A população da África ultrapassará a população da China e da Índia em 2023, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] A China e a Índia são considerados países continentais, pois tinham, cada um, uma população maior do que todo o continente africano. Mas como mostra o gráfico abaixo, com dados da Divisão de População da ONU, a população da África vai ultrapassar a população da China e da Índia em 2023 e deve continuar crescendo rapidamente durante todo o século XXI, enquanto a China começa a decrescer a partir

O fim da política de filho único e o futuro da fecundidade na China, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A China vai completar 70 anos da Revolução Comunista no dia 01 de outubro de 2019. Nestas 7 décadas muita coisa mudou no maior país do mundo em termos demográficos. Na primeira década revolucionária (1950-1960) as taxas de mortalidade infantil e de fecundidade começaram a cair, apontando para um declínio rápido que poderia atenuar as altas taxas de crescimento demográfico e a estrutura etária muito jovem. Porém, com o

Crescimento demoeconômico da Etiópia: a ‘China da África’? artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] A Etiópia é o berço do Homo sapiens e dos grãos do café. Atualmente é uma das principais nações da África. A população da Etiópia, em 2018, de 107,5 milhões de habitantes é a segunda maior do continente, ficando atrás somente da Nigéria com 195,9 milhões de habitantes, mas à frente do Egito com 99,4 milhões de habitantes e com cerca do dobro da população da África do Sul

A Índia deve ultrapassar a população da China até 2024, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] A China e a Índia são os dois países mais populosos do mundo, mas vão alternar a posição e experimentar mudanças significativas nas próximas décadas. Em 1950, a China tinha uma população de 554,4 milhões de habitantes, cerca de 50% superior aos 376,3 milhões de habitantes da Índia. Em 1981 a China atingiu 1 bilhão de habitantes e tinha uma população cerca de 40% superior aos 713 milhões da

A China pretende liderar a corrida tecnológica com o plano ‘Made in China 2025’, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O plano “Made in China 2025” faz parte de uma nova estratégia de desenvolvimento e de posicionamento afirmativo da China no processo de liderança científica e tecnológica global. A China pretende encabeçar a 4ª Revolução Industrial em todas as frentes mais promissoras e lucrativas das novas fronteiras produtivas. Desde a Guerra do Ópio, em meados do século XIX, até o final da década de 1970 a China se atrasou em

Com projetos de restauração ecológica de larga escala, a área florestal total da China aumentou 74,3 milhões de hectares

  Restauração Ecológica Na década de 1980, a região montanhosa de Qianyanzhou, na província de Jiangxi, sul da China, enfrentou uma severa erosão do solo devido ao desmatamento e a práticas agrícolas insustentáveis. O solo vermelho fértil estava desaparecendo, o que fez com que os rendimentos das colheitas caíssem. Mas uma mudança notável ocorreu nos últimos 30 anos graças a um plano de uso da terra apoiado pelo governo chinês que reflorestou montanhas

Quarenta anos das reformas de Deng Xiaoping e o renascimento da China como potência, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

Uma China como potência assertiva, dominante e autoconfiante (além de pouco democrática) é a nova realidade das relações internacionais. “Art. 1: Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade” 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos (10/12/1948)   “A religião para mim é ciência e a ciência é religião” 203 anos do nascimento

A China continua tendo superávits recordes a despeito da guerra comercial de Trump, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [Ecodebate] A China continua vencendo a guerra comercial com os Estados Unidos e apresentando superávits recordes. Os dados da balança bilateral de comércio entre os dois países, divulgados pelo US Census Bureau, mostram que o superávit comercial da China com os EUA foi de US$ 261,1 bilhões nos 8 primeiros meses de 2018, número bem superior aos US$ 239,8 bilhões de 2017 e os US$ 225 bilhões de 2016 (governo

China: maior potência global e ateísta, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] Pela primeira vez na história da humanidade a maior potência mundial é também uma sociedade majoritariamente ateísta, onde a religião não tem uma força predominante e onde o Estado controla as crenças da população. Os chineses são predominantemente ateus, mas a China não é um Estado laico, pois não há liberdade religiosa no país mais populoso do mundo. Segundo Frank Jacobs (2018), com base em Worldwide Independent Network/Gallup International Association

Eliminar as emissões das usinas a carvão na Índia e na China pode acrescentar anos à vida das pessoas

  Nova pesquisa [The impact of power generation emissions on ambient PM2.5 pollution and human health in China and India] calcula mudanças na mortalidade e expectativa de vida devido à geração de energia Harvard John A. Paulson School of Engineering and Applied Sciences*     Os 2,7 bilhões de pessoas que vivem na China e na Índia - mais de um terço da população mundial - costumam respirar um pouco do ar mais sujo do

As perdas econômicas causadas pela seca na China podem dobrar, com o aquecimento global

  As perdas econômicas causadas pela seca na China podem dobrar, se a temperatura global subir 1,5°C para 2,0°C acima dos níveis pré-industriais, com o aumento da intensidade da seca e da expansão de áreas áridas na China. E o que indica um novo estudo de avaliação econômica realizado por cientistas chineses.     O estudo, baseado em 30 anos de estatísticas de perda de 31 províncias e cidades ,desde 1986, identifica a intensidade,

Competição Geopolítica: A China joga no ataque e os EUA na defesa, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] No jogo pela disputa da hegemonia global, as duas superpotências líderes travam uma disputa acirrada, com a China (que lidera o bloco oriental) jogando no ataque e os EUA (que lideram confusamente o bloco ocidental) jogando na defesa. Na guerra comercial, a China ataca em todas as frentes, buscando interligações multilaterais, enquanto os EUA, de Donald Trump, tenta impor barreiras e proteger o mercado interno. A China aumenta a

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