A indução da crise na sustentabilidade agrícola de Cuba, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] BUENO (2015) assevera que um modelo de agricultura que maximiza o uso de produtos ecologicamente corretos, minimiza o uso de agrotóxicos e pesticidas químicos, recicla os compostos orgânicos, promove o uso adequado de biofertilizantes e enfatiza o uso sustentável dos recursos biológicos, parece utopia. Mas não é. Este é o modelo de produção agrícola adotado em Cuba desde meados da década de 1980, quando o país teve que modificar suas

Contaminações dos lençóis freáticos, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Lençóis de águas podem ser freáticos ou superficiais quando controlados pela topografia e assentados em controles topográficos ou de solos e subterrâneos quando a água é armazenada em rochas e não depende de situação geomórfica local. Além das atividades do homem, poluindo o meio ambiente, causas naturais afetam as águas subterrâneas, como a presença de teores de elementos químicos nocivos, oriundos de solos ou rochas armazenadoras chamadas aquíferos. A despoluição

Sustentabilidade e o princípio da precaução, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Os princípios são utilizados como diretrizes fundamentais pelas práticas jurídicas. Fornecem os fundamentos para a criação de leis e são a essência das normatizações no direito. O Direito Ambiental visa a manutenção de um perfeito equilíbrio nas relações do meio antrópico com as dimensões físicas e biológicas do meio natural e possui alicerces próprios, que são decorrentes não apenas de um sistema normativo ambiental, mas também do sistema de

A indústria farmacêutica e a credibilidade, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Não é necessário pesquisar sobre a importância da indústria farmacêutica de medicamentos alopáticos para determinar sua importância transcendental para os grandes avanços na qualidade de vida e na expectativa média de vida, que já beira 80 anos. Nem é necessário explicitar sua relevância social como geradora de emprego e renda, oportunidades, ou como geradora de impostos. Mas com alguma frequência se ouve que gigantes farmacêuticas contratam autores “fantasmas” para produzirem

Inseticidas Domésticos, Parte 3/3 (Final), artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] CASTRO e ROZEMBERG (2015) asseveram que o estudo dos conteúdos das peças publicitárias buscou identificar estratégias adotadas pelas indústrias para comercialização e venda de inseticidas. Sem esgotar o tema ou de se apropriar de categorias de análise de discurso publicitário, se estabeleceu cinco categorias empíricas principais, que são passíveis de novas interpretações e ressignificações. Tais categorias representam um primeiro esforço de análise empírica dos conteúdos que a mídia veicula regularmente, estimulando

Inseticidas Domésticos, Parte 2/3, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] CASTRO e ROZEMBERG (2015) asseveram que o principal grupo químico utilizado como inseticida no ambiente doméstico é o piretróide sintético, amplamente utilizado também para o controle de agentes patogênicos, tanto na produção agrícola como na proteção da saúde humana. Porém, apesar de suas inúmeras vantagens em relação aos demais, pode causar intoxicações em indivíduos expostos às suas diversas apresentações, em espirais, “sprays” ou vaporizadores. Os inseticidas piretróides são absorvidos pela pele,

Inseticidas Domésticos, Parte 1/3, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] CASTRO e ROZEMBERG (2015) fazem análise e discutem sobre as estratégias adotadas pelas propagandas de inseticidas para uso no ambiente doméstico, e suas implicações para a saúde pública. Analisam peças publicitárias de inseticidas veiculadas na mídia televisiva no período de 2008 a 2010. O método utilizado foi a análise de conteúdo. As categorias geradas pela análise foram apelo ao “status” do usuário, ocultação e minimização dos riscos, símbolos de modernidade

Movimento ‘Slow Food’ e Ecogastronomia, artigo de Roberto Naime

    Manifesto da Aliança de Cozinheiros Slow Food “Todas as cozinhas do mundo devem ter a mesma dignidade. É preciso resgatar e difundir os produtos locais e o conhecimento de como prepará-los: conhecimento que corre o risco de desaparecer junto à biodiversidade que o inspirou; produtos suplantados por alimentos impostos pela indústria alimentar, por uma agricultura intensiva, escrava da química e condicionada pelo mercado global. Esta é gastronomia libertada”. Carlo Petrini   [EcoDebate] O movimento

Atitude de consumo como gesto engajado, Parte 4/4 (Final), artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Cada vez mais se estabelece atitude de cidadania que transforma o gesto de consumo de produtos e serviços em símbolo de engajamento, com posicionamentos percebido pelos indivíduos como posturas de responsabilidade socioambientais congruentes com as necessidades da sociedade. Diante desta realidade, os mercados se alteram, mesmo dentro de arranjo social convencional e passam cada vez mais a desempenhar função social relevante. E tendem a ser cada vez menos ludibriados por

Atitude de consumo como gesto engajado, Parte 3/4, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] CRUZ, (2013) assinala que a primeira teoria que compõe o que hoje se caracteriza como Responsabilidade Social Corporativa é apresentada com um viés do retorno que algumas práticas podem gerar a uma determinada empresa. Entretanto, esta teoria não tem como objetivo a busca pela rentabilidade econômica das atividades estruturadas. Embora semelhante no que diz respeito às ações, a principal diferença para a Teoria dos Acionistas é que os princípios da

Atitude de consumo como gesto engajado, Parte 2/4, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] Responsabilidade Social Corporativa (RSC), por ser um tema transversal que perpassa diversas áreas de conhecimento, desde a Filosofia, por meio do entendimento da Ética, até a Administração, na busca de melhores retornos tangíveis e intangíveis na forma de construção de imagem e reputação. A RSC tem recebido, nos últimos anos, uma atenção especial no contexto empresarial mundial. Entretanto, o viés adotado para abordagem RSC depende da orientação que o autor

Atitude de consumo como gesto engajado, Parte 1/4, artigo de Roberto Naime

    [EcoDebate] CRUZ (2013) faz reflexões sobre a Responsabilidade Social Corporativa (RSC), que tem permeado o cotidiano empresarial nos últimos anos e as orientações teóricas sobre esse conceito divergem de acordo com a área de conhecimento e o interesse do autor. A teoria mais conhecida é a dos “stakeholders” ou “partes interessadas”, que propõe a gestão dos interesses de todos os atores ligados, direta ou indiretamente, a uma empresa. O consumidor é

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