agosto 6, 2008
Comentários desativados
Elba Ramalho e o São Francisco, artigo de Roberto Malvezzi (Gogó)
Comunidades às margens do Rio Xingu ainda aguardam chegada da luz elétrica
Acordos internacionais não envolvem adaptação às mudanças climáticas, dizem especialistas
Água de chuva evita desperdício e gera economia
MMA começa a negociar alternativa para redução de enxofre no diesel
Seqüestro de carbono sob a ótica Econômica
Amazônia pode virar savana a partir de 2050, dizem especialistas
Amazônia e filantropia, artigo de Danilo Pretti di Giorgi
Resíduo da construção civil supera o lixo doméstico em capitais
Levantamento indica que quase 50% dos primatas correm perigo
agosto 6, 2008
Comentários desativados

[EcoDebate] “Estou muito feliz em fazer um show aqui às margens do São Francisco. Esse rio tem muita energia. Porque assinei a luta contra a transposição do São Francisco fui perseguida e tive shows cancelados. Venho de uma região da Paraíba que tem problemas de água e quero que todos tenham água. Mas sei que existem caminhos mais simples para pôr água para o povo. Mas nós sabemos como funciona a política aqui na nossa região. Eles tiram um projeto que está na gaveta há mais de 30 anos e querem que a gente apóie as iniciativas deles”.
agosto 6, 2008
Comentários desativados

São Félix do Xingu (PA) – As comunidades de vilas e áreas rurais que vivem do lado esquerdo do Rio Xingu, no município de São Félix do Xingu (PA), ainda vivem no escuro, sem acesso à energia elétrica. No local, 2,5 mil famílias aguardam a chegada do Programa Luz para Todos, que ainda continua no papel. Por Lourival Macêdo, da Agência Brasil.
agosto 6, 2008
Comentários desativados

O relatório foi preparado para embasar os debates da cúpula do G8, conforme noticiamos em 4/7 na matéria “ONU e Banco Mundial atribuem a biocombustível parte da culpa por alta dos alimentos” e, em 7/7, “Biocombustíveis podem ser até piores do que se pensava a princípio” .
O relatório é um duro golpe no programa norte-americano de produção de etanol de milho, que o estudo considera um dos principais responsáveis pela “explosão” dos preços das commodities agrícolas. Por Henrique Cortez, do EcoDebate.
agosto 6, 2008
Comentários desativados

“Uma cooperação que vise somente a mitigação é muito incompleta”, destaca Carlos Nobre (foto: T.Romero)
Protocolos e ações insuficientes– Do mesmo modo que os países se organizaram para evitar o holocausto nuclear durante a Guerra Fria, o medo de uma catástrofe climática deve mover os governos de hoje a buscar saídas para o aquecimento global. Fábio Reynol, de Campinas, da Agência FAPESP.
agosto 6, 2008
Comentários desativados

Chuva na periferia de Campinas: engenheiro recorreu à média histórica às condições de captação das águas (Foto: Antoninho Perri)
A economia que cai do céu: O engenheiro agrônomo Gilmar da Silva provou, com números, que a utilização da água de chuva não somente oferece redução nos custos das contas, como também constitui uma importante alternativa para economizá-la em escolas, hotéis ou fábricas. O pesquisador tomou como estudo de caso uma fábrica de mancais da região de Araras e uma escola pública de Limeira. Para fundamentar sua pesquisa, o engenheiro recorreu à média histórica de chuva de dez anos e às condições de captação das águas, relacionando-as com o preço do metro cúbico. A economia na conta de água da escola, em um ano, foi de R$ 559,00, enquanto na empresa o valor foi significativamente maior – R$ 2.320,00, no mesmo período. Por Raquel do Carmo Santos, Jornal da Unicamp, Edição 403 – 4 a 10 de agosto de 2008.
agosto 6, 2008
Comentários desativados

O governo teve que começar a negociar um plano B para a resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) que determina a redução da concentração de enxofre no diesel a partir de janeiro de 2009 e que não será cumprida no prazo. A indústria automobilística alega que não há tempo hábil para colocar no mercado novos tipos de motores para funcionar com o diesel menos poluente. Por Luana Lourenço, da Agência Brasil.
agosto 6, 2008
Comentários desativados
Estudo observa emissão e retenção no setor produtivo rural da região

Foto de Mácio Ferreira. As florestas fazem, naturalmente, o seqüestro de CO2, através da fotossíntese, ajudando a reduzir o efeito estufa.
Um dos temas ambientais atualmente mais discutidos nos seminários nacionais e internacionais é o seqüestro de carbono (CO2). A complexidade sugerida pela expressão “seqüestro de carbono” pode afastar os não iniciados na discussão, mas ela está presente no dia-a-dia das pessoas, pois se reflete diretamente na qualidade do ar que respiramos. Por Walter Pinto, Jornal Beira do Rio, ANO VI Nº 62.
agosto 6, 2008
Comentários desativados

SÃO PAULO – O Brasil se vê na responsabilidade de cuidar mais do meio ambiente do que os seus vizinhos, principalmente pelo fato de hospedar em seu território a parte mais expressiva da maior floresta tropical do mundo.
O debate ambiental no país ainda está longe da efetividade que poderá salvar a Amazônia e, por tabela, ajudar a manter o aquecimento global sob controle. Mesmo assim, o manejo da floresta não escapa de perspectivas sombrias. Por Eduardo Simões, da Agência Reuters, no Estadao.com.br, segunda-feira, 4 de agosto de 2008, 18:04.
agosto 6, 2008
Comentários desativados

[Correio da Cidadania] A princípio, os dois temas acima não têm grande relação. Mas chegaram recentemente até meu conhecimento dois textos, cada um tratando de um destes assuntos. Pretendo aqui mostrar que eles se fundem num dos maiores problemas da atualidade: nosso vício no capitalismo.
agosto 6, 2008
Comentários desativados

O volume de resíduos gerados pela construção civil já supera o de lixo doméstico em capitais brasileiras. Em Salvador (BA), a quantidade de entulho recolhida em obras e reformas quase chega a 60% do total de lixo da cidade –em Goiânia (GO) e em Porto Alegre (RS) esse índice fica em 55%. Por Felipe Bachtold, da Agência Folha, 04/08/2008 – 15h50.
agosto 6, 2008
Comentários desativados
Levantamento indica melhor situação dos micos-leões no Brasil
Um levantamento sobre a situação dos primatas do mundo nos últimos cinco anos indica que quase metade (48%) das espécies desse tipo de animal corre atualmente risco de extinção.
Os dados divulgados pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) – que servem como base para elaborar a “lista vermelha” de espécies ameaçadas da instituição –, indicam a situação é pior na Ásia, onde 71% dos primatas foram classificados como “vulneráveis”, “ameaçados” ou “criticamente ameaçados”. Da BBC Brasil, 05 de agosto, 2008 – 19h48 GMT (16h48 Brasília).










