A construção de outro modelo de finanças depende de uma estratégia socioambiental, artigo de Amyra El Khalili

  A financeirização tem permeado os mais diversos setores da economia, provocando distorções entre a economia real e a economia financeira     [Diálogos do Sul]  A financeirização tem permeado os mais diversos setores da economia, provocando distorções entre a economia real (produção) e a economia financeira. A economia real baseia-se em produtividade na indústria, na agropecuária, no comércio e em serviços. Já a economia financeira é a que faz circular o dinheiro nos sistemas

‘Todos os instrumentos da economia verde obedecem à mesma lógica perversa da financeirização’, entrevista com Amyra El Khalili

  Por Gabriel Brito, da Redação, Correio da Cidadania O debate ambiental tem tudo para ser escamoteado ou repetir velhas tergiversações sobre desenvolvimento e sustentabilidade no cenário eleitoral que começa a se aquecer. Mais ainda no que tange a chamada economia verde, conceito ainda novo para o público. Colunista do Correio da Cidadania, a economista e ativista socioambiental Amyra el Khalili acaba de lançar o e-book Commodities Ambientais em Missão de Paz

2ª edição do e-book de Amyra El Khalili: COMMODITIES AMBIENTAIS EM MISSÃO DE PAZ, pela Editora Heresis Sustentabilidade (acesse gratuitamente)

"Amyra tem demonstrado que é possível inverter a pirâmide da economia tradicional e colocar os excluídos no poder de um novo modelo, ambientalmente sustentável e socialmente mais justo. Amyra nos faz acreditar que um mundo melhor não só é possível, mas está bem ao alcance de nossas mãos.” Vilmar Sidnei Demamam Berna Jornalista e escritor, Prêmio Global 500 da ONU para o Meio Ambiente, fundador da REBIA – Rede Brasileira de Informação

Mídias socioambientais: financiando uma economia sustentável, artigo de Amyra El Khalili

    [EcoDebate] Quem atua no mercado financeiro costuma ouvir aquela afirmação: “O mercado sobe no boato e cai no fato”. Se alguém me perguntasse “como você conseguiu saber que o petróleo teria suas cotações disparadas, com altas sucessivas até atingir a maior marca dos últimos 20 anos?”, responderia: mídias socioambientais. Já tinha gritado que a US$ 26,00 o barril era para entrar comprando e que abaixo de US$ 34,00 o mercado nunca mais

O que são Commodities Ambientais? artigo de Amyra El Khalili

  As commodities ambientais são mercadorias originárias de recursos naturais, produzidas em condições sustentáveis, e constituem os insumos vitais para a indústria e a agricultura. Estes recursos naturais se dividem em sete matrizes: 1. água; 2. energia, 3. biodiversidade; 4. floresta (madeira); 5. minério; 6. reciclagem; 7. redução de emissões poluentes (no solo, na água e no ar). As commodities ambientais obedecem a critérios de extração, produtividade, padronização, classificação, comercialização e investimentos

Mídias socioambientais: por que financiá-las? artigo de Amyra El Khalili

    [EcoDebate] Meio ambiente não é uma pauta simples. Exige de quem relata muita atenção, pesquisa, leitura e respaldo de diversas fontes. Por se tratar de um tema multidisciplinar, falar sobre meio ambiente tornou-se um ato pedagógico. É necessário traduzir os dialetos para que os mortais leitores consigam alcançar sua importância e envergadura nos debates e compreender o que isso pode significar no dia a dia de cada cidadão. O que

Água, o grande desafio, artigo de Amyra El Khalili

Água, o grande desafio Geopolítica da Água: Água para a Guerra – Água para a Paz "Quando lidamos com o meio ambiente não podemos tratar deste direito fundamental como se fosse um produto empresarial, uma mercadoria, quando contratos e regras são determinados a portas fechadas em reuniões entre pares. Pelo contrário, devem acontecer com o coletivo da sociedade" Amyra El Khalili O Fórum Internacional de Gestão Ambiental (FIGA 2010) – Água, o Grande Desafio,

Economia Socioambiental – Um novo modelo econômico para a América Latina e o Caribe, artigo de Amyra El Khalili

    Economia Socioambiental – Um novo modelo econômico para a América Latina e o Caribe Sennet acrescentaria que a reificação das relações gerou a “corrosão do caráter”. Concordo. Ao sonharmos (ainda) com transformações sociais (em sua radicalidade), saímos do campo da angústia e abstrações, e agimos. Somos! Existimos! E certamente isso só é possível, junto a milhares de outros, de forma solidária e ética. Margarida Barreto Amyra El Khalili A Rede de Cooperação Comunitária

Créditos de Carbono para Quem? artigo de Amyra El Khalili

    Resumo: Quando lidamos com meio ambiente não podemos tratar deste direito fundamental como se fosse um produto negociado com base em contratos e regras determinados a portas fechadas. Pelo contrário, tais negociações devem acontecer com o coletivo da sociedade. Se a sociedade não aderir, não há projeto socioambiental que possa ser concretizado. Analisar o desenho mercadológico e criticar acordos internacionais em sua estrutura operacional, o da execução financeira, não significa

Pós-Rio+20 – Uma análise crítica da economia verde e da natureza jurídica dos créditos ambientais, artigo de Amyra El Khalili

    “... uma coisa pode ser valor de uso, sem ser valor. É esse o caso, quando a sua utilidade para o homem não é mediada por trabalho. Assim, o ar, o solo virgem, os gramados naturais, as matas não cul­tivadas etc. Uma coisa pode ser útil e produto do trabalho humano, sem ser mercadoria. Quem com seu produto satisfaz sua própria necessidade cria valor de uso, mas não mercadoria. Para

Lei de pagamentos por serviços ambientais do Acre beneficia mercado financeiro, por Amyra El Khalili e Arthur Soffiati

    [EcoDebate] A Lei nº 2.308, de 22 de outubro de 2010, do Estado do Acre, que cria o Sistema Estadual de Incentivos a Serviços Ambientais (SISA), o Programa de Incentivos por Serviços Ambientais (ISA), Carbono e demais Programas de Serviços Ambientais e Produtos Ecossistêmicos parece já manifestação da economia verde, antes que este conceito fosse badalado na Rio+20. Se o trabalho dos polinizadores pode ser valorado e precificado, quem receberá

Um ‘Keffiyeh’ (lenço beduíno) para o líder indígena Ninawá Huni Kui, artigo de Amyra El Khalili

"Fere a cabeça da víbora com o punho de seu inimigo. Disto necessariamente te resultará num bem: se o inimigo vencer, a víbora morrerá. Se a víbora vencer, terás um inimigo a menos!" Provérbio beduíno   Deixei uma parte de mim no estado do Acre, quando coloquei sobre o ombro do grande líder indígena Ninawá Huni Kui um Keffiyeh (lenço beduíno) durante a conferência que proferi  a convite do  Conselho Indigenista Missionário (CIMI), na Universidade Federal do Acre. Símbolo

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