O Açude Gargalheiras, em Acarí (RN), entra em colapso. Comentários de João Suassuna

Prezados(as), Isso que aconteceu no Gargalheiras, açude de 40 milhões de metros cúbicos de capacidade, foi por má gestão dos recursos hídricos locais. Usaram praticamente todo o potencial volumétrico da referida represa, acima de sua capacidade de regularização, 100% garantida. O resultado de tudo isso, não podia ser outro. A água acabou! E, infelizmente, o Rio Grande do Norte não está sozinho nessa lamentável situação ora vivenciada no Semiárido nordestino. A

Crise hídrica de São Paulo foi negligenciada. Entrevista com Marzeni Pereira

  “Numa situação de crise aguda, que poderemos ter num futuro próximo, já que a possibilidade de colapso ainda não foi descartada, temos de optar por fontes não potáveis para fins não potáveis”, sugere o especialista em engenharia de Saneamento e ex-tecnólogo da Sabesp. Foto: ultimosegundo.ig.com.br   Os dados divulgados pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo – Sabesp, de que o índice de volume útil de água é de 15,3% no Sistema

Com queda dos reservatórios, crise no abastecimento de água deve perdurar em São Paulo

    Com queda no nível dos reservatórios e poucas chuvas, a região metropolitana de São Paulo deve continuar a enfrentar grave crise no abastecimento de água. O Sistema Cantareira opera na reserva técnica, e tem armazenados 12,3% da capacidade total das represas. São necessários 131,4 bilhões de litros de água para o sistema voltar ao índice positivo. Em 26 de julho, o sistema tinha 10,4% de déficit. Em um ano, o Cantareira

Especialistas alertam que situação dos reservatórios do Rio é grave

    Apesar da situação grave dos reservatórios da Bacia do Paraíba do Sul, que abastece a região metropolitana do Rio de Janeiro, não deve faltar água até o próximo período chuvoso, no verão. Porém, os especialistas ouvidos pela Agência Brasil alertam que é preciso economizar água para o sistema não entrar em colapso em 2016. Segundo dados do boletim diário da Agência Nacional de Águas (ANA), na última sexta-feira (28) o nível

SP: ‘Não há garantia alguma de que teremos água em janeiro’. Entrevista com Marzeni Pereira

  Por Raphael Sanz, do Correio da Cidadania. A crise no abastecimento de água em São Paulo continua bastante séria, ainda que menos propalada. Para recolocar o assunto em pauta, o Correio da Cidadania entrevistou Marzeni Pereira, ex-tecnólogo da Sabesp, justamente poucas horas depois de fazer a homologação de sua demissão. Em sua visão, a empresa tem condições técnicas de sobra, mas sua orientação ainda voltada aos lucros privados faz prevalecer, com

RJ: Cedae reduz captação de água no Paraíba do Sul

    A partir de hoje (27) a captação de água do Rio Paraíba do Sul para o sistema Guandu, que abastece a cidade do Rio de Janeiro, vai cair de 80m³/s para 75m³/s. A medida foi autorizada em março pela Agência Nacional de Águas (ANA) e está sendo implantada gradativamente pelo Grupo de Acompanhamento da Operação Hidráulica do Paraíba do Sul, que conta com representantes da agência, do Operador Nacional do

Estudo sugere ações integradas para atenuar a crise hídrica

  Medidas para atenuar a crise hídrica devem ir além da ampliação da oferta, como reúso e redução de perdas   No dia 15 de março do ano passado, o nível dos reservatórios do Sistema Cantareira, que abastecem 8,8 milhões de pessoas no Estado de São Paulo, atingiu 8,2% de sua capacidade utilizável, o pior índice já registrado desde a sua criação, em 1974. De lá para cá, as principais medidas propostas pelo

Fontes alternativas de água para uso residencial: possibilidades e riscos, artigo de Dirceu D´Alkmin Telles

    [EcoDebate] A escassez de chuvas que ocorre em boa parte do país afetou milhões de pessoas de diversas formas. Grandes cidades, como São Paulo, adotaram alterações no fornecimento, a fim de manter os reservatórios em níveis capazes de atender, ainda que com limitações, suas populações no longo prazo. Embora bastante negativo, esse quadro acabou por gerar uma conscientização de que o uso da água precisa ser revisto. Cresceu significativamente a

Em portaria, governo de São Paulo reconhece crise hídrica no estado

  A crise hídrica na Grande São Paulo começou em janeiro do ano passado, mas somente na terça-feira (18) ela foi reconhecida oficialmente como crítica pelo governo paulista, por meio de uma portaria publicada no Diário Oficial do estado. Na portaria, o superintendente do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), Ricardo Borsari, declara “em situação de criticidade hídrica a região da bacia hidrográfica do Alto Tietê”, que serve a diversos sistemas

20 e 21/8: Audiência pública busca ouvir a população de São Paulo sobre a crise hídrica

    A finalidade é instruir os mais de cinquenta inquéritos e ações civis que tratam do tema, nos Ministérios Públicos Federal e Estadual Para ouvir os relatos da população sobre os problemas enfrentados por conta da crise hídrica no estado de São Paulo, o Ministério Público Federal (MPF), o Ministério Público Estadual (MP/SP), o Ministério Público de Contas do Estado de São Paulo, o Ministério Público do Trabalho em São Paulo e

A crise hídrica perfeita, artigo de Roberto Malvezzi (Gogó)

    [EcoDebate] São cinco fatores fundamentais que geram a atual crise hídrica brasileira. O primeiro, alertado por vários cientistas, é a possível ruptura no ciclo de nossas águas. Em resumo, grande parte delas tem origem na evapotranspiração da floresta amazônica, sendo carreada para o sul, centro-oeste e sudeste pelos rios voadores. Com a derrubada da floresta amazônica os rios voadores estão perdendo força. Completa essa ruptura o desmatamento do Cerrado, que tem como

Crise hídrica: a solução está no estudo das bacias hidrográficas. Entrevista com Osvaldo Ferreira Valente

  “Com exceção dos habitantes do Semiárido, os brasileiros foram criados sob o conceito de que água era um bem abundante, livre e sem valor econômico”, afirma o engenheiro florestal. Foto: Pensamento Verde  Há 48 anos, desde que criou a disciplina de hidrologia e manejo de bacias hidrográficas, Osvaldo Ferreira Valente afirma que convive com “a frustração de ver a produção de água ainda ser tratada com alta dose de empirismo e de soluções

E quando a crise hídrica/elétrica bate à porta?

    Mudança de hábitos pode ser a chave para afastar o fantasma do racionamento O brasileiro convive mais uma vez com a necessidade de economia de recursos básicos, como água e luz. O aumento das tarifas de energia elétrica e a falta d’água em pontos variados do país são sinais de que algumas (ou muitas) coisas não vão bem. Um exemplo claro é a recente implementação das bandeiras tarifárias, que indicam ao

Seca no Nordeste e as consequências da má gestão dos recursos hídricos. Entrevista com João Abner Guimarães Júnior

seca

  “A prioridade no momento é fazer medidas de curto prazo, porque estamos atravessando a maior seca do século, temos o maior problema de carro-pipa da história, e esse já é um indicador da falência do sistema de abastecimento na região”, adverte o engenheiro hidráulico. Foto: http://sitionovornemfoco.blogspot.com.br O primeiro diagnóstico acerca da seca mais intensa do último século que atinge o Nordeste brasileiro, é de que existe água disponível para o consumo humano

Déficit de chuvas no Brasil vem aumentando e se tornando mais grave nas últimas décadas

  Por Elton Alisson, de São Carlos | Agência FAPESP     O déficit de chuvas em todo o Brasil vem aumentando nas últimas décadas e se tornando mais grave nos últimos anos. A região Sudeste do país, por exemplo, que enfrentou em 2014 e 2015 o maior período de estiagem dos últimos 70 anos, entrará em meados de agosto – quando se inicia a estação mais seca do ano – com menos água do

A caminho de uma Terra sem água?

  Crise hídrica brasileira é parte de fenômeno global. Consumo abusivo de recurso renovável, porém limitado, pode gerar, em trinta anos, inferno de desabastecimento e guerras.     A reportagem é de Elianne Ros, publicada por Outras Palavras, 16-07-2015. Em 2030, a população mundial deverá ser de uns 8,5 bilhões de pessoas e, se a humanidade continuar a viver do mesmo modo, o déficit de água doce do planeta chegará a 40%, diz informe das

Pegada hídrica e o uso consciente da água nas metrópoles. Entrevista com Vanessa Empinotti

  “O manejo e a gestão da água nas metrópoles poderiam assumir uma nova dimensão ao proporcionar uma reflexão sobre o modelo predominante utilizado hoje para garantir a sua segurança hídrica e o acesso à agua por seus habitantes e atividades econômicas”, afirma a engenheira agrônoma. Imagem: plantevida.com.br  Além de ser um método para “identificar a quantidade de água alocada durante o processo produtivo”, a pegada hídrica pode ser um instrumento importante no

Crises hídricas tendem a se agravar, afirma especialista

    Por Elton Alisson, de São Carlos | Agência FAPESP A crise hídrica que algumas regiões do Brasil estão enfrentando atualmente não é um fenômeno atual, mas já vem ocorrendo há muito tempo no mundo e é caracterizada não apenas pela seca e a falta de água em regiões, como o Sudeste do país, mas também por extremos hidrológicos, como as inundações que estão acontecendo na região Sul. A avaliação foi feita por

Sudeste entra na estiagem com menos água do que em 2014, diz Paulo Nobre

reservatório

    Meteorologista do Inpe discutiu a crise hídrica na região, durante conferência da 67ª Reunião Anual da SBPC, na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) O meteorologista Paulo Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCTI), abordou, nesta sexta-feira (17), a problemática da seca no Sudeste, em conferência da 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), UFSCar, em São Carlos (SP). “Nós estamos entrando na fase seca da

Desperdício de água no país equivale a seis Cantareiras, diz Instituto Trata Brasil

    Além de despejar todo dia o equivalente a 5 mil piscinas de esgoto em seus rios, o Brasil desperdiça, por ano, um volume de água que corresponde a seis sistemas Cantareira. As comparações foram apresentadas, ontem (8), pelo presidente do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos, em audiência pública na Comissão de Infraestrutura do Senado. O instituto é uma organização da sociedade civil de interesse público (Oscip), formado por empresas com

Top