Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.925, de 23/09/2013

    'Celebramos' mais um Dia Mundial da Limpeza e a sujeira continua a mesma, por Henrique Cortez O que é Passivo Ambiental, artigo de Antonio Silvio Hendges Canasvieiras: abriu a barra do rio, artigo de Ana Echevenguá Voluntários 'celebram' Dia Mundial da Limpeza com coleta de lixo em praias do Rio Programa Lixo Zero reduz em 46% quantidade de sujeira recolhida nas ruas do Rio Mais de 50% do desmatamento

‘Celebramos’ mais um Dia Mundial da Limpeza e a sujeira continua a mesma, por Henrique Cortez

    [EcoDebate] No sábado, 21/9, foi “comemorado' mais um Dia Mundial da Limpeza e, como sempre, voluntários dedicaram-se à limpeza de nossas praias. O Dia Mundial da Limpeza faz parte de uma mobilização internacional, chamada Clean up the World (Limpe o Mundo, em português), que é promovida desde 1993, com o objetivo de incentivar comunidades a limpar e conservar o meio ambiente. É uma ótima e necessária iniciativa, mas parece inútil porque, na

O que é Passivo Ambiental, artigo de Antonio Silvio Hendges

    [EcoDebate] Passivos ambientais são os danos causados ao meio ambiente representados pelas obrigações e responsabilidades sociais das empresas com os aspectos ambientais de suas atividades. São incluídos nos balanços patrimoniais através da evidenciação dos valores contábeis estimativos dos danos e impactos ambientais gerados. Na contabilidade ambiental, está em contraposição ao ativo ambiental que são os bens e direitos, as aplicações de recursos da empresa para a recuperação das características e

Canasvieiras: abriu a barra do rio, artigo de Ana Echevenguá

    [EcoDebate] “Os efeitos das chuvas fortes do final de semana de 22 e 23 de janeiro de 2013 prejudicaram os turistas no Norte da Capital. A qualidade da água do mar em Canasvieiras também acabou afetada com a presença de coliformes fecais. (...) O técnico da FATMA conta que (...), o balneário sofreu o rompimento da barra do Rio do Braz, próximo ao trapiche, ponto 22 do monitoramento realizado pela FATMA. O

Voluntários ‘celebram’ Dia Mundial da Limpeza com coleta de lixo em praias do Rio

  Rio de Janeiro – Voluntários participaram no sábado (21) da coleta de lixo em várias praias, rios e lagoas do Rio de Janeiro. A iniciativa, criada há dez anos pela organização ambientalista Instituto Aqualung, comemorou o Dia Mundial da Limpeza. Segundo o coordenador do projeto, Hildon Carrapito, o principal objetivo é conscientizar a população sobre a importância de não sujar o litoral, mesmo com pequenas quantidades de lixo. “O lixo jogado

Programa Lixo Zero reduz em 46% quantidade de sujeira recolhida nas ruas do Rio

  Rio de Janeiro – Lixo Zero chega a Copacabana, zona sul do Rio. O programa pune quem descarta resíduos no chão. Foto de Tomaz Silva/ABr.   Pelo menos 1.890 pessoas foram autuadas em 17 bairros, entre a zona sul e o centro da capital fluminense, no primeiro mês do Programa Lixo Zero, iniciado no dia 20 de agosto. Entre as autuações, a maioria foi por descarte de pequenos resíduos, cuja multa é

Mais de 50% do desmatamento da Amazônia é gerado por demanda de consumo fora do bioma

    Mais de 50% das emissões de gases de efeito estufa do bioma são causados pela demanda do restante do país e do exterior por insumos produzidos na região, aponta estudo feito na USP   O consumo interno do Brasil e as exportações de soja, carne bovina e outros produtos primários provenientes da Amazônia são responsáveis por mais da metade das taxas de desmatamento e, consequentemente, das emissões de gases de efeito estufa

Audiência pública lança relatório ‘Indústria do Petróleo e Conflitos Ambientais na Baia da Guanabara: o caso do Comperj’

  A Plataforma Dhesca lançou, em audiência pública, o relatório “Indústria do Petróleo e Conflitos Ambientais na Baia da Guanabara: o caso do Comperj”, que denuncia os impactos a ecossistemas protegidos, as falhas em seu processo de licenciamento pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e os prejuízos a vida dos pescadores da região ocasionados pelo Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), empreendimento da Petrobras.A audiência foi realizada na Alerj, no

Estamos preparados para os riscos do pré-sal e do gás de xisto? artigo de Washington Novaes

  Ilustração no blogue Diário do Pré-sal   [O Estado de S.Paulo] Anuncia-se que em novembro vão a leilão áreas brasileiras onde se pretende explorar o gás de xisto, da mesma forma que estão sendo leiloadas áreas do pré-sal para exploração de petróleo no mar. Deveríamos ser prudentes nas duas direções. No pré-sal, não se conhecem suficientemente possíveis consequências de exploração em áreas profundas. No caso do xisto, em vários países já há

Civilização do automóvel dá sinais de esgotamento – A nefasta cultura do carrocentrismo

    Muito se falou e se comentou do caráter fragmentário e da ausência de bandeiras claras nas grandes manifestações de junho de 2013. Uma delas, entretanto, funcionou como um forte elemento agregador: a mobilidade urbana – ninguém aguenta mais a dificuldade de ir e vir nas grandes cidades, particularmente aqueles que dependem do transporte coletivo. O estopim do vagalhão das manifestações que explodiram em todo país teve a sua origem na violenta

O impacto do carro, pago por toda a sociedade e o modelo crescimentista ancorado no automóvel

    O carro como expressão de poder, prazer, liberdade, singularidade e individualidade faz com que todos queiram o seu. O drama, porém, é que estamos nos dando conta de que se todos quiserem ter o seu carro, as cidades irão colapsar. O fantástico e maravilhoso mundo prometido pelo carro tem um outro lado menos edificante. O carro provoca o caos, confusão, barulho, estresse, poluição, perdas econômicas e, o pior, mata. E

As armadilhas do desenvolvimento sustentável. Entrevista Elder Andrade de Paula

  “O cenário atual da Amazônia hoje é muito mais grave do que foi no período do estado desenvolvimentista comandado pela ditadura militar. À época, as formas destrutivas eram visíveis; agora, boa parte das formas destrutivas é invisível", constata o agrônomo.     A expansão da pecuária e a exploração madeireira na Amazônia ultrapassaram os efeitos tradicionais de expulsão das populações camponesas e extermínio dos povos indígenas. Hoje, está em curso um “tipo de

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