junho 5, 2009

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O devastador ‘Efeito Kinross’, artigo de Sergio Ulhoa Dani

[EcoDebate] A concentração de arsênio no minério da mina Morro do Ouro, em Paracatu-MG, Brasil, varia de menos de 2500 ppm a mais de 4000 ppm (Henderson, 2006). A concentração média é de 1100 ppm, o que significa 1 kg de arsênio para cada tonelada de minério.

Como, até o momento, 300 milhões de toneladas de minério já foram extraídas do Morro do Ouro e depositados pela RPM/Kinross no lago de rejeitos do vale do Córrego Santo Antônio, significa que a RPM/Kinross já depositou 300 mil toneladas de arsênio neste vale.

Com o seu projeto de expansão III, a mineradora transnacional canadense Kinross ameaça depositar mais de um milhão de toneladas de veneno na caixa d’água de milhões de brasileiros.

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junho 5, 2009

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5 de junio, ¿Día del ‘Medio o Miedo Ambiente’? artigo de Graciela Cristina Gomez

contaminação

[EcoDebate] El 5 de junio se conmemora el Día Mundial del Medio Ambiente. Mucho se dirá y publicará sobre ésta fecha, los medios más hipócritas cubrirán sus páginas con loas a la Pachamama, en otra sección a su vez ,en el suplemento obligado, loas al agrocidio, sus voceros y publicitando los venenos que asolan a nuestra gente.

Al día siguiente nada se hará,como no se hace hoy,para mejorar o tratar de dejar a las generaciones futuras el sueño plasmado en “Nuestro Futuro Común” ,allí donde nace el concepto ”desarrollo sustentable”.

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junho 5, 2009

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Senado aprova MP 458 de regularização de terras na Amazônia. Marina Silva alerta para legalização de terras griladas e Kátia Abreu diz que não há grileiros entre os beneficiados

[Foto: Plenário do Senado Federal]
[Foto: Plenário do Senado Federal]

Após cerca de cinco horas de debates, o plenário do Senado aprovou, na noite desta quarta-feira (3), o Projeto de Lei de Conversão n° 9/2009, originário da Medida Provisória (MP) 458/2009, que permite a regularização de terras ocupadas na Amazônia Legal, situadas em áreas da União. Ao final do processo, prevaleceu o entendimento defendido pela relatora da medida, senadora Kátia Abreu (DEM-TO), que mantinha o texto encaminhado pela Câmara dos Deputados. Com isso, serão regularizadas as ocupações de áreas de até 1.500 hectares, realizadas de maneira mansa e pacífica, antes de 1° de dezembro de 2004. Poderão ser beneficiadas com a regularização pessoas físicas e jurídicas que exerçam a exploração direta ou indireta dessas terras. A matéria será agora encaminhada à sanção presidencial.

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junho 5, 2009

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Marina Silva pede vetos à MP 458, de regularização de terras públicas da Amazônia

Senadora Marina Silva (PT-AC). Foto da Agência Senado
Senadora Marina Silva (PT-AC). Foto da Agência Senado

A aprovação da Medida Provisória 458, que trata da regularização fundiária de terras públicas da Amazônia Legal, foi considerada pela ex-ministra do Meio Ambiente senadora Marina Silva (PT-AC) como um “imenso retrocesso” à política ambiental do país.

Ontem (4), a petista encaminhou uma carta aberta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva com pedido para que ele vete três artigos da MP.

Aprovada no dia 3/6 pelo plenário do Senado, depois de mais de cinco horas de discussões, a MP seguirá para sanção presidencial já que o texto vindo da Câmara dos Deputados não sofreu alterações.

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junho 5, 2009

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Operação do Ibama no Maranhão lacra serrarias receptoras de madeira de Terras Indígenas

Madeira apreendida pelo Ibama, em foto de arquivo
Madeira apreendida pelo Ibama, em foto de arquivo

Imperatriz (04/06/2009) Os municípios de Grajaú e Barra do Corda, localizados na zona central do Maranhão, são abrangidos pelas terras indígenas Bacurizinho, Porquinhos, Cana-Brava, Kanela e Rodeador, as quais apresentam área total de mais de 1,1 milhão de hectares, todos inseridos no bioma cerrado. Vem ocorrendo intensa pressão sobre estas áreas com relação à retirada de madeira ilegal, que está abastecendo as indústrias serrarias e movelarias dos pólos daqueles municípios.

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junho 5, 2009

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RJ inicia a descontaminação do terreno da Companhia Ingá Mercantil, um dos maiores passivos ambientais do estado

Foto aérea da Implementação do passivo ambiental da Ingá Mercantil. Foto de Marcelo Horn
Foto aérea da Implementação do passivo ambiental da Ingá Mercantil. Foto de Marcelo Horn

Um dos maiores passivos ambientais do Estado do Rio está próximo de ser solucionado definitivamente: O Governo do Estado e a Usiminas reiniciam nesta sexta-feira (05/06), Dia Mundial do Meio Ambiente, o processo de descontaminação do terreno onde funcionou a Companhia Ingá Mercantil, no município de Itaguaí. Para marcar o prosseguimento dos trabalhos, a Usiminas fará a demolição das paredes do galpão onde era estocado o minério, com auxílio de escavadeiras. O governador Sérgio Cabral e a secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, acompanham a demolição.

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junho 5, 2009

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Pesquisa indica que extrato bruto da alga pode auxiliar o combate a herpes

admin

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Imagem de Dictyota menstrualis (Foto: CDNN)
Imagem de Dictyota menstrualis (Foto: CDNN)

Os produtos naturais, devido à sua grande diversidade química, são importantes fontes de novas moléculas, usadas na produção de fragrâncias, pigmentos, inseticidas e, principalmente, fármacos. Dentre esses produtos, os organismos marinhos podem fornecer substâncias promissoras no combate a determinados vírus. Em relação ao vírus herpes tipo 1 (HSV-1), sabe-se que a alga brasileira Dictyota menstrualis contem uma molécula (DA-1) que apresenta grande potencial para inibir sua ação. Com base nessa potencialidade, a bióloga Tamara Fogel, em sua dissertação em biologia parasitária pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), avaliou a atividade antiviral e a toxicidade dessa molécula em comparação a atividade e a toxicidade do extrato bruto da alga da qual ela é retirada, verificando se há a possibilidade de uso desse extrato em vez do produto isolado.

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junho 5, 2009

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‘Uma economia mais social e ética parece bem possível’. Entrevista especial com Gilberto Faggion

“Mudar é totalmente possível. Nem sempre o capitalismo existiu.” Essa é uma das mensagens que nosso entrevistado de hoje deixa para refletirmos sobre a economia hoje e a possibilidade de mudança do sistema que nos rege. Gilberto Faggion recebeu a IHU On-Line em sua sala para contar como funciona o Ciclo Repensando os Clássicos da Economia, promovido pelo IHU, que há alguns anos coordena. Assim, além de trazer questões discutidas durante o programa, ele repensa sua profissão e a forma como vê a sociedade e a economia a partir da reflexão, leituras e releituras dos clássicos que precisou fazer para organizar o curso. “Eles acabam me dando uma base que nem sempre tive. Quando se recorre a eles, muitas vezes se percebe que não foi num determinado momento que surgiu algo, como antes se achava”, disse durante a entrevista.

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junho 5, 2009

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País repete erros em nome do desenvolvimento

O ataque sistemático do grande negócio à legislação ambiental e o silêncio do governo, levou o ministro do meio-ambiente, Carlos Minc, a criticar o próprio governo. Cobrado por ambientalistas a reagir às pressões, Minc acusa ruralistas de terrorismo e busca aliança com pequenos agricultores para barrar mudanças nos limites de desmatamento. O ministro chegou a chamar de “vigaristas” os parlamentares ligados ao agronegócio e criticou duramente os seus colegas ministros, particularmente Reinhold Stephanes (Agricultura), Mangabeira Unger (Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos), e Alfredo Nascimento (Transportes).

Minc declarou: “Completei um ano, servi lealmente ao presidente, resolvemos vários imbróglios, grandes licenças e vamos resolver várias outras. Mas uma série de questões está tirando a sustentabilidade ambiental e política do ministério”, disse.

O desabafo do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, contra colegas de governo deixou irritado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao reafirmar a impressão de que o auxiliar prefere “jogar para a plateia” em questões internas da gestão federal. Mas Lula não pensa em demitir o ministro, nem espera um pedido de demissão de Minc.

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junho 5, 2009

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Óleos de cozinha usados dão origem a biocombustível em Portugal

Foto do Jornal da Cidade - Ouro Fino
Foto do Jornal da Cidade – Ouro Fino

Entupimentos, obstruções e cheiro desagradável são algumas consequências da deposição de óleos alimentares na rede de saneamento. A empresa Biological, em Loures, encontrou forma de valorizar estes resíduos aproveitando-os para gerar biocombustível.

“A utilização do óleo e do azeite faz parte da nossa cultura gastronômica e todas as cozinhas são confrontadas com o problema de eliminar de uma forma legal os óleos alimentares usados. É para dar resposta a este problema que nós existimos”, explicou à Agência Lusa o diretor do Grupo ETSA, Luís Realista. Por Fábio Canceiro, da Agência Lusa.

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junho 5, 2009

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Novos desafios para o planeta, artigo de Marcelo Barros

desafios para o planeta
Imagem: IHU

Apesar de todas as agressões e crimes cometidos contra o Planeta, ainda podemos salvá-lo

[Brasil de Fato] Em torno ao dia 05 de junho que a ONU consagra como “dia internacional do meio ambiente”, o mundo inteiro promove uma série de discussões e eventos que durarão toda a semana. De fato, os problemas ambientais se agravam. Hoje, não há quem não se assuste com a freqüência e a intensidade de inundações e secas, assim como, em algumas regiões do mundo, terremotos e furacões ganham fúria nunca vista.

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junho 5, 2009

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O Consumo nosso de cada dia e os impactos sociais e ambientais, artigo de Ciro Torres

comendo o planeta...
Imagem: Stockxpert

[Ibase] Muitos produtos que consumimos estão relacionados, direta ou indiretamente, a diversos impactos sociais, econômicos e ambientais – positivos e negativos – que afetam a vida de milhares de pessoas em muitos lugares. Esses impactos se dão de diferentes maneiras, mas, muitas vezes, nem sequer percebemos!

O alumínio, por exemplo, é base da nossa latinha de refrigerante, bicicleta ou dos diversos objetos metálicos que estão à nossa volta. E torna-se mais uma das preocupações e considerações que devemos ter no momento de consumir, utilizar e descartar os produtos que usamos.

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junho 5, 2009

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Estudo relata que cientistas admitem omissão ou descuido em artigos

Revisão de trabalhos estrangeiros aponta decisão subjetiva e silêncio sobre dados contrários

Até 34% de cientistas estrangeiros admitem ter realizado práticas de pesquisa questionáveis, como omitir novos resultados que colocariam em xeque trabalhos anteriores ou descartar certas informações obtidas em experimentos por uma percepção subjetiva de que estão incorretas. Foi o que mostrou uma revisão sistemática de artigos sobre má conduta científica realizada por Daniele Fanelli, do Instituto para o Estudo da Ciência, Tecnologia e Inovação da Universidade de Edimburgo, na Escócia.

Cerca de 2% dos pesquisadores chegaram a confessar que já fabricaram, falsificaram ou adulteraram dados para melhorar os resultados das suas publicações. A íntegra [How Many Scientists Fabricate and Falsify Research? A Systematic Review and Meta-Analysis of Survey Data] pode ser lida na revista digital Public Library of Science ONE (PLoS ONE). Matéria de Alexandre Gonçalves, do O Estado de S.Paulo, com informações complementares do EcoDebate.

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junho 5, 2009

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Pesca excessiva do tucunaré na Amazônia está diminuindo a variabilidade de genes dessa espécie

O tucunaré é um peixe muito consumido pelas populações do Norte do Brasil.
O tucunaré é um peixe muito consumido pelas populações do Norte do Brasil.

A ameaça da erosão genética – Um estudo com o peixe tucunaré, muito consumido por populações do Norte do Brasil, mostra que a ação humana pode estar provocando o empobrecimento genético de suas populações. O processo, conhecido como erosão genética, é o mesmo que levou praticamente à extinção o mico-leão-dourado. Matéria de Mariana Ferraz, do Ciência Hoje/RJ.

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