Índice da edição nº 3.112, 2018 [de 13/12/2018]

  Revista eletrônica EcoDebate, ISSN 2446-9394 Informações, notícias e artigos sobre temas socioambientais   Metais pesados e suas toxidades, artigo de Roberto Naime Programa nuclear brasileiro nas mãos dos militares - A hora e a vez da bomba atômica tupiniquim? Artigo de Heitor Scalambrini Costa 13/12/1968 - O Ato Institucional nº 5 e seu significado histórico, artigo de Elival da Silva Ramos Emissões globais de dióxido de carbono (CO2) aumentam mesmo com a diminuição do carvão e

Metais pesados e suas toxidades, artigo de Roberto Naime

    Os metais pesados diferem de outros agentes tóxicos porque não são sintetizados nem destruídos pelo homem [EcoDebate] A primeira lembrança que se materializa quando se fala em metais é a visão da tabela periódica dos elementos químicos, inicialmente desenvolvida pelo russo Gregor Mendeleiev. Metais integram a tabela periódica dos elementos químicos e talvez sejam os agentes tóxicos mais conhecidos pelo homem. Já em antigas eras, grandes quantidades de chumbo eram obtidas de

Programa nuclear brasileiro nas mãos dos militares – A hora e a vez da bomba atômica tupiniquim? Artigo de Heitor Scalambrini Costa

  Historicamente a relação entre o uso da energia nuclear para fins energéticos e para fins militares é muito estreita. [EcoDebate] O Programa Nuclear Brasileiro surgiu durante a ditadura militar, e até hoje atende demandas de setores das forças armadas, fascinados pelo poder que a energia nuclear lhes traz, e com a justificativa da necessidade de proteção e de segurança das nossas fronteiras, e de nossas riquezas. No governo que tomará posse no

13/12/1968 – O Ato Institucional nº 5 e seu significado histórico, artigo de Elival da Silva Ramos

  [Jornal da USP] Há 50 anos, no dia 13 de dezembro de 1968, o general Artur da Costa e Silva, 2º presidente da República do regime autoritário implantado em 31 de março de 1964, após ouvir o Conselho de Segurança Nacional, editou o Ato Institucional nº 5, que representou importante inflexão nos rumos traçados pelo governo anterior, comandado pelo marechal Castelo Branco. Não cabe aqui a discussão acerca do nível de apoio

Emissões globais de dióxido de carbono (CO2) aumentam mesmo com a diminuição do carvão e o aumento das energias renováveis

  Emissões globais de dióxido de carbono aumentaram pelo segundo ano consecutivo, impulsionadas pelo crescente consumo de energia Escola de Ciências da Terra, Energia e Meio Ambiente de Stanford (Stanford Earth)* As emissões globais de dióxido de carbono se encaminham para aumentar pelo segundo ano consecutivo, principalmente devido ao crescente consumo de energia, de acordo com novas estimativas do Projeto Carbono Global, uma iniciativa liderada pelo cientista Rob Jackson, da Universidade Stanford. As novas

Frangos de corte modernos são uma característica definidora do Antropoceno

  Antropoceno - Consumo de frangos sinaliza nova época geológica de acordo com pesquisa liderada pela Universidade de Leicester University of Leicester*     Frangos de corte modernos são uma característica definidora do Antropoceno, de acordo com uma nova pesquisa feita pelo Dr. Carys Bennett e colegas da Universidade de Leicester, em conjunto com a Nottingham Trent University, a Universidade de Nottingham e a North West University, África do Sul. O Antropoceno é a nova época

Bolsonaro diz que ‘pode sair fora’ do Acordo de Paris; Presidente eleito também critica Pacto Global de Migração

  O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) disse ontem (12) em pronunciamento pelas redes sociais que pretende propor, via Itamaraty, mudanças ao Acordo de Paris. "Se não mudar, sai fora. Porque temos de ficar? É um acordo possivelmente danoso para a nossa soberania", afirmou. "Muitos estão fora, não assinaram. Por que o Brasil tem de ficar, para ser politicamente correto?", questionou. Segundo ele, o Brasil pode não conseguir cumprir, até 2030, as exigências previstas no Acordo de Paris

Mapa inédito identifica 2.312 pontos de mineração predatória na Panamazônia

  A partir de dados de seis países amazônicos, rede de organizações identifica 2.312 pontos de mineração predatória na maior floresta tropical do planeta ISA - Instituto Socioambiental O garimpo ilegal se espalha na Amazônia sem respeitar fronteiras. Um mapa inédito da Rede Amazônica de Informação Socioambiental Georreferenciada (Raisg), lançado na segunda-feira (10/12) simultaneamente em seis países amazônicos, mostra a distribuição dessa atividade ilegal e seus impactos socioambientais na Amazônia boliviana, brasileira, colombiana,

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