A população da África ultrapassará a população da China e da Índia em 2023, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] A China e a Índia são considerados países continentais, pois tinham, cada um, uma população maior do que todo o continente africano. Mas como mostra o gráfico abaixo, com dados da Divisão de População da ONU, a população da África vai ultrapassar a população da China e da Índia em 2023 e deve continuar crescendo rapidamente durante todo o século XXI, enquanto a China começa a decrescer a partir

A Índia com fecundidade abaixo do nível de reposição, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A Índia deve se tornar o país mais populoso do mundo a partir de 2024, quando deve ultrapassar o volume populacional da China. Isto acontece porque o ritmo de queda da taxa de fecundidade total (TFT) indiana foi mais lento do que o ritmo da transição da fecundidade chinesa e mais lento do que a média da Ásia. Mas, internamente, a transição da fecundidade se deu de forma diferenciada, como

Índia planeja se tornar uma superpotência em energia renovável até 2030, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

“Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos” ODS-7     [Ecodebate] A Índia caminha para ser o país mais populoso do mundo (deve ultrapassar a China até 2024), é a 4ª economia global (medida em poder de paridade de compra), mas tem uma baixa renda per capita e é altamente dependente do uso do carvão como fonte energética. A Índia é um dos países que apresentam as

A Índia deve ultrapassar a população da China até 2024, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  [EcoDebate] A China e a Índia são os dois países mais populosos do mundo, mas vão alternar a posição e experimentar mudanças significativas nas próximas décadas. Em 1950, a China tinha uma população de 554,4 milhões de habitantes, cerca de 50% superior aos 376,3 milhões de habitantes da Índia. Em 1981 a China atingiu 1 bilhão de habitantes e tinha uma população cerca de 40% superior aos 713 milhões da

Mudanças climáticas ameaçam a energia eólica na Índia

  Energia eólica vulnerável às mudanças climáticas na Índia - O aquecimento das águas no Oceano Índico está enfraquecendo a circulação das monções e diminuindo a velocidade do vento Por Leah Burrows * **     O aquecimento do Oceano Índico, causado pela mudança climática global, pode estar causando um lento declínio no potencial eólico na Índia, de acordo com um novo estudo da Faculdade de Engenharia e Ciências Aplicadas de Harvard John A. Paulson

Eliminar as emissões das usinas a carvão na Índia e na China pode acrescentar anos à vida das pessoas

  Nova pesquisa [The impact of power generation emissions on ambient PM2.5 pollution and human health in China and India] calcula mudanças na mortalidade e expectativa de vida devido à geração de energia Harvard John A. Paulson School of Engineering and Applied Sciences*     Os 2,7 bilhões de pessoas que vivem na China e na Índia - mais de um terço da população mundial - costumam respirar um pouco do ar mais sujo do

A aliança China-Índia (Chíndia) e a ascensão do século asiático, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A China e a Índia são os dois países mais populosos do mundo e os Estados Unidos (EUA) e a União Europeia (UE) são os dois maiores polos econômicos do mundo. Mas esta realidade vai mudar na próxima década. A China e a Índia (Chíndia) vão continuar como os países mais populosos (a Índia vai ultrapassar a China em termos demográficos) e se transformarão, também, no maior polo econômico. O

A retomada histórica das economias da China e da Índia, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A China e a Índia são não só os dois países mais populosos do mundo, mas também são a pátria de duas grandes civilizações, com uma rica e milenar história econômica e cultural. O gráfico acima mostra que, em 2022, a soma dos PIBs da China e da Índia (Chíndia) ultrapassará a soma dos PIBs dos Estados Unidos da América (EUA) e da União Europeia (EU), segundo dados do

Estimativa da população da Índia e cenários de projeção: 1950-2100, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A Índia, que já teve a civilização mais avançada do mundo, vai comemorar os 70 anos da independência do jugo britânico no próximo dia 15 de agosto. O país que possui, atualmente, a segunda maior população do mundo (só perde para a China) e caminha para ser a nação mais populosa do globo a partir da próxima década. A Índia tinha uma população de 376 milhões de habitantes em 1950

RIC (Rússia, Índia e China): o triângulo estratégico que pode mudar a governança mundial, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] O termo BRIC (tijolo em inglês) foi inventado, em 2001, pelo economista Jim O' Neill, do banco de investimento Goldman Sachs, com o objetivo de orientar as empresas e os investidores mundiais como ganhar dinheiro com os grandes países “emergentes” do mundo: Brasil, Rússia, Índia, China. Estes quatro países estão entre aqueles da comunidade internacional com maior território ou maior população. O termo fez grande sucesso, especialmente no período

Pegada ecológica no mundo, Canadá e Índia: o que fazer? artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “O lema do debate sobre população e desenvolvimento no século XXI deveria ser: menos gente, menos consumo, menor desigualdade social e maior qualidade de vida humana e ambiental”. Alves, 20/07/2016     [EcoDebate] O Canadá e a Índia são dois grandes países, com ampla disponibilidade de recursos naturais, e uma biocapacidade total de aproximadamente 560 milhões de hectares globais. Porém, o Canadá possui superávit ambiental e a Índia possui déficit ambiental. Vamos recordar os

Índia: baixo consumo, enorme população e elevado déficit ambiental, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

    [EcoDebate] A Índia caminha para ter a maior população do Planeta (ultrapassando a China até 2030) e ser a terceira maior economia do globo (atrás somente da China e dos Estados Unidos). Mas pode se atolar em uma grande crise ambiental e nos limites da disponibilidade de recursos naturais, como a degradação dos solos e a escassez de água potável. A pegada ecológica da Índia, em 2008, era de 0,87 hectares

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