Índice da edição de 08/01/2010

Questão de empatia, artigo de Montserrat Martins Vidas Soterradas, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos A tragédia das águas, artigo de Aroldo Cangussu Medo na escola ou medo da escola? artigo de Américo Canhoto A revolta da natureza contra o ‘bicho homem’(I), artigo de Jorge Barros Publicidade de governo não é propaganda pública, artigo de Bruno Lima Rocha MPF/SC assina TAC para disciplinar ocupação litorânea no Balneário Barra do Sul Evento em Curitiba abre o Ano Internacional

Questão de empatia, artigo de Montserrat Martins

"É difícil manter a atenção dos alunos, na hora que começa o tiroteio" (Professora de escola pública da periferia) [EcoDebate] O príncipe William, da Inglaterra, passou uma noite entre os moradores de rua para se "colocar na pele deles" uma vez na vida (em fins de dezembro passado) e concluiu que "nem consigo imaginar como seja viver assim todos os dias". Na mesma época, um secretário de Estado afirmava, no Rio

Vidas Soterradas, artigo de Álvaro Rodrigues dos Santos

Angra dos Reis - Vista do Morro da Carioca, no centro de Angra, onde 21 pessoas morreram por causa do deslizamento. Foto de de Roosewelt Pinheiro/ABr [EcoDebate] Como um “carma” já desgraçadamente internalizado pela sociedade brasileira, especialmente por suas autoridades públicas e privadas e por sua mídia, repetem-se anualmente à época das chuvas mais intensas as tragédias familiares com terríveis mortes por soterramentos. A dor e o sofrimento causados por essas

A tragédia das águas, artigo de Aroldo Cangussu

São Luiz do Paraitinga avalia os prejuízos após enchente - Moradores da cidade, situada no Vale do Paraíba, em São Paulo, começam a retornar às suas casas um dia após as águas das chuvas baixarem. Foto: José Patrício/AE - 05/01/2010, no Limão-Fotos [EcoDebate] É com esse título que a grande imprensa brasileira trata da última catástrofe ocorrida na passagem do ano no Brasil, principalmente no estado do Rio de Janeiro e,

Medo na escola ou medo da escola? artigo de Américo Canhoto

[EcoDebate] Já foi o tempo em que até mesmo a escola pública era considerada um local relativamente seguro; as preocupações da família relacionavam-se a pequenos acidentes, possíveis desentendimentos entre colegas, e, o mais importante: com o aprendizado em si; tanto de conteúdos quanto de valores. Hoje, a preocupação dos pais em boa parte das escolas é com a segurança – um dos itens prioritários: é se há polícia na porta; para

A revolta da natureza contra o ‘bicho homem'(I), artigo de Jorge Barros

Angra dos Reis (RJ) - Vista do Morro da Carioca, no centro de Angra, onde 21 pessoas morreram por causa do deslizamento. Foto: Roosewelt Pinheiro/ABr “O que adianta o homem ganhar o mundo, mas perder a sua alma?” Jesus Cristo [EcoDebate] Antes de terminar o ano letivo de 2009 eu vaticinei aos meus alunos do Curso de Meio Ambiente e Sustentabilidade e em uma conferencia na Barra da Tijuca, denominada Resgate

Publicidade de governo não é propaganda pública, artigo de Bruno Lima Rocha

[EcoDebate] Nas últimas edições do Blog do Noblat (29 e 28 de dezembro e 2009, respectivamente), tivemos notas lançadas a respeito de gastos com publicidade oficial. Como sempre, o orçamento sobe para fins publicitários, especialmente em ano par, quando vamos às urnas. Embora não se trate de uma novidade, o tema merece atenção particular. Para sermos justos na análise, os episódios aqui narrados, de gastos do governo estadual de São Paulo

MPF/SC assina TAC para disciplinar ocupação litorânea no Balneário Barra do Sul

Objetivo é resolver problema de loteamentos irregulares na região. Município tem 180 dias para fazer levantamento de imóveis localizados na praia e no Canal do Linguado O Ministério Público Federal em Santa Catarina (MPF/SC) promoveu a assinatura do termo de ajustamento de condutas (TAC) que disciplina como o município de Balneário Barra do Sul, no norte do estado, e a Fundação do Meio Ambiente (Fatma) deverão proceder em relação à ocupação

Evento em Curitiba abre o Ano Internacional da Biodiversidade

Cientistas destacam a importância de aumentar o conhecimento sobre as espécies animais e vegetais para poder atuar melhor na sua preservação A ocupação desordenada de áreas naturais, a exploração predatória de recursos da natureza e a poluição são algumas ações humanas que têm trazido sérias consequências, levando o planeta a perder cada vez mais espécies animais e vegetais. Para chamar a atenção ao problema, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2010

Projeto Agrosuíno, da Embrapa Solos, transforma dejetos em fertilizante

Foto: Carlos Dias, Embrapa Solos. Milhares de toneladas de dejetos animais são produzidas diariamente no Brasil. Esses dejetos normalmente passam por tratamentos sanitários e são posteriormente utilizados como fertilizantes. Contudo, grande parte dos nutrientes presentes nesses dejetos são perdidos, seja por problemas de aplicação, pelo uso desbalanceado, ou pela falta de planejamento correto para seu aproveitamento. No projeto Agrosuíno, a Embrapa Solos (centro de pesquisa da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária -

Brasil tem 40 milhões de moradores em áreas de risco, diz Roberto Smeraldi, diretor da ONG Amigos da Terra

Brasil tem 40 milhões em áreas de risco, diz diretor de ONG Tragédias como a que matou pelo menos 52 pessoas em Angra dos Reis no início deste ano poderiam ter acontecido em milhares de outras regiões, arriscando as vidas de 40 milhões de moradores mais a daqueles que passam por perto, disse em entrevista ao UOL Notícias o diretor da ONG Amigos da Terra, Roberto Smeraldi. "Essa estimativa que temos mostra

Omissão generalizada de governos, militares e moradores causou tragédia em Angra dos Reis (RJ)

Angra dos Reis - Vista do Morro da Carioca, no centro de Angra, onde 21 pessoas morreram por causa do deslizamento.Foto de Roosewelt Pinheiro/ABr Omissão de governos, militares e moradores causou tragédia em Angra Duas medidas. Uma proíbe empresas de instalarem funcionários em locais que mais tarde seriam transformadas em áreas de risco. Outra prevê a formação de uma equipe de geólogos para mapear os morros da cidade. São essas as únicas

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