Indígenas da etnia munduruku ocupam canteiro de obras da Usina de São Manoel no rio Teles Pires (PA)

  ABr Índios da etnia munduruku ocupam, desde a madrugada de domingo (16), o canteiro de obras da Usina Hidrelétrica São Manoel, obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em construção no Rio Teles Pires, na divisa dos estados do Mato Grosso e do Pará, a cerca de 125 quilômetros de Paranaíta (MT). Segundo uma das coordenadoras da manifestação, Maria Leusa Kabaiwun Munduruku, o grupo reúne mais de 200 manifestantes que prometem

Indígenas da Bacia do Teles Pires se mobilizam, em Brasília, por seus direitos frente a empreendimentos hidrelétricos

  Por Sucena Shkrada Resk, para o Fórum Teles Pires A Procuradoria-Geral da República (PGR) realizará na tarde desta terça-feira (11/07), em Brasília, uma reunião com a participação de lideranças respectivamente dos povos indígenas Apiaká, Kayabi e Munduruku, impactados por hidrelétricas o rio Teles Pires, localizado na divisa entre os estados do Pará e Mato Grosso, e representantes da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e

Analisando a Conjuntura Indígena: o que está evidente nas propostas legislativas

  Muito embora o cenário brasileiro seja de descaso, violência e desrespeito aos povos indígenas, há muita força, resistência e esperança na luta em defesa de seus direitos. Assim foi conduzido o primeiro ano do projeto “Garantindo a defesa de direitos e a cidadania dos povos indígenas do médio rio Solimões e afluentes", realizado pela Cáritas de Tefé e CIMI Tefé, e apoiado pela Agência Católica para o Desenvolvimento Internacional, sediada

Pnud/ONU premia organizações indígenas por projetos de sustentabilidade comunitária na Amazônia brasileira

    ABr O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) premiou o trabalho de duas organizações indígenas que desenvolvem projetos de desenvolvimento sustentável na Amazônia brasileira. As duas organizações não-governamentais indígenas são as duas únicas entidades brasileiras entre os 15 vencedores do Prêmio Equatorial 2017. Criado em 2002, o concurso recebeu, em junho, mais de 800 inscrições de 120 países. A Associação Ashaninka do Rio Amônia - Apiwtxa (termo indígena que significa

Povos indígenas do Teles Pires querem sair da invisibilidade nos processos de licenciamentos hidrelétricos

  Por Sucena Shkrada Resk/ICV     Lideranças dos povos Kayabi, Munduruku e Apiaká, que vivem em aldeias na Bacia do Teles Pires, nos estados do Pará e Mato Grosso, reivindicam o direito da participação ativa desde o processo de planejamento pelo Governo Federal, quando são feitos os estudos pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) subordinada ao Ministério de Minas e Energia (MME) até o licenciamento dos empreendimentos hidrelétricos pelo Instituto Brasileiro do Meio

Indígenas na metrópole, sinal de que outro modo de vida é possível, artigo de Nayá Fernandes

    [EcoDebate] A bebida do povo Tabajara é o Mocororó. Ela é feita somente com o sumo do caju, que é espremido na mão e colocado numa cuia que fica embaixo da terra por sete dias. “Para tirar a cuida da terra é preciso realizar um ritual, o Toré. São duas rodas. Na roda central ficam o tambor e as lideranças indígenas, entre elas o cacique o e pajé. Também as

Adolescentes e jovens indígenas denunciam na Câmara violação de direitos contra os Guarani Kaiowá

  ABr   Adolescentes e jovens indígenas entregaram ontem (21) à Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados um manifesto com denúncias de violações de direitos contra o povo Guarani Kaiowá. A etnia se concentra principalmente na área da fronteira do estado de Mato Grosso do Sul com o Paraguai e representa a segunda maior população indígena do país.   Segundo o líder Guarani Kaiowá Eliseu Lopes, a delegação da juventude veio

Exigência de direitos marca visita de indígenas da região do médio rio Solimões e afluentes à Funai

    No dia 09 de junho, uma delegação de indígenas da região do médio rio Solimões e afluentes, em atividade de incidência política aos órgãos públicos federais, em Brasília, foi recebida na FUNAI pelo presidente interino, Franklinberg Ribeiro de Freitas, pela Diretora de Proteção Territorial, Azelene Ignácio, e pelo Coordenador Geral de Identificação e Delimitação, Gustavo Menezes. O objetivo da visita foi levar à FUNAI as violações de direitos que os

Gestão ambiental indígena no Acre: Paralelos com a ‘Ética do Bem Viver’ e a ‘Ecologia Profunda’ (parte 2, final), por Roberta Graf

Gestão ambiental indígena no Acre: Paralelos com a “Ética do Bem Viver” e a “Ecologia Profunda” (parte 2) Roberta Graf1 (Artigo vinculado à palestra da autora no Seminário Agroecol-2016, na UFGD - Universidade Federal Grande Dourados, em novembro de 2016) maio de 2017 ___________________________________________________________________________ 3. A Ética do Bem Viver Para introduzir os temas, cito aqui o documento final de uma das edições do importante movimento social indígena “Acampamento Terra Livre” (ATL), que ocorre anualmente em Brasília, nos meses

Gestão ambiental indígena no Acre: Paralelos com a ‘Ética do Bem Viver’ e a ‘Ecologia Profunda’ (parte 1), por Roberta Graf

Gestão ambiental indígena no Acre: Paralelos com a “Ética do Bem Viver” e a “Ecologia Profunda” (parte 1) Roberta Graf1 (Artigo vinculado à palestra da autora no Seminário Agroecol-2016, na UFGD - Universidade Federal Grande Dourados, em novembro de 2016) maio de 2017 ___________________________________________________________________________ 1. Gestão ambiental e agroecologia indígena no Acre Agradeço imensamente o convite ao Agroecol-2016. Me chamaram para falar da agroecologia dos indígenas e a Ética do Bem Viver. Para os indígenas, a agroecologia é de

Incidência Política: Secretário Nacional da SESAI recebe Delegação Indígena

  Distâncias geográficas não impedem os indígenas da região do médio rio Solimões e afluentes de exigir respeito. Representantes das etnias Kokama, Deni, Maku Nedëb, Miranha e Kanamari estão em Brasília para levar aos órgãos públicos federais, as violações dos direitos sofridas pelos povos da região. Querem soluções imediatas para os problemas e querem saber o que esses órgãos têm planejado para resolve-los.     A delegação está representada por Jó dos Anjos Samias

Nota Pública das Pastorais do Campo: Sem direito à terra em vida, massacre e morte indigna

    Guardai o juízo e fazei justiça. Porque a minha salvação está prestes a vir, e a minha justiça para se manifestar. (BÍBLIA, Isaías 56,1)   As Pastorais Sociais do Campo subscritas vimos mais uma vez a público denunciar e clamar por justiça diante da trágica e assustadora escalada da violência no campo. Em 35 dias, foram três massacres concretizados e uma tentativa, quase um por semana, com 22 trabalhadores em luta pela

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