Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.748, de 03/01/2013

    Sustentabilidade e o legado da copa VI (Final), artigo de Roberto Naime Problemas do setor elétrico, artigo de Heitor Scalambrini Costa Oito sinais dos tempos e dos lugares, artigo de Gilvander Luís Moreira A longevidade na visão de um ortopedista, artigo de Juracy Nunes Lista Brasileira de Resíduos Sólidos é publicada pelo Ibama Rio São Francisco pode ser extinto, diz biólogo Sob ameaça de madeireiros e pecuaristas, agricultores tentam criar

Sustentabilidade e o legado da copa VI (Final), artigo de Roberto Naime

  Mascote da Copa do mundo de 2014 (Imagem: Fifa/Divulgação)   [EcoDebate] A ideia é que a próxima copa a ser realizada no Brasil seja a primeira totalmente “verde”. O que isto significa? Que todos as concepções e iniciativas aqui exaustivamente discutidos sejam respeitados e inclusive que a emissão de gás carbônico seja totalmente neutralizada num procedimento que é denominado no mercado de “carbono zero”. Conforme já discutido, há um enorme potencial de disseminação

Problemas do setor elétrico, artigo de Heitor Scalambrini Costa

    [EcoDebate] Energia é tema central para a sustentabilidade, entendida sob a perspectiva da interdisciplinaridade. No caso da energia elétrica é quase impossível imaginar qualquer atividade sem a sua presença, pois se tornou a principal fonte de luz, calor e força motriz utilizada no mundo moderno. Atividades simples como a de assistir à televisão, acender a luz ou navegar na internet somente são possíveis porque a energia elétrica está disponível. Hospitais,

Oito sinais dos tempos e dos lugares, artigo de Gilvander Luís Moreira

    Oito sinais dos tempos e dos lugares Gilvander Luís Moreira1 No dia do Natal de 2012, em Porto Alegre, RS, a temperatura chegou a 43º C. Dia seguinte, no Rio de Janeiro, RJ, 43º C. Em Arinos, noroeste de Minas Gerais, o sol está estorricando. Se deixar milho pipoca no sol, dentro de poucos minutos, a pipoca estará pronta. Se deixar ovos sob o sol, serão assados. “Os peixes estão sendo assados

A longevidade na visão de um ortopedista, artigo de Juracy Nunes

    [EcoDebate] No dia oito de dezembro do ano de 2012, celebramos o aniversário de 50 anos de conclusão do curso da Faculdade de Medicina da Universidade do Recife, hoje UFPE. Muitas festas e também motivos diversos para reflexão. A compleição física dos setentões alguns vistos pela última vez em 1962 chamou atenção. Mas a grande mudança que merece ampla reflexão foi e está sendo a longevidade do povo brasileiro. Esta uma

Lista Brasileira de Resíduos Sólidos é publicada pelo Ibama

    O Ibama publicou a Lista Brasileira de Resíduos Sólidos (Instrução Normativa Ibama nº 13, de 18 de dezembro de 2012), um importante instrumento que irá auxiliar a gestão dos resíduos sólidos no Brasil. Com a publicação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, era considerado essencial a padronização da linguagem e terminologias utilizadas no Brasil para a declaração de resíduos sólidos, principalmente com relação às informações prestadas ao Ibama junto ao Cadastro

Rio São Francisco pode ser extinto, diz biólogo

    Após quatro anos de monitoramento do rio e das obras de transposição de parte das águas do São Francisco, o biólogo José Alves Siqueira, 41, e outros 99 pesquisadores alertam: o rio está em processo de "extinção inexorável". O professor integra a equipe da Univasf (Universidade Federal do Vale do São Francisco), em Petrolina (PE), contratada pelo governo federal para fazer o inventário da flora e da fauna ao longo de

Sob ameaça de madeireiros e pecuaristas, agricultores tentam criar novo modelo de desenvolvimento na Amazônia

  Sob ameaça de madeireiros e pecuaristas, colonos fazem extração sustentável de óleo de andiroba, castanha-do-pará e cupuaçu.   Dedel é um dos integrantes do projeto Sementes da Floresta Na Amazônia brasileira, um grupo de agricultores tenta estabelecer a viabilidade econômica da extração sustentável de óleos naturais de plantas locais. O projeto Sementes da Floresta foi formado por agricultores levados originalmente para a Amazônia num programa do governo que pretendia colonizar a região ao longo

Especial 2012: Agendas ambiental e indígena sofrem retrocessos em 2012

    O descaso com que o governo tratou, em 2012, a agenda socioambiental, é prova contundente de que o país se coloca de costas para a problemática e caminha na contramão do debate mundial. Aos poucos vai se sedimentando a percepção de que o governo brasileiro, apesar da retórica quando fala de temas relacionados ao meio ambiente, não percebe – ou não quer perceber – que é um dos poucos países

Especial 2012: Matriz energética de costas para o futuro

    O mundo é cada vez mais voraz, sedento e insaciável por energia. Os países em todo o planeta perseguem obsessivamente o aumento da geração de energia para dar conta da crescente demanda da produção e do consumo. O Brasil não foge à regra e o tema da energia postou-se como um dos mais importantes na agenda brasileira nos últimos anos. Sem energia é o caos, o “apagão”, aliás, cuja sombra

Especial 2012: Indígenas: estorvo ou nova concepção de mundo?

    A problemática indígena faz interface com o modelo de desenvolvimento implantado no Brasil, com a expansão sobre a Amazônia Legal, com o tema da energia e mineração, entre outros. Os interesses expansionistas e extrativistas, assim como aqueles do agronegócio, entraram em choque com o estilo de vida e as necessidades dos povos indígenas em diversas partes do Brasil. Em decorrência, os conflitos envolvendo terras indígenas recrudesceram. Particularmente preocupante é a

Especial 2012: O modelo neodesenvolvimentista do governo Dilma

    O governo Dilma, assim como foi o de Lula, é tributário do “modelo fordista tardio” na forma de pensar e ver a sociedade. A elite política no poder pensa a sociedade a partir do paradigma da Segunda Revolução Industrial – fordista. Este modelo assenta-se em bases produtivista e consumista. Investe pesadamente em matrizes energéticas centralizadoras e poluidoras (fósseis), perigosas (nuclear) ou devastadoras do meio ambiente (hidrelétricas). É constitutivo ao modelo neodesenvolvimentista,

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