Fábrica de fertilizantes das empresas multinacionais Bunge e Yara Brasil ameaça Anitápolis, Santa Catarina

...a existência de uma mina de fosfato, o interesse explícito do governo federal no processo, estão para promover um dos maiores desastres ambientais permitindo que mais de 300 hectares de mata atlântica sejam destruídas, sem falar na poluição do fosfato na água, destruição de mata ciliar e duas barragens de rejeitos com mais de 80 metros de altura que, se rompidas, levarão desastres a mais de 200 mil habitantes.

Blogosfera: BNDES financia expansão de projetos de bauxita e alumina no Pará e Maranhão danosos ao meio ambiente e populações tradicionais, no Blog FURO

Um financiamento adicional de R$ 950 milhões à Alcoa Alumínio, para a realização de projetos de expansão da produção de bauxita e de alumina nos estados do Pará e Maranhão foi aprovado hoje (4) pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Em 2007, o BNDES aprovou empréstimo no valor de R$ 1,15 bilhão para a companhia, cujo investimento total chega a R$ 9,7 bilhões na região. Agência Brasil Mais

A Votorantim e a destruição em Vazante, artigo de José de Souza Castro

[NovaE] Leio na Folha de S. Paulo uma interessante reportagem de Cristina Moreno de Castro e Gustavo Hennemann, contando como a Companhia Mineira de Metais (CMM), do Grupo Votorantim, vai aos poucos destruindo a paisagem rural de Vazante, um pacato município do Noroeste de Minas, e envenenando as águas do rio Santa Catarina. E me lembro de uma reportagem publicada pelo Jornal do Brasil no dia 25 de novembro de

Comunidade bloqueia acesso à Alcoa e MPF/PA pede presença do governo para discutir reivindicações

O protesto é contra a falta de diálogo da mineradora com os comunitários Famílias ribeirinhas de Juruti, no oeste do Pará, bloquearam neste fim de semana a estrada que dá acesso à empresa. O protesto é contra a falta de diálogo da mineradora com os comunitários, que querem discutir os impactos socioambientais decorrentes da implementação da empresa na área. Desde a última quarta-feira, 28 de janeiro, as famílias mantêm

Justiça Federal condena Vale a indenizar índios por uso de terras no Pará

O juiz Carlos Henrique Borlido Haddad, da Justiça Federal de Marabá, condenou a Vale a compensar financeiramente os índios xikrin pelo uso de suas terras, no sudeste do Pará. Mais de R$ 650 mil serão depositados em favor das associações de cada aldeia. Decreto presidencial de 1997 que deu à Vale o direito de exploração mineral na região de Carajás também determinou à companhia a “prestação de assistência às populações

Nossas ou deles? artigo de Lúcio Flávio Pinto

O Pará é o lugar mais importante para a estratégia da Companhia Vale do Rio Doce. Já é hoje e será ainda mais no futuro. Essa importância está presente em todos os discursos. O Estado sabe qual é a parte que lhe cabe nesse bolo? O que lhe caberia se tivesse mais poder sobre essa partilha? A Companhia Vale do Rio Doce investirá o equivalente a 59 bilhões de dólares (em

Nota Pública sobre a Mineração Onça Puma: INCRA trai os trabalhadores e cede aos interesses da Vale

Os trabalhadores rurais assentados nos Projetos de Assentamento Campos Altos e Tucumã, nos Municípios de Ourilândia do Norte e São Félix do Xingu, bem como suas organizações de apoio e assessoria, vem a público manifestar total indignação com a decisão do Presidente do INCRA, publicada no dia 11.08.08, que desafetou parte dos referidos Assentamentos, atendendo pedido da Mineração Onça Puma Ltda, Empresa do Grupo VALE. Temos informações que a decisão

Nelson Tembra comenta a notícia Ibama multa Vale em R$ 5 milhões por venda e estoque ilegais de madeira

[EcoDebate] Venho comentar notícia do G1, em São Paulo, que fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) multaram uma companhia de mineração da Vale no Pará em mais de R$ 5 milhões pela venda ilegal de 9,5 mil metros cúbicos de madeira in natura e pelo depósito ilegal de 612 metros cúbicos de madeira em tora, no município de Paragominas, no sudeste do estado.

Ibama multa Vale em R$ 5 milhões por venda e estoque ilegais de madeira. Diretor da Vale diz que multas foram mal-entendido

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) multou a mineradora Vale em mais de R$ 5 milhões por depósito e venda ilegais de madeira em Paragominas, sudeste do Pará. De acordo com o Ibama, a Vale comercializou 9,5 mil metros cúbicos de madeira in natura e mantinha outros 612 metros cúbicos de madeira, em toras, num depósito. A quantidade é suficiente para encher 15 caminhões.

Um depoimento pessoal sobre a MMX, artigo de Apolo Heringer Lisboa

Prezados companheiros dos fóruns de ongs e de comitês de bacias. Em relação ao que formei de opinião sobre a empresa MMX, ao longo de alguns meses, e salvo melhor juízo, declaro aqui o seguinte: Em minha experiência na presidência do CBH Velhas conheci o Leandro Quadros, geólogo que era funcionário da MBR. Em todos os embates sobre outorgas de água, competência legal dos CBHs, cujo debates eram uma oportunidade para ampliarmos

MPX Mineração e Energia do Brasil: Ação tenta barrar usina termelétrica no Ceará

Uma ação da Defensoria Pública do Ceará tenta barrar, na Justiça, o início das obras de uma usina termelétrica a ser construída no Pecém, litoral cearense (a 60 km de Fortaleza). O motivo é o uso do carvão mineral para a geração de energia, combustível fóssil poluente que ajuda a provocar o aumento do aquecimento global. Por Kamila Fernandes, da Agência Folha, em Fortaleza, na Folha Online, 05/05/2008 - 08h32.

Vale desenvolve projeto de mineração em áreas de assentamento da Reforma Agrária

O jornal Valor Econômico do dia 18/01/2007 trouxe a seguinte notícia: “A Vale do Rio Doce deu a partida para tocar seus projetos de produção de níquel no Brasil ao assinar contratos de fornecimento de serviços de infra-estrutura para a obra da mina de Onça Puma. A jazida deverá produzir 55 mil toneladas de níquel ao ano quando estiver em plena operação, em 2009. Após a compra da Inco e

MPX Mineração e Energia: Projeto de Eike gera conflitos

Moradores do assentamento fundiário Cassaco, no lugarejo Quebra Pote, zona rural de São Luís, expulsaram do local máquinas e homens da MPX Mineração e Energia Ltda, empresa do bilionário Eike Batista (grupo EPX). O episódio ocorreu na última quinta-feira (17), após fracassada tentativa da Polícia Militar de garantir a empresa no local. Publicado in http://www.walter-rodrigues.jor.br/ 655

Denúncia: Vale invade projetos de assentamento no Sul do Pará

A Comissão Pastoral da Terra, os Sindicatos de Trabalhadores Rurais de Ourilândia do Norte e Tucumã, Associações dos Projetos de Assentamento Campos Altos e Tucumã, entraram com uma Representação no Ministério Público Federal de Marabá contra a Vale, empresa que adquiriu os direitos minerários da Inco. 577

Escassez e leis sobre uso de água afetam mineradoras latinas

SANTIAGO (Reuters) - Legislações mais duras sobre o uso da água e a escassez do recurso em algumas regiões estão fazendo com que mineradoras na América Latina desenvolvam tecnologias que permitam uso mais racional, além de buscarem fontes hídricas alternativas com custos mais elevados. Por Marcelo Teixeira, da Agência Reuters, publicada pelo UOL Notícias, 09/04/2008 - 17h57. 3

A Vale é verde? artigo de Luiz Maklouf Carvalho

Adital - Em maio fará dez anos que a Companhia Vale do Rio Doce foi privatizada. No mês seguinte, ela completa seu sexagésimo-quinto aniversário. Segunda maior mineradora do mundo (a maior é a anglo-australiana bhp Billiton), a empresa anunciou que gastará até o fim do ano mais de 400 milhões de reais na preservação do meio ambiente. É quatro vezes mais do que desembolsou em 2004 em projetos ecológicos. O

mineração em terras indígenas: Eldorado ameaçado

O Congresso Nacional nunca demonstrou empenho em reformular o Estatuto do Índio, em vigor desde a ditadura. Há 14 anos, mofa em alguma gaveta do Parlamento o projeto de lei que prevê a modernização do estatuto. Mas nada como os interesses comerciais para mover as engrenagens de Brasília. Por iniciativa de um grupo de deputados, ao menos um dos capítulos previstos no projeto pode ir a votação neste ano: o

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