Portal EcoDebate: Índice da edição nº 1.302, de 21/03/2011

Sentimento de impotência, artigo de Montserrat Martins Acidente nuclear em Fukushima: Exemplo para o mundo, artigo de Heitor Scalambrini Costa Construção da usina de Belo Monte ameaça indígenas isolados, artigo de Telma Monteiro (Recursos Hídricos) Inquietude, artigo de Mauro Banderali O físico José Goldemberg defende que Brasil reveja planos de construir novas usinas nucleares Hidrelétricas: confirmação de conflitos e impactos Usinas hidrelétricas do Complexo Rio Madeira: Bombas com efeito retardado

Sentimento de impotência, artigo de Montserrat Martins

[EcoDebate] É uma reação natural evitar assuntos mais dolorosos, quando não há nada que possamos fazer para mudar os fatos – é o chamado “sentimento de impotência”, do qual derivam comportamentos e mecanismos de defesa psicológicos que vão da apatia à negação da realidade, acompanhados por tristeza, angústia e até depressão. Isso ocorre tanto em situações de nossas vidas pessoais quanto em fatos sociais chocantes, como os que sucederam neste

Acidente nuclear em Fukushima: Exemplo para o mundo, artigo de Heitor Scalambrini Costa

[EcoDebate] Quando se pensa em acidentes nucleares, logo vêm à mente as tragédias mais recentes de Three Mile Island, ocorrida na Pensilvânia - Estados Unidos em 1979, e de Chernobyl, na Ucrânia em 1986. Nos dois casos, os acidentes foram causados por falhas que provocaram um superaquecimento no reator, e vazamento de material radioativo para a atmosfera. Agora estamos acompanhando um desastre nuclear provocado pelo terremoto de 9 graus de magnitude

Construção da usina de Belo Monte ameaça indígenas isolados, artigo de Telma Monteiro

A presença de indígenas em isolamento voluntário na região dos rios Xingu e Bacajá tem sido descrita desde a década de 1970[1]. Há estudos e testemunhos que comprovam sua presença nas cabeceiras do Igarapé Ipiaçava e de um grupo isolado (ou grupos isolados) na Terra Indígena (TI) Koatinemo.  Belo Monte foi planejada para ser construída próxima às áreas de perambulação desses grupos de isolados. Uma representação sobre irregularidades no processo de licenciamento

(Recursos Hídricos) Inquietude, artigo de Mauro Banderali

Além de desastres naturais, há outras situações em que a água silenciosamente pode prejudicar e até matar [EcoDebate] A chuva mansa que cai na manhã de sábado enquanto redijo este artigo me leva a reflexões inquietantes quanto aos rumos hídricos futuros. Certamente estamos todos estarrecidos com tantas catástrofes naturais que têm assolado o Brasil como as que ocorreram no Estado do Rio de Janeiro, as enchentes no Mato Grosso do Sul,

O físico José Goldemberg defende que Brasil reveja planos de construir novas usinas nucleares

O físico da Universidade de São Paulo (USP), José Goldemberg, defendeu que o Brasil reveja os planos de construção de novas usinas nucleares, motivado pelos acidentes ocorridos no Japão após o tsunami. “Acho que é de toda a prudência adotar uma postura, como estão adotando os países europeus, de rever os programas de expansão nuclear”. Além da Usina Nuclear Angra 3 que deve ser concluída em 2015, estão previstas pelo menos

Hidrelétricas: confirmação de conflitos e impactos

Hidrelétricas em construção na Amazônia Brasileira põem em risco de extinção populações tradicionais, entre elas povos indígenas, a exemplo das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau no Madeira que estão sendo construídas próximas a territórios de quatro povos indígenas em situação de isolamento e risco, os quais desconhecem que grande parte de suas terras está ameaçada e sujeita a destruição. A política indigenista do governo que deveria garantir a proteção

Usinas hidrelétricas do Complexo Rio Madeira: Bombas com efeito retardado

Faltas de previsão e omissões por parte das Empresas e do governo na construção das usinas hidrelétricas e em relação aos impactos deixam prever catástrofes no futuro. Rebelião no Jirau Os rondonienses assistiram perplexos na TV ou por internet a um espetáculo apocalíptico assustador: No sítio do Jirau (RO), local da maior obra do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) no Brasil, grande parte das instalações da Camargo Corrêa, empresa responsável pela

Comissão de Direitos Humanos e Minorias terá representação para discutir impacto de Belo Monte

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias vai criar uma representação para reunir-se com diversas entidades da sociedade civil a fim de tomar conhecimento da situação das populações residentes nas áreas onde será instalada a usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Requerimento do deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA), aprovado na quarta-feira (16), estabelece que os integrantes da representação farão contato com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Comissão para

Especialistas questionam ampliação de aterro de Seropédica e cobram política de redução do lixo no Rio

Após o anúncio da transferência de parte do lixo produzido na capital fluminense para um aterro sanitário no município de Seropédica, na Baixada Fluminense, previsto para entrar em funcionamento no fim do mês, ambientalistas questionam a ampliação de outro aterro sanitário na cidade do Rio, o de Gericinó, no bairro de Bangu, na zona oeste. Com a capacidade acima do limite, Gericinó recebe 3 mil toneladas das 9 mil toneladas de

Pesquisa traçará panorama nacional de emissão de Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs)

Barris abandonados que contenham Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs) podem transformar-se em fonte de contaminação Com fortes e comprovados efeitos nocivos à saúde humana e ao meio ambiente, a emissão de Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs) no Brasil está sob monitoramento. Trata-se de um Plano de Monitoramento Global de Emissão de POPs estabelecido pela Convenção de Estocolmo em 2001. Para atender a esse plano, o país, signatário da convenção, está fazendo um

Energia – a chance de discutir sem soberba, artigo de Washington Novaes

[O Estado de S.Paulo] É impressionante a atitude de soberba olímpica - para não falar em descaso ou desprezo - com que o Ministério de Minas e Energia (MME) encara as dúvidas da comunidade científica e da nossa sociedade a respeito da política energética nacional. Uma postura que se torna mais evidente e incompreensível no momento em que o mundo se interroga a respeito dos desdobramentos da série de acidentes

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