Índice da edição de 08/02/2010

Programa EcoDebate e Sustentabilidade no rádio, transmitido de 31/01 a 04/02/2010 Cidades verdes e com emissão zero de carbono, artigo de José Eustáquio Diniz Alves O julgamento do Padre Dino e a AIEA na Bahia, artigo de Zoraide Vilasboas As escaramuças das comunidades tradicionais em Urbano Santos, Baixo Parnaíba Maranhense, contra a Suzano, artigo de Mayron Régis Consciência e Ecologia, artigo de Américo Canhoto Ibama autua empresa Pará Pigmentos em mais de R$10 milhões Programa de

Programa EcoDebate e Sustentabilidade no rádio, transmitido de 31/01 a 04/02/2010

O programa "EcoDebate e Sustentabilidade", no rádio, tanto quanto no Portal, é focado em temas ligados às questões socioambientais, dosando cidadania e meio ambiente como questões centrais dos grandes debates. O programa nas rádios é uma realização da Câmara de Cultura, com apoio da Eletrobrás, a partir de informações e conteúdos do Portal EcoDebate. No estado do Rio de Janeiro acompanhe a programação do "EcoDebate e Sustentabilidade" nas seguintes rádios,

Cidades verdes e com emissão zero de carbono, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

Projeto Masdar City. Foto: National Geographic [EcoDebate] As cidades são consideradas por muitos como verdadeiras vilãs do meio ambiente e concentram as maiores fontes de poluição e desperdício do Planeta. Algumas pessoas defendem à volta ao meio rural e a reversão da transição urbana que já colocou mais da metade da humanidade vivendo em cidades. Contudo, as cidades podem, deixar de ser um problema e se tornarem uma solução. Será que

O julgamento do Padre Dino e a AIEA na Bahia, artigo de Zoraide Vilasboas

[EcoDebate] O que tem a ver o julgamento de um líder popular, numa Serra encravada no semi-árido nordestino, com uma Agência Internacional de Energia Atômica, a AIEA? Pode parecer absurdo, mas em algum ponto no sudoeste baiano, onde a questão nuclear é efervescente, eles se cruzaram. Foi na quarta-feira, que a passagem da AIEA pelo sertão adiou o julgamento do Padre Osvaldino Barbosa, da Comissão Paroquial de Meio Ambiente de

As escaramuças das comunidades tradicionais em Urbano Santos, Baixo Parnaíba Maranhense, contra a Suzano, artigo de Mayron Régis

A ESPERA DOS BACURIS E A NÃO-ESPERA DOS EUCALIPTOS: AS ESCARAMUÇAS DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS EM URBANO SANTOS CONTRA A SUZANO [EcoDebate] Sobre aquela mesa, onde mais tarde um pequeno grupo almoçará arroz, feijão e galinha caipira e tomará suco de Bacuri, alinha-se uma toalha de linho branco e uma farinheira descansa para que uma mão ou mais de uma a aborreçam ao apanharem um tanto de farinha. Os minutos, que antecedem o

Consciência e Ecologia, artigo de Américo Canhoto

Imagem: Stockxpert FINCA O PÉ NA EXISTÊNCIA [EcoDebate] O ecologista, o defensor da biodiversidade; sem que o saiba; é um defensor público universal – Um candidato a se especializar em relações cósmicas focado em 3D – Os espiritualistas são ecologistas focados em 4D; e aléns mares da energia cósmica. Qual é mais ou menos importante? Nenhum nem outro, e, ambos; quando conscientes do meio ambiente em que se encontram - no momento da ação

Ibama autua empresa Pará Pigmentos em mais de R$10 milhões

Devido aos constantes acidentes na região do pólo industrial do município de Barcarena, Pará, envolvendo as bacias de contenção das empresas de processamento de minérios, em 29 de janeiro de 2010 a Superintendência do Ibama no Pará iniciou um trabalho de fiscalização preventiva, voltado para avaliar as condições de licenciamento e manutenção das referidas bacias. Esta vistoria levou a descoberta que a empresa Pará Pigmentos S/A estava com sua bacia de

Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG): Quinze anos de obras não despoluíram a baía

Poluição na Baía da Guanabara. Foto: Urbano Erbiste/JB Online A comemoração dos 15 anos do Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG) divide opiniões, dependendo de quem se ouve, mas em uma coisa todos concordam: bem ou mal, os resultados aparecem, de maneira mais tímida do que era de se esperar, porém superando os obstáculos que vão da burocracia ao desvio de verbas. “A baía sofre pela posição estratégica, pelo tamanho

RJ, bacia hidrográfica da Barra da Tijuca/Jacarepaguá: Por uma bacia hidrográfica sustentável, Saneamento 100% Já

O Instituto Lagoa Viva fundou e coordena o Movimento Evolutivo Pacto de Resgate Ambiental, que vem direcionando suas ações para o trabalho em conjunto com o governo, empresariado, entidades representativas e comunidade local no sentido de recuperação e conservação permanente dos nossos rios e lagoas. Ao longo de dez anos, o PACTO DE RESGATE AMBIENTAL contabiliza nos seus, projetos, seminários e exposições à participação de milhares de participantes e o comparecimento

Instituto SOS Rios do Brasil divulga e discute pesquisa sobre as enchentes

OS RESULTADOS DA NOSSA ENQUETE: Os resultados obtidos pela votação dos nossos internautas, respondendo a "NAS COMUNIDADES ONDE ACONTECEM ENCHENTES, INUNDAÇÕES OU DESLIZAMENTOS..." foram os seguintes: 1º lugar: 58% dos votos ...A CAUSA É OCUPAÇÃO IRREGULAR DE VÁRZEAS E ENCOSTAS 2º lugar: 39% dos votos...OS GOVERNOS (MUNICIPAIS, ESTADUAIS E FEDERAL) ESTÃO OMISSOS 3º lugar: 39% dos votos...FALTA PLANEJAMENTO E FISCALIZAÇÃO DA PREFEITURA LOCAL 4º lugar: 3o% dos votos...O PRÓPRIO POVO

MPF/ES recomenda que BNDES exija licenciamento ambiental de empreendimentos potencialmente poluidores

Objetivo é evitar que os recursos públicos repassados pelo BNDES sejam utilizados para financiar empreendimentos e atividades que causem degradação ambiental O Ministério Público Federal no Espírito Santo (MPF/ES) enviou recomendação ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para que seja exigido dos agentes financeiros o prévio licenciamento ambiental de atividades e empreendimentos potencialmente poluidores, antes da concessão de financiamentos repassados na modalidade indireta. O objetivo é evitar que

MPF recomenda à CTNBio não alterar resolução que trata de organismos geneticamente modificados

Segundo a recomendação, é inconstitucional e ilegal a proposta de alteração que diz respeito à análise de risco à saúde humana e animal, pois constitui uma verdadeira flexibilização dos critérios anteriormente estabelecidos A 4ª Câmara de Coordenação e Revisão (4ª CCR) do Ministério Público Federal, que defende meio ambiente e patrimônio cultural, expediu recomendação, ontem, 4 de fevereiro, à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), para que não sejam promovidas alterações

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