Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.373, de 01/07/2011

Crise de Energia, artigo de Roberto Naime O fundamentalismo do mercado, artigo de Montserrat Martins Esse homem vai morrer! artigo de Delze Laureano e Gilvander Moreira Decifração do Código Florestal, artigo de Bruno Peron Sacrifícios humanos, crônica de Paulo Sanda DETER/INPE indica 268 km2 de áreas desmatadas na Amazônia em maio Ibama flagra desmate de 1,2 mil ha em Altamira e pode voltar a apreender gado no Pará Aumentam invasões

Crise de Energia, artigo de Roberto Naime

[EcoDebate] A crise energética talvez possa ser resumida de outra forma também, utilizando os parâmetros apresentados por Miller (Living Systems: Basic Concepts. Behavioral Science. v. 10 p. 193-237, 1985): os primitivos seres humanos tinham consumo médio de 2.000 kilocalorias por dia, obtidas do consumo de alimentos; os primeiros grupos de caçadores aumentaram esta média para 5.000 kcal/dia, incluídos o consumo de alimentos e os demais gastos energéticos; os primeiros agricultores, usando o fogo

O fundamentalismo do mercado, artigo de Montserrat Martins

[EcoDebate] O Papa é contra a camisinha e até contra a pílula, mas isso não significa que os quase 70% de brasileiros católicos sigam essa sua orientação, na prática. É mais comum a falta de uso da camisinha, entre nós, por negação dos riscos. Na França, ao contrário, haveria 70% de ateus e se for verdade que a camisinha é mais usada lá, em comparação com o Brasil, isso não

Esse homem vai morrer! artigo de Delze Laureano e Gilvander Moreira

Delze Laureano1 e Gilvander Moreira2 [EcoDebate] Esse homem vai morrer - Um faroeste caboclo. Esse é o nome do documentário de 75 minutos, dirigido por Emilio Gallo, e exibido com a presença do diretor, no dia 27 de junho de 2011, na Associação do Ministério Público Estadual de Minas Gerais em Belo Horizonte. Ao final, houve um debate com os presentes que puderam constatar como o tema é antigo e ao

Decifração do Código Florestal, artigo de Bruno Peron

"Según las proyecciones del Banco Mundial, las industrias ecologistas moverán fortunas mayores que la industria química, de aquí a poco, al filo del siglo, y ya están dando de ganar montañas de dinero. La salvación del medio ambiente está siendo el más brillante negocio de las mismas empresas que lo aniquilan." (Eduardo Galeano. Patas Arriba. Texto de 1998.) [EcoDebate] A sociedade brasileira pasma-se diante da decifração do Código Florestal. Os olhares ingênuos

Sacrifícios humanos, crônica de Paulo Sanda

[EcoDebate] Anos atrás nosso então presidente topetudo, Itamar Franco ficou feliz por derrubar a bolsa de valores. “Nós vencemos eles”. Nosso querido ex-presidente foi bastante polêmico, e nos brindou com muitas frases e flagrantes. Na época eu como quase economista, ex operador de pregão Bovespa e BM&F, achei um absurdo a afirmação dele. Afinal, ele estava se congratulando por afundar o pais! Afinal o mercado financeiro é uma forma das empresas conseguirem capital de risco

DETER/INPE indica 268 km2 de áreas desmatadas na Amazônia em maio

Importante ferramenta de suporte à fiscalização na Amazônia, o sistema DETER – Detecção do Desmatamento em Tempo Real, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), indica que no último mês de maio 268 km² da floresta sofreram corte raso ou degradação progressiva. Na tabela abaixo, a distribuição por Estado do desmatamento verificado por satélites em maio. Acre 0,4 km² Amazonas 29,7 km² Maranhão 6,5 km² Mato Grosso 93,7 km² Pará 65,5 km² Rondônia 67,9 km² Tocantins 4,3 km² TOTAL 268 km² No

Ibama flagra desmate de 1,2 mil ha em Altamira e pode voltar a apreender gado no Pará

O Ibama interrompeu há uma semana (21/06) um grande desmatamento dentro da Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu, em Altamira, no sudoeste do Pará. No local, distante apenas dois km do Parque Nacional da Serra do Pardo, os fiscais encontraram mais de 1,2 mil hectares de florestas já destruídos. Dois envolvidos no desmate foram multados cada um em R$12,3 milhões e conduzidos à Polícia

Aumentam invasões e desmatamento em reservas indígenas de Mato Grosso e do Maranhão

Entre agosto de 2010 e abril deste ano, cem reservas indígenas e 20 áreas de preservação foram invadidas para retirada de madeira em Mato Grosso e no Maranhão, segunda a coordenadora do Relatório Violência contra os Povos Indígenas no Brasil, do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Maria Helena Rangel. De acordo com ela, nesses dois estados houve uma “explosão de desmatamento”, possivelmente motivado pela votação do novo Código Florestal pela Câmara dos

Informe do CIMI: Violência contra os povos indígenas no país continua alarmante

Afirmação é da antropóloga Lúcia Rangel, coordenadora da publicação Relatório de Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil, lançada hoje em Brasília Por Cleymenne Cerqueira O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) lançou na tarde de hoje, 30 de junho, mais um Relatório de Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil- dados de 2010. A constatação não é animadora, pois apresenta um triste e preocupante quadro de

Ibama desmonta madeireiras de Nova Ipixuna, no sudeste do Pará

O Ibama iniciou na manhã desta quinta-feira (30/06) a retirada do maquinário e da madeira ainda existente nas 12 madeireiras instaladas em Nova Ipixuna, no sudeste do Pará. Com vasto histórico de ilegalidades contra o meio ambiente, elas tiveram suas licenças ambientais estaduais cassadas pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) a pedido do órgão ambiental federal. Todos os equipamentos e produtos florestais serão

Emenda ao Código Florestal sinaliza permissão para desmate, diz ministra

Segundo Izabella Teixeira, a Emenda 164, incorporada ao projeto do novo código durante a tramitação na Câmara, precisa ser retirada do texto. “É possível ter supressão de vegetação, o texto do código prevê isso. Mas não concordo e acho inaceitável que existam propriedades licenciadas produzindo e que pratiquem desmatamento ilegal”, disse a ministra do Meio Ambiente A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, afirmou ontem (30) no Senado que o texto

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