feira (24), chegar a um acordo sobre o projeto, mas não houve consenso. O principal ponto de divergência continua sendo a decisão do

MPF/MT recorre à justiça para exigir estudo dos impactos da usina Teles Pires aos povos indígenas

  Construção da usina vai impactar pelo menos três povos indígenas na região O Ministério Público Federal em Mato Grosso (MPF/MT) recorreu novamente à Justiça para sanar os vícios no licenciamento ambiental da usina hidrelétrica Teles Pires. Desta vez, procuradores da República de Mato Grosso e do Pará e promotores de Justiça apontam a ausência de estudos sobre o impacto da usina aos povos indígenas da região. A usina Teles Pires, a primeira

Caatinga, um bioma desconhecido e a ‘Convivência com o Semi Árido’. Entrevista com Haroldo Schistek

  " A Caatinga ocupa 11% do território nacional e mereceria, sem dúvida, um enfoque apropriado e políticas públicas feitas exclusivamente para a área que engloba. Esta área corresponde às superfícies da Alemanha e França juntas", constata o  idealizador do Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada – IRPAA, com sede em Juazeiro, BA. "A Caatinga é o bioma mais frágil que temos no Brasil. A ciência, identificando sua fauna e flora, nos

Retrocesso na agenda socioambiental: O ‘Brasil Grande’ que pensa pequeno

  A análise da conjuntura da semana é uma (re)leitura das "Notícias do Dia’ publicadas diariamente no sítio do IHU. A análise é elaborada, em fina sintonia com o Instituto Humanitas Unisinos – IHU, pelos colegas do Centro de Pesquisa e Apoio aos Trabalhadores – CEPAT, com sede em Curitiba-PR, parceiro estratégico do Instituto Humanitas Unisinos – IHU, e por Cesar Sanson, professor na Universidade Federal do Rio Grande do Norte

É lançada a Plataforma Intergovernamental para Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES)

  A Plataforma Intergovernamental para Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES, na sigla em inglês) teve sua criação aprovada no sábado (21/04), na Cidade do Panamá, depois de vários anos de intensas discussões internacionais. O IPBES é um painel intergovernamental que terá a função de fazer com que o conhecimento científico acumulado sobre biodiversidade seja sistematizado para dar subsídios a decisões políticas em nível internacional. A cidade de Bonn (Alemanha) foi escolhida para

Vinte anos de Agenda 21 e nada a festejar. Diretor do Pnuma diz que países falharam na implementação

  Vinte anos depois de sua criação, o diagnóstico da Agenda 21 é de fracasso na prática. O documento surgiu como um dos mais importantes da Rio 92 e seria um instrumento para dar direção a governantes em busca do desenvolvimento sustentável. Mas ficou no mundo das ideias. Essa é uma das principais críticas de especialistas convidados a fazer um balanço desse período, confirmada pelo diretor executivo do Programa das Nações

Top