Índice da edição nº 2.799, 2017 [de 20 e 24/07/17]

    Os quatro anos mais quentes estão na atual década, artigo de José Eustáquio Diniz Alves Um planeta literalmente coberto de plástico O degelo e a elevação do nível do mar; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp) Por que apoiamos o desenvolvimento estúpido? Direitos territoriais dos povos indígenas sob ameaça Tique, TOC ou simplesmente hábito?   [CC BY-NC-SA 3.0][ O conteúdo da EcoDebate pode ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado

Os quatro anos mais quentes estão na atual década, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “Na ausência de um ajuste significativo da maneira como bilhões de seres humanos vivem, partes da Terra provavelmente se tornarão próximas a inabitáveis e outras partes terrivelmente inóspitas, antes do final deste século” David Wallace-Wells (09/07/2017)     [EcoDebate] Apesar do frio que atingiu diversas regiões do Brasil e da América do Sul nos meses de junho e julho, o ano de 2017 deve ficar entre os quatro mais quentes da série histórica

Um planeta literalmente coberto de plástico

  O ecologista industrial Roland Geyer mede a produção, o uso e o destino de todos os plásticos já fabricados, incluindo fibras sintéticas Por Julie Cohen*, University of California, Santa Barbara     Mais de 8 bilhões de toneladas métricas. Essa é a quantidade de plásticos, de origem humana, criados desde que a produção em grande escala de materiais sintéticos começou no início dos anos 50. É suficiente para cobrir todo o país da Argentina

O degelo e a elevação do nível do mar; análise de Luiz Marques (IFCH/Unicamp)

  Jornal da UNICAMP Um dos efeitos do aquecimento global é a elevação do nível do mar. Aquecimento e degelo reforçam-se mutuamente através de mecanismos de retroalimentação amplificante, pois o aquecimento superficial da água e da troposfera aumenta o degelo e esse, ao diminuir o albedo (a fração rebatida para o espaço da radiação solar incidente sobre a Terra), acelera o aquecimento, num círculo vicioso. Uma vez desencadeados, o aquecimento da água

Por que apoiamos o desenvolvimento estúpido?

  Muitas pessoas argumentam que as sociedades devem explorar suas terras e recursos naturais para prosperar. Mas mesmo que você aceite isso, por que estamos apoiando o “desenvolvimento estúpido” - projetos que destroem e poluem os ecossistemas enquanto apenas perdem dinheiro? No Bornéu, por exemplo, a pesquisa de Nicola Abrams e seus colegas mostrou que vastas áreas de pântanos costeiros, importantes para o meio ambiente, estão sendo destruídas para plantações de palmeiras de óleo -

Direitos territoriais dos povos indígenas sob ameaça

    Resistência depende de mobilização do movimento indígena e da sociedade. Antropólogos têm um papel fundamental nesse esforço Por Patricia Mariuzzo – Jornal da Ciência/SBPC Letícia Pataxó tem 21 anos e vive em uma das aldeias da Terra Indígena Comexatibá, município de Prado, no Sul da Bahia. No começo dos anos 2000, um grupo de funcionários da Funai iniciou os estudos de identificação do território dessa comunidade onde vivem mais de 700 indígenas.

Tique, TOC ou simplesmente hábito?

    Lavar demais as mãos, roer unhas, balançar na cadeira, arrumar a roupa pelas cores. Até que ponto os hábitos podem se transformar em TOC? Ao longo da vida acumulamos certos comportamentos e gestos que podem ser fruto das nossas experiências e personalidade. Entretanto, esses trejeitos podem também ser sinais do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) ou ainda de um tique. Mas, afinal, como identificar se é apenas uma mania ou se é um

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