Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.469, de 14/11/2011

  Análise de Impactos Socioambientais de Barragens, artigo de Roberto Naime Dilma tratora as cisternas? artigo de Roberto Malvezzi (Gogó) O estorvo indígena, artigo de Lucio Carvalho O governo da poluição, artigo de Heitor Scalambrini Costa Governo trabalha por ajustes em seis aspectos do novo Código Florestal Os povos indígenas são fundamentais para a preservação das florestas do mundo Jornalistas encontram 'cenário devastador' em Fukushima Mudanças Climáticas: Nem os céticos duvidam mais,

Análise de Impactos Socioambientais de Barragens, artigo de Roberto Naime

  [EcoDebate] O Brasil pode se orgulhar e com frequência divulga esta notícia de que é um pais com uma matriz energética voltada para energias chamadas “limpas”. De fato, biomassa, energia hidrelétrica e outras constituem uma matriz de geração bastante promissora. No entanto, os reservatórios das hidrelétricas produzem importantes impactos nos principais ecossistemas associados à bacias hidrográficas. A função dos reservatórios é muito diversificada. Servem para acumulação e captação de água potável,

Dilma tratora as cisternas? artigo de Roberto Malvezzi (Gogó)

  [EcoDebate] A sociedade civil articulada trabalha há anos a construção de um milhão de cisternas para a população difusa do semiárido. O P1MC já construiu cerca de 350 mil dessas cisternas. O resultado desse trabalho de rendeira, ponto a ponto, cisterna a cisterna, junto com outras políticas públicas como a elevação do salário mínimo, Luz para Todos e Bolsa Família, fizeram com que desaparecesse do cenário nordestino as grandes migrações, os

O estorvo indígena, artigo de Lucio Carvalho

  [EcoDebate] Passados 511 anos do descobrimento, a população indígena brasileira mantém-se como um dos grandes estorvos aos projetos de civilização nacional e bem-viver da sociedade. Essa foi, provavelmente, a mensagem transmitida aos bandeirantes no passado, ao ponto de torná-los mais célebres quanto maior fosse o número de presas abatidas. O convite, na época, também falava em patacas de ouro e lotes de sesmaria. Hoje, o discurso do estorvo indígena renova-se vigorosamente

O governo da poluição, artigo de Heitor Scalambrini Costa

  [EcoDebate] No mês de setembro houve o anúncio em Pernambuco da construção da maior termelétrica a óleo combustível do mundo, no município do Cabo de Santo Agostinho. Com uma potência instalada de 1.452 MW e um sistema de armazenamento para suprir à termelétrica, com capacidade para armazenar 200.000 toneladas de óleo combustível, foi prometido assim, produzir energia suficiente para atender as necessidades da cidade do Recife, caso necessário. A cada

Governo trabalha por ajustes em seis aspectos do novo Código Florestal

  O governo reconhece avanços no projeto de novo Código Florestal a partir das mudanças já aprovadas no Senado, mas ainda espera que sejam feitos ajustes antes da votação final do texto, conforme afirmou Bráulio Ferreira Dias, secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente. Ele participou nesta sexta-feira (11) de audiência pública na Comissão de Meio Ambiente (CMA). Na opinião do secretário, pelo menos seis aspectos precisariam ser melhorados:

Os povos indígenas são fundamentais para a preservação das florestas do mundo

  A tribo Awá no Brasil foi devastada pelo programa Carajás, financiado pelo Banco Mundial. © Fiona Watson / Survival A chave para a conservação encontra-se com os povos indígenas - Os povos indígenas são fundamentais para a preservação das florestas do mundo, e reservas de conservação que os excluí sofrem, segundo um novo estudo do Banco Mundial. A sua análise mostra que o desmatamento chega a seu nível mais baixo conforme

Jornalistas encontram ‘cenário devastador’ em Fukushima

  Os jornalistas que foram autorizados a entrar na Central Nuclear de Fukushima assistiram a um "cenário devastador", com caminhões virados, lixo amontoado e prédios por ruir. O governo japonês prevê que a desativação total da usina leve mais de 30 anos, prazo previsto para remover, de forma segura, o combustível nuclear estocado no local. Os jornalistas que, neste sábado (12), foram pela primeira vez autorizados a entrar na Central Nuclear de

Mudanças Climáticas: Nem os céticos duvidam mais, artigo de Washington Novaes

  [O Estado de S.Paulo] No mês de outubro caíram sobre a cidade de São Paulo 146,9 milímetros de chuvas, mais que o dobro de outubro do ano passado (69,6 milímetros) ou 19,3% mais que a média histórica do mês. Foram registrados 68 pontos de alagamento, ante 36 em 2010. O Instituto Nacional de Meteorologia prevê (Estado, 2/11) que até dezembro a tendência estará entre 15% e 20% acima da média.

A era do lixo. ‘Ele está visceralmente associado ao atual modo de vida’. Entrevista com Maurício Waldman

  A humanidade está movimentando cerca de 48 bilhões de toneladas de materiais por ano, mas, desse valor, “30 bilhões viram lixo”, informa Maurício Waldman à IHU On-Line. Na era do consumo descartável, as classes “abastadas” geram cerca de 1,5 a 2,0 kg/hab/dia de resíduos, enquanto entre os mais pobres o grau de resíduos despenca para 0,3 kg/hab/dia. Na entrevista a seguir, concedida por e-mail, o pesquisador esclarece que esses dados

Biomassa: resíduos vegetais podem gerar até um terço de toda a energia consumida no país

  Os resíduos vegetais deixados no campo pelo agronegócio têm potencial para gerar de 120 milhões a 130 milhões de MW/h de energia ao ano - cerca de um terço de toda a energia consumida no país. Teoricamente, para transformar essa biomassa em energia, bastaria retirar 40% do material deixado nas plantações. "Com isso, não haveria nenhum tipo de dano do ponto de vista de recuperação do solo", observa Luciano Basto,

Chefe de energias alternativas do BNDES diz que setor solar é o que mais cresce no mundo

  Wikipedia - Parque Fotovoltaico de Lieberose, na Alemanha, que gera 71,8 MW “Os europeus, o Japão, os asiáticos têm fomentado bastante essa fonte alternativa. No Brasil temos todas as condições de reproduzir esse crescimento da fonte solar" Com os custos dos painéis elevtrovoltaicos, que convertem a luz do Sol em eletricidade, em queda no mercado internacional, a energia solar deve se tornar economicamente viável em poucos anos. Empresários interessados em abrir

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