Aumenta a fome na América Latina e no Caribe: 42,5 milhões de pessoas estão subnutridas, segundo a FAO

  Entre 2015 e 2016, 2,4 milhões de pessoas a mais sofreram com a subnutrição; índice se mantém baixo em comparação com outras regiões O número de pessoas que sofrem com a fome na América Latina e no Caribe aumentou em 2,4 milhões de 2015 a 2016, alcançando um total de 42,5 milhões, segundo o relatório Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2017. “A fome está aumentando na América

Aumenta a fome e a insegurança alimentar no Brasil

    Renda per capita inferior a 1,25 dólar por dia. Aumenta a fome e a insegurança alimentar no Brasil. Entrevista especial com Rosana Magalhães IHU Apesar de o Brasil ter saído do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas – ONU há três anos, entidades da sociedade civil alertam para a possibilidade de a fome e a insegurança alimentar aumentarem no país. Segundo a pesquisadora Rosana Magalhães, o Banco Mundial tem projetado

Produção de alimentos é suficiente, mas, com a desigualdade de renda e o desperdício, ainda há fome no país

  A produção nacional de alimentos é suficiente para os mais de 204 milhões de brasileiros, mas a desigualdade de renda e o desperdício ainda fazem com que 7,2 milhões de pessoas sejam afetadas pelo problema da fome no país, revela estudo conduzido pelo professor Danilo Rolim Dias de Aguiar, pesquisador do Departamento de Economia do Campus Sorocaba da Universidade Federal de São Carlos. “Temos uma concentração de renda muito grande. Se,

Alimentos desperdiçados na América Latina e Caribe poderiam alimentar 37% das pessoas que passam fome em todo o mundo

  Reduzir o desperdício na AL "chave" para desenvolvimento sustentável Segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, com os alimentos perdidos na região da América Latina e Caribe seria possível alimentar 37% das pessoas que passam fome em todo o mundo.   Foto: FAO/Olivier Asselin   Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova York. Na América Latina são perdidas ou desperdiçadas até 348 mil toneladas de alimentos por dia, cifra que terá de

Mudanças climáticas podem levar 600 milhões à desnutrição até 2080, diz especialista da ONU

seca

  “São necessárias medidas urgentes para responder aos desafios colocados pelas alterações climáticas”, alertou a relatora especial da ONU sobre o direito à alimentação, Hilal Elver.     As mudanças climáticas representam ameaças graves e distintas para a segurança alimentar e podem sujeitar um adicional de 600 milhões de pessoas à desnutrição até 2080, uma especialista em direitos humanos da ONU alertou na última semana. “O aumento da frequência e intensidade de condições meteorológicas extremas,

Brasil Sem Miséria: uma nova ferramenta, por Laís Vitória Cunha de Aguiar

    [EcoDebate] Nos últimos anos, a fome diminui consideravelmente, graças aos programas sociais como Brasil Sem Miséria. Porém, a fome continua sendo um problema diário para famílias com rendimento econômico menor, para pessoas miseráveis. É incrível o que ações governamentais bem sucedidas podem fazer pela população. Em alguns casos o dinheiro é desviado, roubado em várias estâncias do poder, desde a instância federal até a estadual e municipal. Porém, ainda sim é possível

Por trás da fome, as verdades da economia e da política. Artigo de Amartya Sen

  Uma grande variedade de temas econômicos, sanitários, sociais e políticos, de fato, está ligada à permanência da fome endêmica e das carestias recorrentes. Devemos entender profundamente muitas relações de causa e efeito, se quisermos conseguir vencer e, por fim, apagar o fantasma da fome no mundo. A opinião é do economista e filósofo indiano Amartya Sen, prêmio Nobel de Economia de 1998, em artigo publicado no jornal La Stampa, 14-05-2015. A

Colocar os agricultores familiares em primeiro para erradicar a fome

  O relatório SOFA apela para que os 500 milhões de agricultores familiares de todo o mundo sejam agentes de mudança   Nove em cada dez das 570 milhões de propriedades agrícolas no mundo são geridas por famílias, fazendo com que a agricultura familiar seja a forma mais predominante de agricultura e, consequentemente, um potencial e crucial agente de mudança para alcançar a segurança alimentar sustentável e a erradicação da fome no futuro.

‘Aumento na produção agrícola mundial não é sinônimo de fim da fome’, afirma FAO

  Trabalhadores agrícolas colhem cenouras em uma fazenda em Chimaltenango, Guatemala. Foto: Banco Mundial/Maria Fleischmann   O modelo de produção agrícola predominante nos dias de hoje não é apropriado para responder aos desafios de segurança do século 21, disse o chefe da Organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO), nesta sexta-feira (20), em um Fórum Internacional na França. Para o brasileiro José Graziano da Silva, o mundo precisa de umnovo modelo

PNAD 2013: 52 milhões de brasileiros estão em situação de insegurança alimentar

    O número de domicílios em situação de insegurança alimentar no Brasil continua caindo, mas ainda existem cerca de 52 milhões de brasileiros sem acesso diário à comida de qualidade e na quantidade satisfatória. Segundo o suplemento de Segurança Alimentar da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2013, divulgado ontem (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dos 65,3 milhões de domicílios registrados, 22,6% estavam em situação de

Mais de metade da população quilombola passam fome, mostra estudo

    Mais da metade (55,6%) dos adultos quilombolas estão em situação de insegurança alimentar no Brasil. Os dados estão no estudo Quilombos do Brasil: Segurança Alimentar e Nutricional em Territórios Titulados, lançado ontem (20) pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir). A publicação apresenta a pesquisa sobre a situação alimentar e nutricional em comunidades quilombolas e o acesso

Agricultura familiar é vital para segurança alimentar e desenvolvimento sustentável globais, diz FAO

    A agricultura familiar detém 75% dos recursos agrícolas no mundo. É crucial, portanto, aumentar sua produtividade, diversificar os meios de subsistência e estimular práticas sustentáveis. A agricultura familiar deve exercer função cada vez mais importante na luta global contra a insegurança alimentar, uma vez que mais de 800 milhões de pessoas no mundo ainda não têm acesso devido a alimentos saudáveis e nutritivos, afirmaram funcionários das Nações Unidas nesta quinta-feira (16), em ocasião

Colocar os agricultores familiares em primeiro para erradicar a fome

  O relatório SOFA apela para que os 500 milhões de agricultores familiares de todo o mundo sejam agentes de mudança   Nove em cada dez das 570 milhões de propriedades agrícolas no mundo são geridas por famílias, fazendo com que a agricultura familiar seja a forma mais predominante de agricultura e, consequentemente, um potencial e crucial agente de mudança para alcançar a segurança alimentar sustentável e a erradicação da fome no futuro.

Fome: o ingênuo otimismo da ONU, por Juliana Dias

    Por Juliana Dias Da Malagueta A indiferença glacial a respeito da fome no mundo contrasta com os dados do sociólogo Jean Ziegler, que considera a destruição anual de dezenas de milhões de homens, mulheres e crianças pela falta de comida como o escândalo do nosso século. No seu estado atual, a agricultura mundial poderia alimentar, sem problemas, 12 bilhões de pessoas, quase duas vezes a população mundial. No entanto, a cada cinco

Brasil reduz em 50% o número de pessoas que passam fome, mas ainda tem 3,4 milhões em insegurança alimentar

    A Organização da ONU para Alimentação e Agricultura (FAO) estimou, nesta terça-feira (16), que mais de 805 milhões de pessoas vivem em situação de insegurança alimentar no mundo. O Brasil, no entanto, caminha na contramão dessa estatística graças aos seus programas, ações e estratégias que levaram o país ao posto de referência mundial no combate à fome. “O Brasil é um grande exemplo nesse aspecto porque estabeleceu essa causa como uma

Fome diminui, mas ainda há 805 milhões de pessoas no mundo com desnutrição crônica

    Cerca de 805 milhões de pessoas no mundo, uma em cada nove, sofrem de fome, afirma novo relatório das Nações Unidas divulgado nesta terça-feira (16). O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo (SOFI 2014, na sigla em inglês) confirma a tendência positiva de decréscimo global do número de pessoas com fome, que diminuiu em mais de 100 milhões na última década e em mais de 200 milhões desde 1990-1992. O relatório,

América Latina e Caribe poderiam acabar com a fome apenas com alimentos desperdiçados, diz FAO

  Somente na venda a varejo, se desperdiça comida que alimentaria 64% das pessoas que sofrem de fome na região. Foto: FAO/reprodução Na América Latina e no Caribe se perdem e desperdiçam mais alimentos do que os necessários para satisfazer as necessidades das 47 milhões de pessoas que ainda sofrem de fome na região, disse nesta quarta-feira (16) a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). O relatório “Perdas e desperdícios de

Programas de apoio a agricultores africanos se inspiram em iniciativa brasileira de combate à fome

    A ONU incentiva a criação de cooperativas agrícolas para erradicar a fome global. Foto: Banco Mundial/Julio Pantoja Os esforços brasileiros no combate à fome serviram como exemplo para países africanos que procuram experiências de sucesso para aumentar a produtividade local entre as populações que sofrem com a insegurança alimentar. Essa iniciativa foi apresentada em um seminário organizado pelo programa PAA Africa – do inglês “Purchase from Africans for Africa” (Aquisição de

Um sistema alimentar que produz famintos e obesos. Entrevista com Esther Vivas

  “O problema da fome tem a ver com a falta de democracia. Temos alimentos suficientes no mundo, mas não há acesso a eles para todas as pessoas”, pondera a ativista "O problema, hoje, quando falamos de alimentação, não tem a ver somente com a fome, mas também com a má nutrição. Porque vivemos num mundo de famintos, mas também de obesos. O sistema alimentar atual não satisfaz corretamente as necessidades de

‘Erradicar a fome não é uma opção, é uma necessidade imperiosa, se queremos ter um futuro’. Entrevista com José Esquinas-Alcázar

  "A crise alimentar provocou, em 2008, revoltas em mais de 50 países. Hoje, o aumento nos preços dos alimentos está novamente contribuindo para a instabilidade política no mundo", afirma o diretor da Cátedra de Estudos sobre a Fome e a Pobreza - CEHAP da Universidade de Córdoba, Espanha “A fome e a pobreza são o caldo de cultivo no qual crescem problemas que tanto preocupam o Ocidente, como a migração ilegal

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