Índice da edição de 17/01/2009

Beba água com alumínio: tim, tim..!! artigo de Ana Echevenguá Mesmo pequenas mudanças climáticas já poderão desencadear respostas abruptas nos ecossistemas, por Henrique Cortez Oriente Médio: a água por detrás da guerra Filha da líder indígena morta no Mato Grosso diz que crime foi por causa de terra A violência contra crianças raramente é detectada e não são tomadas as devidas providências Brasil se acomodou como exportador de mercadorias de cotação internacional, diz Gabriel Palma Mapa

Beba água com alumínio: tim, tim..!!, artigo de Ana Echevenguá

No início de 2007, um condomínio de Florianópolis denunciou excesso de alumínio na água fornecida pela CASAN. A empresa construtora do prédio descobriu que a tubulação de cobre do edifício estava com problemas de corrosões. 05 exames laboratoriais, feitos ainda em 2007, confirmaram alumínio em quantidade 05 vezes maior que a permitida pela ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária (0,2 mg por litro)1. Vejam bem: início de 2007. 8688

Mesmo pequenas mudanças climáticas já poderão desencadear respostas abruptas nos ecossistemas, por Henrique Cortez

Synthesis and Assessment Product 4.2: Thresholds of Climate Change in Ecosystems [EcoDebate] Algumas destas respostas, incluindo novos focos de insetos, incêndios florestais, redução da densidade florestal e morte de florestas, podem afetar negativamente as pessoas, bem como os ecossistemas e as suas plantas e animais. O U.S. Geological Survey conduziu uma nova avaliação das implicações de um mundo em aquecimento e seus impactos na América do Norte. O relatório [Synthesis and Assessment

Oriente Médio: a água por detrás da guerra

A posse da água no Oriente Médio é definidora no permanente conflito entre árabes e judeus, situação que vem desde antes da Segunda Guerra Mundial (1939–1945) e que se tornou mais intensa depois da divisão da Palestina pela ONU em dois estados e a criação de Israel em 1947. O problema da água permanece atual com o conflito na Faixa de Gaza entre Israel e os palestinos do grupo Hamas. E

Filha da líder indígena morta no Mato Grosso diz que crime foi por causa de terra

A filha de índia assassinada na reserva perto de Nova Marilândia, no Mato Grosso, disse que a mãe, a líder indígena Valmireide Zoromará, foi morta a queima roupa. Kely Zoromará negou a tese de legítima defesa levantada pelos advogados de Ismael Rosa autor dos disparos. “Isso é mentira, eles foram covardes e atiraram à queima roupa, por trás, sem chance da minha mãe se defender. E o motivo não foi o

A violência contra crianças raramente é detectada e não são tomadas as devidas providências

Emergência de hospital perde oportunidade de detectar a violência contra crianças - Os autores ressaltam, no artigo, que a subnotificação desses casos de violência representa uma lacuna grave para a saúde pública. Foto da Agência Fiocruz de Notícias. Uma criança é levada ao serviço de emergência de um hospital devido a uma febre alta. Porém, durante o atendimento, o médico percebe queimaduras, machucados ou outros indícios de aquela criança é vitima

Brasil se acomodou como exportador de mercadorias de cotação internacional, diz Gabriel Palma

O economista chileno Gabriel Palma afirmou ontem (16/1) que o Brasil se acomodou como um mero exportador de commodities (bens agrícolas e minerais com cotação internacional) e por isso, durante os últimos 50 anos, reduziu o nível de industrialização. Em sua última participação durante o Programa Avançado Latino-Americano para o Repensamento do Macrodesenvolvimento Econômico (Laporde, na sigla em inglês), Palma disse que o país padeceu do mesmo mal de outros

Mapa do Greenpeace expõe os impactos do avanço da soja sobre a floresta no oeste do Pará

Comunidades tradicionais de Santarém e Belterra, no oeste do Pará, lançaram hoje a bordo do navio do Greenpeace, Arctic Sunrise, um mapa inédito que expõe os impactos da produção de soja na região. Além de desmatamento, foram mapeados vários outros problemas associados à expansão desordenada da soja, como igarapés assoreados ou contaminados por agrotóxicos, acessos tradicionais bloqueados pelas plantações e desaparecimento de comunidades tradicionais. O projeto possibilitou ainda o mapeamento

‘Os ecocéticos devem ir embora do planeta’. Entrevista com Rajendra Pachauri

Aos seus 68 anos, Rajendra Pachauri permanece à frente do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU desde 2002 e dirige o Instituto de Recursos Naturais e Energia da Índia, em cujo escritório, abarrotado de prêmios e medalhas acumulados em sua longa carreira na defesa do planeta e dos mais pobres da Terra, recebeu o jornal espanhol El País. O objetivo que esse economista índiano persegue é advertir o

México, o berço do milho contaminado por OGMs

Alerta à biossegurança do milho no México: um estudo molecular realizado por pesquisadores mexicanos, norte-americanos e dinamarqueses demonstra a presença de genes provenientes de organismos geneticamente modificados (OGMs) entre as variedades de milho tradicionais cultivadas nas regiões afastadas do Estado de Oaxaca, no sul do país. E isso apesar de o governo mexicano ter mantido até agora uma moratória sobre a utilização de sementes transgênicas. A reportagem é de Joëlle

Pesquisador diz que a preservação da Amazônia pode evitar eventos climáticos extremos no país

A preservação da Amazônia pode evitar eventos climáticos extremos no centro-sul do Brasil, por causa do papel da floresta na manutenção do equilíbrio do clima na América Latina. De acordo com o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Antonio Nobre, a floresta tem papel fundamental no equilíbrio do sistema hidrológico da região. “No funcionamento do clima na América do Sul,

Os limites do capital são os limites da Terra, artigo de Leonardo Boff

Em 1961 precisávamos de metade da Terra para atender as demandas humanas. Em 1981 empatávamos: precisávamos de um Terra inteira. Em 1995 já ultrapassamos em 10% de sua capacidade de regeneração, mas era ainda suportável. Em 2008 passamos de 40% e a Terra está dando sinais inequívocos de que já não agüenta mais. Se mantivermos o crescimento do PIB mundial entre 2-3% ao ano, em 2050 vamos precisar de duas

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