Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.983, de 20/12/2013

    O Pico do Petróleo e o aumento do Preço dos Alimentos, artigo de José Eustáquio Diniz Alves A paternidade suposta, artigo de Valdeci Pedro da Silva Marajó - mundo de águas, açaizais e escravidão, por Rogério Almeida Comunidades Quilombolas e biodiversidade no maranhão, por Mayron Régis Justiça Federal rejeita pedido de inconstitucionalidade de regulamentação de terras quilombolas Relatório Final da Pesquisa 'O Censo Quilombola' e relatórios específicos dos Quilombos de

O Pico do Petróleo e o aumento do Preço dos Alimentos, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

  “A eficiência energética do petróleo é, até hoje, inigualável: três colheres contêm o equivalente à energia média de oito horas de trabalho humano. O crescimento demográfico e econômico do século 20 teria sido impossível sem esse escravo barato” (Ricardo Abramovay, 11/06/2011)     [EcoDebate] Existe uma alta correlação entre o preço do petróleo e o preço da comida. Quando o preço da energia sobe, em geral, aumenta também o preço dos alimentos. Ao longo do século XX

A paternidade suposta, artigo de Valdeci Pedro da Silva

    Historicamente, a paternidade foi, para o homem, uma hipótese, com grau de certeza variável conforme diversos fatores: época, localidade, etc. Mesmo assim, devido a impossibilidade, até as últimas décadas do século XX, de comprovar cientificamente a paternidade, a Lei se mantém, até agora, seguindo os costumes tradicionais: considerando pai biológico de filho gerado, o homem que esteja casado e coabitando com uma mulher que gerou o filho, ou, simplesmente, coabitando

Marajó – mundo de águas, açaizais e escravidão, por Rogério Almeida

  Afuá. Foto: SkyscraperCity   [FURO] Faz um tempo o açaí tornou-se uma coqueluche mundial. É consumido em academias e restaurantes de luxo das principais capitais do país. A alta culinária o agenda em diferentes pratos e sobremesas. Para tanto, passou por um processo de ressignificação: antes fonte de proteína de pobres e esfarrapados; para produto de consumo de marombados, e ditos sofisticados. Os surfistas da Califórnia o descobriram. Há uns 10 anos a

Comunidades Quilombolas e biodiversidade no maranhão, por Mayron Régis

  Açaí ou Juçara é o fruto bacáceo de cor roxa, que dá em cacho na palmeira conhecida como açaizeiro, cujo nome científico é Euterpe oleácea. Foto: http://frutacai.com.br/   [Territórios Livres do Baixo Parnaíba] As comunidades quilombolas de São Miguel, Rosário, Cariondo, Itapecuru, e Bom Jesus, Matinha, situam-se em regiões geográficas distintas do estado do Maranhão, mas apresentam dificuldades semelhantes, principalmente, com relação a regularização fundiária e acesso aos recursos da biodiversidade. A

Justiça Federal rejeita pedido de inconstitucionalidade de regulamentação de terras quilombolas

    Decisão foi uma vitória para a comunidade quilombola Paiol de Telha (PR) e para todas as comunidades quilombolas brasileiras   A comunidade Paiol de Telha e demais comunidades quilombolas brasileiras tiveram uma vitória importante na tarde desta quinta-feira, 19 de dezembro, quando a Corte Especial do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), por maioria, rejeitou a arguição de inconstitucionalidade sobre o Decreto nº 4.887/03, que regulamenta o procedimento para identificação, reconhecimento,

Relatório Final da Pesquisa ‘O Censo Quilombola’ e relatórios específicos dos Quilombos de Brejo dos Crioulos, Kalunga e Santarém

  Sandra Mayrink Veiga em seminário no Pará   Tania Pacheco – Combate Racismo Ambiental É com prazer que divulgamos em primeira mão os resultados de uma pesquisa de grande importância para a luta Quilombola: o Projeto Etnodesenvolvimento e Economia Solidária, desenvolvido numa parceria entre o Núcleo de Solidariedade Técnica (SOLTEC), da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e a CONAQ – Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas. Ao longo de dois anos

Desigualdade no saneamento básico no Brasil impressiona relatora especial da ONU

  Catarina de Albuquerque em visita ao Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Foto: ONU/Paulo Rodrigues   Após dez dias de visita ao Brasil, a relatora especial das Nações Unidas sobre Água e Saneamento, Catarina de Albuquerque, apresentou hoje suas conclusões preliminares e as recomendações iniciais ao governo brasileiro sobre as condições sanitárias do país. A relatora disse que ficou chocada com as desigualdades regionais no acesso ao saneamento básico, sendo a

Declaração oficial da Relatora Especial sobre o direito humano à água e saneamento ao finalizar a sua visita ao Brasil

  Visita da relatora ao Complexo do Alemão, conjunto de favelas no Rio de Janeiro. Foto: UNDSS/Paulo Rodrigues   Brasília, 19 de dezembro de 2013 “Lata d’água na cabeça, Lá vai Maria. Lá vai Maria: Sobe o morro e não se cansa. Pela mão leva a criança. Lá vai Maria. Maria, lava roupa lá no alto Lutando pelo pão de cada dia, Sonhando com a vida do asfalto Que acaba onde o morro principia.” Lata d’água na cabeça por Candeias A relatora especial das

RJ: Empresa tem atividade suspensa por comercializar água contaminada

  Foto: SEA   A Empresa Transportes Água Santa Ltda. teve a atividade suspensa e dois caminhões-pipa apreendidos ontem (19) por captação e venda ilegal de água. Constatou-se ainda que a água comercializada como potável, para um condomínio de Jacarepaguá, na zona oeste do Rio, estava contaminada. Em uma análise físico-química da água do poço, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) encontrou coliformes fecais termotolerantes, bactérias e um alto teor de fluoreto (forma

Brasil é grande exportador de ‘água virtual’

  Fonte: Água virtual, escassez e gestão: o Brasil como grande “exportador” de água   As commodities agrícolas estão entre os principais itens de exportação do Brasil. A produção é tão elevada que se estima, atualmente, que a agricultura responde por mais de um quarto do PIB nacional. Porém, há um novo elemento, de abundante quantidade no País, que vem sendo muito bem cotado no mercado internacional e a China, um dos maiores

Justiça Federal proíbe criação de camarão na APA do Delta do Parnaíba

  APA Delta do Parnaíba - BIOMA: Marinho Costeiro - ÁREA: 307.590,51 hectares - DIPLOMA LEGAL DE CRIAÇÃO: Dec s/n.º de 28.08.1996   MPF obtém suspensão da atividade até que os licenciamentos ambientais sejam regularizados A prática da criação de camarões (carcinicultura) está proibida na Área de Proteção Ambiental (APA) do Delta do Parnaíba, que abrange os Estados do Piauí, Ceará e Maranhão, até que sejam regularizados os licenciamentos ambientais existentes e realizado o

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