Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) reconhece a tragédia de Mariana como crime contra a humanidade

    O Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) reconheceu a tragédia de Mariana (MG) como violação "a direitos humanos de excepcional gravidade". A decisão tomada de forma unânime pelos 22 conselheiros foi registrada na Resolução nº 14/2019. Segundo o próprio conselho, trata-se de classificação equivalente a crime contra a humanidade, definido no âmbito do Tribunal Penal Internacional. ABr A tragédia de Mariana ocorreu em 5 de novembro de 2015, quando uma barragem da mineradora

Tragédia de Mariana: Estudo revela poeira com metais em áreas afetadas por lama da Samarco

  Concentrações de ferro, cádmio e cobre acima dos valores de referência estabelecidos pelos padrões de saúde no Brasil foram detectadas na poeira coletada dentro das casas em comunidades de Mariana (MG) e Barra Longa (MG). ABr As duas cidades são as mais afetadas pela lama que vazou da barragem da mineradora Samarco, após a ruptura ocorrida em novembro de 2015. A análise foi realiza pelas empresas Ambios e Technohidro e os resultados

Tragédia de Mariana: Quatro anos de crime e impunidade, artigo de Gilvander Moreira

  Paixão na bacia do ex-rio Doce: crime e impunidade crescem Por Gilvander Moreira1 O dia 05 de novembro de 2015 entrou para a história como o dia do maior crime/tragédia socioambiental da história do Brasil e um dos maiores do mundo: o crime das mineradoras VALE/Samarco/BHP e do Estado acontecido a partir de Bento Rodrigues, no município de Mariana, MG, com o rompimento da barragem de Fundão, que despejou abruptamente 55 milhões

Estudo demonstra que a tragédia de Mariana causou alterações substanciais e perenes na foz do Rio Doce

  Estudo desenvolvido no Instituto de Geociências demonstra os efeitos do rompimento da barragem de Fundão JORNAL DA UNICAMP TEXTO PAULA PENEDO | INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS | ESPECIAL PARA O JU FOTOS AGÊNCIA BRASIL EDIÇÃO DE IMAGEM LUIS PAULO SILVA O Rio Doce, localizado nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, é um dos cursos d’água mais importantes da região Sudeste brasileira, com uma bacia hidrográfica que incorpora 184 municípios. Em novembro de 2015, ele sofreu

Tragédia de Mariana: Nota técnica da Anvisa recomenda consumo limitado de peixes da bacia do Rio Doce

  Análise da Anvisa sobre consumo de peixes do Rio Doce gera divergência ABr Uma nota técnica produzida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre os riscos do consumo de peixes da bacia do Rio Doce gerou reações distintas de instituições envolvidas nos desdobramentos da tragédia de Mariana (MG). De um lado, a segurança na ingestão de uma quantidade limitada do pescado foi anunciada no site da Fundação Renova, entidade criada para gerenciar

Tragédia de Mariana: Lama da Samarco contaminou corais do Parque Nacional dos Abrolhos, na Bahia

    O rompimento da barragem da Samarco, em Mariana, Minas Gerais, causou danos “irreparáveis” aos corais do Parque Nacional dos Abrolhos, na Bahia, o recife de corais mais importante de todo o Atlântico Sul. ABr A informação consta de um estudo feito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) ao comprovar que os corais do Parque Nacional dos Abrolhos sofreram “impactos significativos” decorrentes da contaminação por rejeitos despejados nas ilhas após

Tragédia de Mariana próxima de completar 3 anos e da prescrição do crime ambiental

  Tragédia de Mariana - Às vésperas da prescrição, cronograma de indenizações perde força e deixa mais de 7 mil pescadores atingidos em situação vulnerável     Por Mariana Pupo No próximo dia 5 de novembro, a maior tragédia ambiental de que se tem notícia no Brasil, o caso Mariana/MG, completa três anos. Em 2015, cerca de 70 mil pessoas foram atingidas direta ou indiretamente por um tsunami de lama gerado pelo rompimento da barragem

Depois de quase três anos, sai acordo de indenização a vítimas da tragédia de Mariana

  Quase três anos após o rompimento da Barragem de Fundão, em Mariana (MG), a Samarco e o Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) firmaram o acordo que assegura indenização aos membros da comunidade atingida pela tragédia. Com a oficialização do acordo, a Samarco, empresa controlada pela Vale e pela anglo-australiana BHP Billiton, e a Fundação Renova, organização criada para articular as ações de reparação, terão até três meses para se manifestar

Tragédia de Mariana: Pesquisadores alertam que lama da Samarco pode ser ‘bomba-relógio’ de metais pesados no Rio Doce

  Jornal da USP Resíduos do reservatório da Samarco em Minas Gerais continuam chegando ao estuário do Rio Doce e o material está associado a metais pesados que correm o risco de serem liberados no ambiente Uma “bomba-relógio” com metais pesados continua ameaçando o estuário do Rio Doce, mesmo após dois anos e meio do vazamento de 50 milhões de metros cúbicos (m3) de rejeitos de mineração do reservatório da Samarco, localizado no

TAC inclui atingidos da tragédia de Mariana na gestão da Fundação Renova

  Fundação foi criada para gerir ações de reparação dos danos materiais ABr Um termo de ajustamento de conduta (TAC) firmado nesta segunda-feira (25) com as empresas Samarco Mineração S.A., Vale S/A e BHP Billiton Brasil Ltda muda a governança da Fundação Renova para incluir os atingidos pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG) na gestão da organização, a fim de que possam participar das decisões sobre a reparação dos danos

Tragédia de Mariana: Estudo vai monitorar 230 pontos do Rio Doce e investigar contaminação

  ABr   Um termo de cooperação assinado entre a Fundação Renova e a Fundação Espírito-Santense de Tecnologia (Fest) permitirá a realização de um estudo sobre a biodiversidade da porção capixaba do Rio Doce. Serão monitorados 230 pontos, incluindo uma larga região oceânica no entorno da foz, entre Guarapari (ES) e Porto Seguro (BA). A pesquisa terá a participação de pesquisadores de mais de 24 instituições em todo o país. Eles vão investigar a

Infográfico – Tragédia De Mariana: entenda os impactos ambientais causados pelo desastre

  O Acidente em Mariana originado pelo rompimento da barragem de Fundão foi desastre industrial de maior impacto ambiental da história brasileira além de ser o maior do mundo envolvendo barragens de rejeitos. Dois anos depois a sua população ainda sofre, e ainda não se sabe 100% o grau dos impactos ambientais. Saiba mais sobre este acidente e descubra aqui quais são e porque os impactos foram tão devastadores.   Infográfico produzido pelo

Tragédia De Mariana: A responsabilidade da Samarco

  “Da lama ao caos, do caos à lama, um homem roubado nunca se engana” - Chico Science. JORNAL DA UNICAMP TEXTO JOICE SANTOS FOTOS REPRODUÇÃO | SITE DA SAMARCO EDIÇÃO DE IMAGEM PAULO CAVALHERI O trecho é uma das estrofes da música do cantor pernambucano Chico Science, do Movimento Mangue Beat, que faleceu em 1997 aos 30 anos. Ele fez muito sucesso no início dos anos 1990 com a banda Nação Zumbi. Chico Science não tinha

Tragédia de Mariana: Desastre com barragem acordou ‘monstro’ de poluentes no Rio Doce, diz perito

    O desastre ambiental com a Barragem de Fundão, explorada pela Samarco em Mariana (MG), que completou dois anos em novembro, fez com que poluentes que estavam estabilizados no fundo do Rio Doce subissem, piorando ainda mais as condições da água. Metais como arsênio, chumbo, manganês, níquel, cromo e alumínio (substâncias danosas à saúde humana) passaram a ser encontrados nas coletas de pesquisadores. Esses elementos não faziam parte do que foi

Justiça Federal retoma andamento de ação criminal sobre tragédia de Mariana

  ABr O juiz federal Jacques de Queiroz Ferreira determinou ontem (13) a retomada da ação criminal vinculada à tragédia de Mariana (MG). O processo estava suspenso há mais de quatro meses para verificar alegações feitas pela defesa de dois dos 22 réus. Eles pediam a anulação da ação, sob o argumento de que foram usadas provas ilegais. O magistrado considerou a solicitação improcedente. A tragédia de Mariana completou dois anos no dia

Mineradora busca licença para extrair ouro em área afetada pela tragédia de Mariana

ABr Tramita na Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad), um pedido de licença protocolado pela empresa Fênix Mineração para extrair ouro em Mariana (MG). Para desenvolver a atividade, seria necessário desviar o curso do Rio Gualaxo do Norte, um afluente do Rio Doce.   O local almejado para a exploração fica a 8 quilômetros do distrito de Bento Rodrigues e foi devastado na maior tragédia ambiental do país,

Tragédia de Mariana: Dois anos depois, água do Rio Doce continua imprópria para consumo

  ABr   As águas da bacia do Rio Doce estão impróprias para consumo humano e pesca, irrigação e produção de alimentos em todos os pontos analisados pela Fundação SOS Mata Atlântica, ao longo de 733 quilômetros, por onde correu o rastro de lama, resultado da maior tragédia ambiental do país, ocorrida há dois anos, no município mineiro de Mariana. Além disso, a qualidade da água dos rios que compõem a bacia do

Tragédia de Mariana: livrar a água do composto à base de minério de ferro fica ainda mais difícil no período chuvoso

  Agricultores retomam cultivo em Mariana, mesmo com rejeitos da Samarco ABr Nos cerca de 110 quilômetros (Km) de curso d'água mais atingidos pela lama da mineradora Samarco, o rejeito ainda é visto por todos os lados, dois anos depois. A região vai do ponto em que o rio Gualaxo do Norte encontra o distrito de Bento Rodrigues até a hidrelétrica Risoleta Neves, conhecida como Candonga. A luta para livrar a água do

Tragédia de Mariana: Dois anos depois, atingidos pela barragem de Fundão, da Samarco, ainda não foram indenizados

  ABr   O rompimento da barragem de Fundão, pertencente à Mineradora Samarco, afetou pelo menos 500 mil pessoas ao longo de 670 km de curso d'água da Bacia do Rio Doce. O número inclui desde pessoas que tiveram familiares mortos e casas destruídas até os que sofreram a interrupção do abastecimento de água em 39 municípios. A tragédia provocou uma avalanche de processos judiciais, levou à criação de ações civis públicas e criou

Tragédia de Mariana: Dois anos depois, novas vilas para reassentar vítimas não saíram do papel

  ABr Enquanto a imagem de destruição dos três distritos atingidos pelo rejeito da mineradora Samarco - Bento Rodrigues, Paracatu e Gesteira - permanece viva na memória e nas antigas comunidades soterradas dois anos depois da tragédia de 5 de novembro de 2015, ainda não é possível vislumbrar as novas vilas a serem construídas para abrigar as vítimas. Os desenhos urbanísticos estão em processo final de elaboração. A Agência Brasil visitou os territórios

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